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2ª temporada
EP 1
O cliente não é do iFood, é da conveniência
Com Fernando Mello
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1h46
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O que você vai aprender
A origem do Aceleração Delivery e a transição para os palcos
A força da comunidade e o porquê você não deve odiar seu concorrente
A Guerra dos Apps: iFood vs 99Food e o poder da conveniência
"Marketing Digital não existe": A importância de cumprir a promessa da sua marca
NRA Show Chicago: Robôs na cozinha e o futuro automatizado do food service
I.A. na gestão: Como o AuditFácil e a análise de dados vão mudar o jogo
Histórias de Osasco e o lendário Fernandinho do Grau
Sobre este episódio
O Clube DeliveryAds Podcast está de volta para a sua 2ª Temporada! E para abrir com o pé direito, Bruno Urel e Otávio Perez recebem um verdadeiro gigante do nosso mercado: Fernando Mello, fundador da Aceleração Delivery.
Neste episódio épico, Fernando abre a caixa preta do mercado de food service. Ele quebra o maior mito dos aplicativos afirmando que "o cliente não é do iFood, é da conveniência", e revela as estratégias de bastidores na guerra entre os grandes marketplaces (como a ascensão da 99Food e os boicotes no setor).
Além de falar sobre a importância vital de construir uma marca forte, Fernando traz insights absurdos direto da feira NRA Show em Chicago: prepare-se para um futuro próximo com cozinhas 100% automatizadas, robôs fritando hambúrgueres e Inteligência Artificial auditando a operação do restaurante em tempo real (AuditFácil.ai).
E claro, não faltaram boas risadas com as histórias do passado em Osasco com o lendário "Fernandinho do Grau" e a genial ativação de marca com a caixa de pizza da Fórmula 1.
Dá o play e vem aprender com quem respira dados, lucro e aceleração!
Transcrição do episódio
Texto feito a partir da legenda do vídeo, com revisão leve.
Fala galera, seja muito bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio da nossa segunda temporada de podcast do Clube DeliveryAds. Eu sou o Bruno Urel, tô junto aqui com essa fera, meu sócio, meu amigo, o gigante da Colina, Otávio Perez, para mais um episódio hoje com um nome de peso do nosso mercado, um grande player que a gente tem a honra de receber, senhor Fernando Mello, muito obrigado pela presença aqui, cara. Uma honra, honra tá aqui, ó. Até arrepia, velho, tá aqui com vocês, porque você tá ligado que eu pago um pau para vocês, né? onde eu tô, falo meu mentor.
Meu mentor. Então, para mim é uma honra sentar com esses feras hoje. Vamos ver que treta, treta, treta que eles vão querer falar. E é isso. Estou à disposição. Uma honra de verdade estar aqui, porque eu acompanho o trabalho de vocês há muito tempo. vocês estão conosco do Aceleração e eu sempre falo isso, né? Eu aprendo muito com vocês em tudo, não só no tráfego e conversão, mas também na vida como mentor, como conduzir comunidade, né? Quantas ligações a gente já não fez?
E é isso. Tô aqui para servir. Para quem não me conhece, Fernando Mello, já pluga lá aceleração delivery. Se você quer ter um delivery que escala de verdade. Então bora. Tô aqui. Bora. Tá agregando muito pro mercado. Tá fazendo um barulho muito legal no mercado. Vários eventos discipando. O evento do aceleração deliv e da aula de organização, da aula de evento. Sério, velho. Eu pude est presente nos primeiros. No primeiro, você foi no segundo, velho. No segundo aceleração delivery. É verdade.
No primeiro eu não tava por aqui. No primeiro foi um em cima do outro. Assim, eu fiz o evento, você tinha acabado de fazer o de acabado de entregar o In The House. Aí quem me falou de você merece o crédito, o Igor da Tuis. Olha que legal. Ele que falou meu tem um cara aqui que não que sabe que ah, já tá morto mesmo, né? Aon, aon já tá morto. É. Aí falou: "Pô, esse cara sabe que não dá para traquear a conversão de tráfego pago no ACON".
Falei: "Não é possível, segue esse cara". Aí eu comecei seguir e tal, aí encontrei. Mas você fez um trabalho com o Igor da Tubis? Não, não, não. Ele ficou me namorando com aqueles criativos dele lá que não passa todo mundo. Você só atende delivery restaurante. A gente conversou com ele, cara. Pelo amor de Deus, todo mundo recebe 1 milhão de criativo dele. É. E aí ele veio, defendeu. Falei: "Meu, eu não acredito no tráfego pago". Ele falou: "É porque você tá com a assim não funciona essa merda?" E eu e eu defendi a com igual defendo o que eu acredito.
Era um dos cardápes mais bonitos da época, velho. Eu converti sem brincadeira, car. Ele ainda é bonitinho. Só abrir. É, só que a funcionalidade tá triste. Assim, eu converti no mínimo uns 1000, umas 1000 marcas para lá. Fácil, fácil, fácil, fácil. Era embaixador dos cabos. É. E aí eu falei: "Pô, velho, não é possível que você me promete um negócio que vai entrar no roadmap, no roadmap. se meses e passou um ano e meio. Aí eu falei: "Ah, quer saber?" Falou.
Aí foi quando eu conheço Bruno Urel, o fera. Larga essa desgraça. Vamos embora. Obrigado, Igor Gomes. Igor Gomes esteve presente no nosso primeiro encontro presencial APD, fera. É muito verdadeiro. Acho um cara bem massa. Tem um modelo de negócio de agência aí que a gente se espelha, se inspira muito. teve presente lá junto com a gente, agregou bastante pra comunidade. Obrigado por me apresentar. Então esse lead é dele. O você é le do ele que plantou. Eu já tinha ouvido falar, mas eu não seguia, né?
Eu não se nem pronunciar seu sobrenome. Ah, ainda não chama de É. Aí eu tipo, ah, tá. Ah, já ouvi falar desse cara aí, mas tipo, ok. Aí eu falei, deixa eu ver se esse cara fala mesmo, sabe, sabe o que tá falando. Aí foi bem na época que começou a escola do aceleração começou a ganhar corpo, né? Aí eu falei: "Eu vou trazer esse cara para Da onde você tira isso aí, bicho? Como é que começa a aceleração delivery?" da dor do mercado, velho.
Sem brincadeira, foi da dor do mercado. Eu sou palestrante, né? Desde 2015/16 já tinha intenção de montar uma escola. Então, quando a gente vai pro mercado, né? Grandes players como o próprio Marcelo Marani do Donos de restaurante, Marcelo Polite, em 2019 eu conheci um cara chamado Érico Rocha. E aí descobri o tal do fórmula de lançamento, fiz, estudei, lembro como se fosse hoje, Páscoa de 2019, peguei a Páscoa inteira e estudei ali, tirei quatro dias e fiz. Só que na época eu não tinha claro o que que eu ia gravar, o que que eu ia lançar, que conteúdo eu ia.
E aí eu lancei minha esposa, esposa é psicóloga, a gente fez lá, ela trata de crianças com eh atípicas que chama, né? TDH, autismo, autismo. E aí eu a gente gravou, fez um lançamento semente, deu certo. No meio do caminho eu já sabia que eu ia entregar um conteúdo, mas eu amo dados, eu amo gestão. Quase, quase que a gente perde um player do mercado para um lançador, né, cara? Um lançador. Eu sou. E aí eu sou meio que um data science lover assim, né?
E aí eu falei: "Pô, mas esse negócio não é sexy". O vender o a psicologia, vender a psicologia, a parada ali e tal, tal, tal. E aí acabou que ela fez o lançamento, deu certo e aí eu fiquei ali meio embrionário, o que que eu ia fazer nisso? Marani em 2020 já tá com donos de restaurante, eu chamando ele para ir pro presencial e ele querendo ir pro digital e eu tava lendo que ele tava indo pro digital, né? Aí eu falei: "Pô, Marani, você fez fórmula, né?" Ele fiz, ele lançava muito.
E aí eu falei: "Pô, vai pro presencial, porque eu gosto, velho. Eu gosto. Para mim, assim, o presencial com 100, 200, 1000 ou 3.000 pessoas não me atrapalha em nada, mas eu ficar gerando conteúdo ali numa tela sem interagir me mata, né? e aí ele não, não vou pro digital." Aí ele foi, escalou, abriu, né? abriu ele abriu um mato alto para todo mundo. E aí nesse meio do caminho nasce meus dois pequenos e aí eu abortei, falei: "Não, não vou lançar projeto com filho pequeno, bebezinho".
Aí esperei a Valentina. Aí eu falei: "Ano que vem vai". Era 21. Aí minha mulher: "Tô grávida de novo." Aí eu falei: "Puta." Aí esperei 22. Aí, finalzinho de 23, liga um brother meu com 17 operações, 17 operações de delivery e a gente ficou 1 hora e meia. Aí minha mulher falou: "Ó, isso aí o que você faz é a mentoria". Ficou, ajudou, orientação, direção. Só que tipo meio que de graça na brotheragem. Uhum. E eu falei: "Puta, pode crer. Se o cara que tem 17 operações, toda vez que tem um problema me liga".
E aí eu liguei para ele de volta. fazia isso, mas não cobrava ainda. Não cobrava, né? Fazer isso pros meus clientes da Forte Alimentos, uma distribuidora que eu tenho, que eu sou sócio, pessoa chegava ali com problema, eu tinha uma mesa de reunião igual a essa, o cara chegava, principalmente quando eu não tava pagando, quando o cara começava a dever, eu falava: "Vem cá, o que que você tá me devendo, cara? Pô, não tá sobrando dinheiro, tá? Vamos, vamos ver aí como tá o preço.
Me dá o seu cardápio." Você é dos números, é da dado dos dados. Aí eu olhava, falava: "Velho, tá precificado errado. Só aqui pelo preço que eu te vendo da mussarela, pelo preço que você cobra na pizza, eu já sei que tá errado." E aí eu comecei a orientar ali. Então, minha mesa do escritório da Forte Alimentos foi meu meu laboratório de ver que toda a metodologia dava certo. E aí em 2023 eu recebo essa ligação. Aí em 24 eu já tava com um evento marcado.
Fui olhar um espaço, um evento marcado, não, uma pré-data marcada. Tô olhando o espaço, o Alan me liga, meu sócio, pô, tô te acompanhando, tal, sou lançador, bá. Sabia que você tem um potencial X? Não, ele é, a gente é amigo de 15 anos atrás, mas a gente tava distante. E aí ele falou: "Sabia que você tem um potencial de gerar conteúdo na internet?" Falei: "Velho, arrepia, tô aqui no espaço olhando ele". Ele: "Não acredito, velho". Aí eu chamei ele de vídeo, ele: "Vamos tomar o café".
Aí meio que bateu as ideias, o cara já conhecia, né? do setor. Aí eu falei, bora. E aí então dezembro ali, novembro, dezembro de 2023, a escola nasce de fato, escola de delivery e 24 a gente começa realmente fazer os eventos e aí estamos indo aí pro terceiro ciclo fechado. O primeiro evento presencial foi quando? Maio, de 24, recente, cara. Dois anos agoraos. A gente tá gravando essa segunda temporada de podcast aqui do clube em mais de 26, dois anos completos, indo pro terceiro ciclo de mentoria.
E graças a Deus renovação assim, tipo, meu, não tem o que reclamar, velho. É só dois anos, né, cara? É muito louco. Só dois anos é recente e é tanta coisa. Não, só dois anos. E é parece que é mais. Quando eu olho para trás também eu falo, acho que é mais. E eh eu pude acompanhar, pude estar próximo nos últimos eventos aqui, né? A energia que contagia ali a galera é bem bacana. Eu acho que um ponto de você ser esse cara acelerado, essa energia, isso transmite pra galera e isso é bom, né?
O movimento importa nos falou do senso de comunidade, né? do criar a comunidade. Eu acho que isso de movimento mesmo, de a gente ser a energia do que a gente quer pro clube. Sim. Não, muita gente se conecta por mim mesmo, assim, tipo, pô, gostei de você, pô, que você é cristão, que você é um pai de família, que você prega os valores da família e lá. E aí no final do dia assim, o business é o detalhe, é o detalhe, assim como tem gente que fala: "Mano, eu não gosto de você".
Tá tudo bem, bro. Vai lá pro outro, me deixa em paz. Sim. Ou aprende com o que nós tá fazendo aqui e fica aí, bicho. Senta na cadeira do aluno. Ex. O acelerado vem de você de acelerado. Não, muito louco. Muito louco isso. O primeiro nome do aceleração era transformando faturamento em lucro, velho. Desse tamanho todo. Mas quem que vai decorar tudo isso? Ah, então aí por isso que eu falo a importância de pagar mentoria, né? Aí eu fui pro cara que cuida hoje do Wendel Carvalho, da Natália Beauty, uns cara top.
Paguei lá cinquentinha. Você já é ali do de alfa ali, né? Você já tá ali na mata ali. Não, não. E pior que o Hoser, Felipe Roser, anota aí se você quer ser um é do Monster. Eu conheci ele meio que do nada, um a minha primeira agência que é o Igor. até um abraço para ele. Ele que foi à ponte disso. O Igor era um amigo meu também. Eu falei: "Ó, vou fazer um lançamento". Ele falou: "Meu, deixa eu fazer seu marketing".
Falei: "E o market assim, a parte criativa?" Falei: "Deixo". Aí ele falou: "Vamos nesse evento aqui desse cara". Eu falei: "Bora". Quem ele é? Ah, é o cara que entende das paradas por trás do lançamento lá ele, né? Felipe Roser lá ele aí mil vezes. E aí ele, o Roser, tipo, fez o evento. Eu falei: "Top, velho, da hora. Preciso andar com esse cara porque ele sabe as a sopa de letrinha lá. CTR, CPC, C. É. e tinha todas as regrinhas lá para fazer o negócio rodar.
Aí eu falei assim: "Bonito, quanto que é para eu fazer um evento igual esse aqui?" Ele falou: "Para de focar em evento, evento dar prejuízo". El falou: "Um, desse aqui é 120 pau". Falei: "Esse número de pessoa ele é". Que foi onde provavelmente você palestrou, você palestrou num ambiente o primeiro um claro ou um que já era mais intimista, escuro. Era mais escuro, que tinha um roof top. Isso. Então foi lá. Aí eu modelei contra C, control V, só troquei a equipe e tal e fizemos lá o segundo.
Então o primeiro eu faço no Alameida Rio Negro 500 e Alphaville, que é onde é o prédio do que o JJ grava. Aí era legal, mas eu não tinha como fazer o after que eu queria, né, que era fazer a hamburgada, tal, fazer a parada da galera comer, não tinha. Aí eu encontro esse outro com o Ruffy top. Falei: "Pronto, é aqui". E aí aquilo, paguei para aprender e aí o nome que ele falou: "Não, esse nome aí não dá, velho.
Isso aí não é sexi." O dono de restaurante nem sabe o que é lucro. Exato. E ele falou assim: "Uma promessa muito difícil, né? Porque assim, pô, você já vai chegar falando com o cara, quanto você tá ganhando?" Tipo, abre aí sua carteira, quanto que você tá ganhando? Difícil de, né? Tipo, oi, resistência, né? Oi, tudo bem? A calcinha vermelha ou preta? Não dá, né? Tipo, então tem que ter um namoro e aí começa, começa, começa. Meu nome aceleração delivery. Aí assim, isso é legal, isso isso todos que estão no mercado vão ter que se curvar.
Ninguém dos educadores estava usando a palavra delivery. Ninguém. Barcelos, Marani, Polite, ninguém usava. Todo mundo era restaurante. Ah, tinha, eu gosto de falar do Rafinha, né? Do Rafa Silva. Eu coloco ele, coloco ele nessa prateleheira de vocês também. Assim, eu gosto bastante dele, me conectei sim, mas não batia assim, você que é dono de delivery, o nome é Lucrando com delivery, mas ele falava, você que tem um restaurante, eu falo de copy mesmo. Aí eu vim cop delivery, delivery, delivery, delivery, delivery.
Aí daqui a pouco eu vejo os caras mudando, Marani, polite. Aí eu falei: "Ah, moleque, vem com o pai que o pai é porque lançou alguma coisa no mercado." O a ideia do restaurante era pegar uma galera maior, né? A galera focava mais no restaurante, porque quem tinha salão, quem tinha o delivery, tem uma, como tem uma baixa barreira de entrada, a galera olhava pro delivery já. Eu acho que não era nem isso. Eu acho que era mais porque restaurante abrangente.
Aí você não precisa ficar falando dono de hamburgueria, dono de pizzaria, você não restaurante abrange tudo, né? Você não precisava ficar falando a culinária, aí eu preciso. Ah, você que tem um delivery disso, disso, porque delivery é muito aberto, né? Delivery pode ser delivery de roupa. É que a gente vive no meio acha que delivery é só de comida, mas delivery é um é um é um verbo. Verbo inglês é o serviço. Amazon Mercado Livre. É tudo tá fazendo delivery. É que no Brasil a gente que tá no meio par é tá na bolha e parece que a delivery é só de comida.
Não, delivery é um verbo, né? Se tá fazendo a entrega. E aí a gente começou nisso e aí essa loucura veio o primeiro ano para validar aceleração. Da onde veio isso, velho? Você que tava correndo com o carro? Não me pergunte como foi. Ah, começou lá, tinha que ter delivery, aí começou, não lembro para falar a verdade. O Alan até um abraço pro Alan. Gente humilde, genteima demais. É até muito massa assim o jeito que ele se comporta. É um cara muito humilde de aprender, né?
Ele senta mesmo na cadeira de aluno, ele se coloca para aprender. É. Mas eu acho que isso que é sociedade. Sociedade é isso, né? Quando, tipo, é igual a uma dupla sertaneja, a segunda voz tem o primeiro e a segunda voz. Não é porque o é o primeira voz e o segundo não importa. É tão bom quanto. Por isso chama dupla, né? Várias duplas tentaram ser carreira solo e dá ruim. Então eu falo que a gente tem a sinergia, né? Ele sabe que eu tenho um jeitão de tipo pensei, gostei, vamos.
E ele é o cara que tá, vamos, mas deixa eu fazer o negócio acontecer, né? É, deixa eu colocar aqui o negócio para acontecer. E aí foi tocando tudo, né? E aí hoje a equipe aí a gente tem uma equipe, né? Aprendemos com vocês. Claro, precisava ter uma equipe, né? Senão era um uma escola de um, era só do professor. É. E aí hoje tem uma equipe, tá bem legal, tá bem estruturado assim. Então a ideia a gente acelerou, aceleramos. A gente tá fazendo evento no Brasil inteiro, né, cara?
Graças a Deus, velho. Batemos. Acho que o Nordeste é o nosso, a nossa menina dos olhos, né? Acho que por tudo que eu fui fazendo lá antes de pisar em Fortaleza, antes do Aceleração existiu, eu já tava lá fazendo conexões e hoje as principais marcas são são nossos mentorados, né? Tipo os big players. Acho que tirando o asilados, o Erivaldo Júnior, que eh do Asilados, todos os big players são nossos alunos, tão no nosso ecossistema e ele só não sabe ainda que ele é um acelerado, mas já ele vai virar.
O Eu conheci o pai lá. Ah, conheceu? Conheci o pai do Eivaldo. Doivaldo, o velão que já tinha uma história Sim agarrada lá de pizzarias e de tudo mais. Sim, né? A história deles é maravilhosa. Ele contando lá pr nós que começou numa pizzaria, que abriu 24 horas, a pizzaria já era. Eu falei: "Caracas, velho, você era da pizza". E é um fenômeno, né? Foi o pai que nos apresentou a cozinha do Asilados. de uma honra. Foi muito bacana. Não. E uma humildade, né, velho?
Quanto simples, objetivo, humilde, até a própria estrutura ali você falar: "Ah, vai ser um negócio hollywoodano lá dentro". Cara, simples e objetivo. A galera p Mas é isso, cozinha é isso, restaurante é isso. Quando quando tem muito glamor, quando a gente vai pr pra alta gastronomia, vários dão errado por causa disso. Dá, pense em muitas coisas, mas não pensa no básico. Quer entregar bem, quer ser Sim. E ele tem uma operação incrível assim, né? A gente tava lá na última edição do Acelerados Tour, né?
O rolê que a gente faz com os mentorados. E aí tinha um aniversário do Renan da Reza Pizza. Um abração, Renan. E ele, a gente zoando, a galera já tinha tomado umas falou: "Vamos ver se esse seu delivery é rápido mesmo". Um lá doidão meteu um iFood, uns pedido difícil assim, uns produtos difícil. Vamos ver quanto tempo chega. Pô, chovendo, chovendo pesado. Chegou em 16 minutos. Falei: "Caralho, cara, deve ter mandado um WhatsApp. Galera, passa na frente pedido aqui. Não, pior que não, que a gente ficou acompanhando, falou: "Não vai mexer aí no WhatsApp, hein, mano, que a gente tá vendo." Chegou em 16 minuto.
Nossa, é rapaz lá em Fortaleza. Fortaleza. Ó, eu pude pisar lá agora lá, pô. Gostei muito. Obrigado, Glauton, né, pela recepção. A galera toda lá. Inclusive, fui no evento do Ademar lá, foi bem bacana. e Fortaleza fala muito do você. Aí eles atrelaram eu a você por conta dos eventos. A gente tá junto isso porque você nem foi, né? Teve que mandar o 02 que na época tava pá tal. Na época você não era roxinho, na época era tava, né? Tava meio esquisito.
Lá pro lado do Hein? Tava lá pro mundo oculto entregando a alma a Satanás. Aí foi. Agora ele é roxinho. Agora pode pisar em Fortaleza. Agora você tá liberado, eu te libero ficar em Fortaleza. Você veio pra luz, né? Mas graças a isso, o maestrão foi lá, deu aula, monstro, entregou o ouro, passeou com passeou com a esposa antes do pequeno nascer, né? Deu para dar uma relaxadinha. Fortaleza demais, cara. Vixe, lá é muito bom, cara. Incrível. Incrível. E a galera de lá falou muito bem de você.
Foi muito bacana lá do evento. Fala, o evento foi sensacional. Não, mas aquele foi épico, velho. Aquele foi o de Ribeirão agora também foi incrível, mas aquele teve um, sabe, uma energia assim. Mas eu, vocês me conhecem, meu, creio muito em Deus. Tipo assim, faltando uns minutos, tinha dado pau na internet, não tinha internet. E aí eu fui lá, até tem uma um beijo aí pra Carle e tem uma mentorada lá que é uma tipo uma mentorada pro Bono, porque antes de eu pisar lá, Deus falou assim, ó: "Você vai mudar a vida de uma pessoa aqui que não tem condições de te pagar".
Aí eu no meio daquele auditório ali com 200 pessoas tem aquele aquele ai caramba, um display o displayzinho de mesa que fica o nomeadinho, aleatório. Fui lá, peguei um e escrevi assim um recado. Eu lembro disso aí no meio do evento, tipo, eu lembrei do papel, falei o papel, velho. Falei: "Ó, seguinte, tem nada a ver com o evento agora, mas é uma coisa que eu tava aqui, eu tava orando antes de começar o evento e Deus me falou que tinha alguém que veio para cá, que você veio com a sua última chance assim, você falou: "Vou para esse evento, se não mudar minha vida, tipo, eu paro com tudo." Olha aí nessa região aí.
Aí eu falo: "Ah, na quarta fileira". Aí todo mundo olha, não tá? Eu falei: "Ô, TDH, desgraçado, onde você colocou o bagulho?" Aí eu falei: "Então, olha uma para cá, duas para trás". Daqui a pouco começa a olhar e a menina olha, pega. Eu falei: "Achou? Tá escrito?" Falei: "Tem alguma coisa a ver com você?" Aí ela começa a chorar. É. Eu tava num grupo de amigas ali, chorar, chorar, chorar, chorar, chorar, chorar. Aí eu falei: "Que que foi?" Ela: Aí levaram o microfone.
Aí ela falou: "Você não sabe? Eu comprei o ingresso ontem às ontem, ou seja, um dia antes, às 23:45, era pro carrinho já tá fechado desde o meio-dia. Eu comprei o ingresso. Eu não, ó, repia. Ela falou: "Não sabia se eu ia poder estar aqui, porque eu comprei o ingresso e na rede social você falou que já tinha esgotado e eu comprei e vim". Aí eu falei: "Mas a frase é para você?" Ela: "É". Aí eu falei: "Vem aqui". Aí ela conta, né, a história dela.
Chegou lá faturando, acho que R$ 19 ou R$ 20.000 R$ 1.000 e acabei de validar aqui com o Nathan que já bateu 60 e a gente vai correr para bater 100k até setembro para ela entregar lá no palco de 20 a 100, né? No Carleane da Europa Burger. Ela tá na grande fortaleza. Ela não tá na fortaleza ali, ela tá sentido Eusébio, que é Itaitinga. É tipo um bairro como se fosse Osasco. Vai, de São Paulo total. e aí ela tá nessa grande fortaleza, tanto que a 99 não chegou lá ainda.
Opa. tem patrocinador aqui, pode sentar a madeira. É, não chegou lá ainda e ela tá vendo tudo que tá acontecendo da 99 em Fortaleza, né? A Fortaleza Fortaleza 99 já tem 30% de sher, tá escalando, galera saindo de 30 pedidos para 400 pedidos. Tá absurdo. E aí ela, Fernando, quando chega aqui? Eu falei: "Calma, eu sou amigo dos caras, mandando trabalho para eles, né? Então não tenho tanta informação assim". E é isso. Então, Natan tá ajudando ela lá, tá? O Natã é o gestor de tráfego dela.
Ele que acabou de me mostrar os dados aqui. O Natanzinho tá aqui. Brabo, Natanzeira. Um abraço. Tá entregando resultado. Eu lembro disso daí, cara. AC. Não, não. Certeza, certeza que vem. Assim, acabaram de mudar de ponto, saíram de um ponto de brincadeira uns 18 m², sei lá, vai 20, 20 e pouquinho. Era uma garagenzinha assim fininha. Tanto que para ir pra produção, quem tava na chapa para vir pra fritadeira, dá uma encada no outro, né? Eu até brincava. O Carlan, você sabe que seu marido namora esse cara aí.
Ela que história é essa? Falou toda hora que ele se passa ali, um dá encada no outro. Meu, falei só maridão que tá na cozinha aí. Tá não. O cara é ex-açogueiro, manja tudo de blend de carne e tal. Meu, comi um burger lá com uma rodela de abacaxi que, ó, pr você ver como que é o produto, né? Eu não saio assim, tipo, eu lembro do sabor agora assim do produto. Incrível, incrível, incrível. A história conta, a jornada conta. E ontem recebi um vídeo, vou até passar para vocês, de um cara que eu não sei quem é, tipo assim, tava lá no evento e ele acabou de postar, meu, fui no evento de um cara, Fernando Mello, lá de São Paulo, bá bá, e acredita, ele paga a faculdade pros motoboy dele.
Aí ele grava isso no vídeo. Ele falou: "Não tenho como pagar ainda, mas eu quero saber seu sonho". Aí ele começa o vídeo, pô, velho, tipo, arrepiou. Falei: "Caramba". E eu não sei quem é. Aí alguém comentou: "Ah, eu conheço, é fulano, tal". Não, colocar a cara, produzir conteúdo é legal demais, né, bicho? Nessa temporada de podcast aqui, a gente tá e trazendo muitos nossos mentorados, nossos alunos ali do clube de livreeds, podendo pô ter depoimento aqui sem ensaio, sem briefing.
Sim. E é disso deixar esse legado do que a gente faz no dia a dia. Muitas vezes é a gente só documentando o que a gente faz nesse caso. Sim. Né? E aí a galera pega uma coisa e isso muda o negócio, muda a vida. É muito louco, né? Porque assim, todo mundo precisa ser orientado. Acho que assim, na vida de um empreendedor, eu acredito que ele precisa fazer ter uma ter uma espiritualidade. Sempre foi assim, né? Até com o criador, né?
Porque não é fácil a vida de empreender, né? Então você precisa ter uma fé independente da que a pessoa tenha, mas ele precisa ser uma espessa espiritualizada e ter fé porque vai para saber. É fato, vai passar. Não são dias bons, não são dias legais, são dias difíceis. E se não tiver resiliência, você para. Conheço muitos que ficaram no meio da história, seja como dono de delivery, seja como educador. Quantos caras não começaram? Aí eu conheço vários de internet que falou: "E aí, mano?
O que que aconteceu com você?" "Ah, então tal, porque não é fácil tomar paulada, fazer evento, não vende tudo, toma pau, dá prejuízo ao evento. E aí? A vida é isso, velho. Você você tem que ir plantando a sementinha aí rega, rega, rega, acha que vai crescer, não cresceu da altura que você queria, bota outra sementinha, rega e vamos embora. E assim, ter a espiritualidade e ter um conselheiro, velho, seja o nome que você quiser, terapia de negócios, né? Se tiver um terapeuta que entende de negócio, mas fazer terapia e ter um mentor, ter um cara ali para você passar a mão no telefone e falar: "Meu, me ajuda.
Tô com dificuldô com essa dificuldade. Quantas vezes não liguei para você? Liguei para você. Tô com esse BO aqui. Que eu faço? Vocês estão na frente, Pago maior pau. Assim, em questão de comunidade de pessoas, para mim o exemplo é o Burger Tour. Para mim assim, os caras dão aula de tipo de querer andar junto, de querer só andar junto, porque você vai para um evento dos caras, zero o conteúdo de tipo aulona igual a gente, não, os caras só vamos andar junto e você aprende muito.
Pô, entrei numa Skyline, Escalade, Escalade, sabe aquela Escalade? Aí fomos lá em seis, pô, de um trajeto ao outro lá em Chicago, pô, a gente teve uma mentoria de um cara que muita gente conhece, que é o FI Fernandes da Holy Burger, cara que não tem delivery. Não tem delivery. Casa cheia todo dia, fila de espera na porta todo dia. Você passar lá agora na hora do almoço, 11 horas, tem fila de espera. Você passar qualquer dia da semana, fila de espera. 32 lugares, segundo melhor hambúrguer do mundo para um cara que não tem delivery.
Aí ele entrou no carro e falou assim: "Fernando, você deve me achar um idiota que eu não faço delivery". Falei: "Tá louco? Como que eu vou questionar o que você construiu?" Question meus resultados meus métodos. Aí ele contou a história dele que ele já teve delivery. E aí a frase de efeito foi: "Eu não acredito em nenhum desses caras de marketplace". Falei: "Opai". Aí eu gostei, eu gostei. Vamos conversar mais. Bora. Aí eu falei por quê? Aí o porque tinha que ter até outro podcast.
Não, deixa ele, convida ele para vir. E aí ele falou que já teve um delivery que bombava o delivery dele, tal. E numa determinada data, por um determinada situação, apertaram um botão, parou de acontecer e parou de acontecer. E foram com ele. Aí ele falou: "Ah, é, vou fazer minha própria história". E aí o cara tem um negócio hoje milionário de faturamentos milionários, segundo melhor hambúrguer do mundo, um cara incrível, mas que todo mundo falava assim: "Ah, o cara é meio mala, você é louco".
Foi aquele trajeto ali, foi o que eu ganhei a viagem de Chicago ali, porque aí eu entendi o posicionamento dele, concordo plenamente. E ele falou: "Vou construir minha marca dele, os porquês dele, eu vou construir minha marca". Eu falei: "Não, eu penso igualzinho em você e talvez se eu tivesse no seu lugar eu faria a mesma coisa". Mas teve uma trajetória, né? O cara, pô, o cara anda em Chicago assim, velho, conhece como a palma da mão os melhores restaurantes, velho.
É bizarro. E até puxando um pouquinho desse assunto agora aqui de eh como é que é essa busca por conhecimento internacional aí, cara? isso aí é longo, velho. Isso aí eu faço desde 2013, acredito. Acabou de acontecer agora a NRA aqui, ó. Trouxe até aqui, ó. Pode deixar aqui, ó, pra galera. Acabei de chegar. Tem um pouquinho de sotaque ainda, né, cara? Como que é seu inglão? Vai bem. Meu inglês é o meu meu inglês é australiano, então é meio nasal, né?
E aí eu tenho umas slangs, né? Que é a gíria, né? Otavião fala inglês. Então assim, as minhas slengs, as minhas gírias são lá. Mas eu voltei a estudar, peguei um cara agora só de negócios, voltei a estudar. Se Deus quiser, em breve, já que o Otavião fala inglês, você não fala? Então, tu vai ser meu convidado, a gente vai fazer uma parada aí. Vixe, International One, ó. Vixe, vou aproveitar já fazer o jabá, então, pros nossos apoiadores e patrocinadores dessa temporada de podcast aqui do Clube DeliveryAds, né?
Já dá um salve pro Glauton, Roxinho. O Roxinho tá com essa parada aí, tá com essa missão aí de até 2040 ser o e-commerce mundial dos restaurantes e delivery. Fechado. Eu já tô aqui agora que vocês vieram pro mundo da luz e roxinho, eu já tô com o Duolingo instalado aqui já. Tô fazendo meu treinamento que eu tô preparado pras Américas. Pode me p aqui. Latérica do Norte. Eu tô dentro. Eu levo minha aeromoça, ô aeromoço, aqui para fazer o translate.
E tá tudo certo. É interérprete o cabeção? Ah, opa. Intérprete. É tradução é o pé da letra. É interpret. Mas ele é muito quinta, então vou ter que arrumar outro, senão ele vai ele vai interpretar tudo errado. Depois eu te conto umas histórias de interprete aqui. Um abraço, Glauton. Galera do Cardápio Web, muito obrigado por estar apoiando essa segunda temporada de podcast aqui do Clube DeliveryAds. A gente tá fechado nessa missão e vamos para cima. Já é o cardápio digital, né? com maior taxa de conversão, o melhor cardápio digital desse mercado, a gente tá junto.
Obrigado por essa parceria e a gente segue junto aí nessa missão. Então, um alô também pra galera lá de Jales, os três FS, aqueles monstros. A gente vai estar junto aí na Fispal, deixar um abraço pra galera da Repediu, né? Esse CRM que, cara, se conectou muito bem com o método de tráfego e conversão, faz a gente gerar muito mais performance, muito mais resultados pros nossos clientes de restaurantes e delivery e também pra galera da Reportei que tá emergindo agora no mercado de food junto com a gente, né? já integra aí com mais de 40 soluções do mercado e agora tá com a nossa bandeira, a nossa briga para que a gente também integre com tudo que há de tecnologia aqui dentro do nosso mercado de food para ajudar na rotina ali, né, da agência, do gestor de performance que atua dentro desse mercado.
Tamo junto, tem o link aqui na descrição desse vídeo de condições especiais dos parceiros. Obrigado pela essa parceria e estamos junto. Caramba, hein, cara? O cara fala 4 minutos sem parar, cara. Fernandão, fala aí como é que foi essa viagem, cara. É, eu vou eu quero nesse ponto. Você falou do da galera do Burger Tour, eu, cara, sempre do Burger Tour, eu sempre eu sempre acompanhei a galera, principal o Thagão, Júnior Peto, principalmente esses dois. sempre gostei muito do conteúdo dos caras quando tem eventos, pô.
É uma das palestras que eu não perco quando é a palestra do Júnior Peto mesmo. É uma palestra que eu não perco porque ele tem essa parada da cultura que eu acho muito massa. Mas eu nunca de forma intencional quis me aproximar. Nunca fui num Burger Tour. Não, Burger Tour eu nunca fui num É. Então eles eles estão assim menos frequente acessíveis, né? ou menos frequentes nessas últimas temporadas aí, porque eles amassaram o barro, fizeram evento no Brasil inteiro, era um por mês, mais ou menos no modelo que os meninos do Hamburgueiros do Brasil tá hoje, o Maicão. e aí eles foram tipo selecionando depois e fazendo poucos eventos.
Então, creio aí que esse ano só vai ter um, o de São Paulo. Aí lota, esgota rapidão. E aí tem vários nomes gigantes, né, que vem, mas eu digo pela própria comunidade, eles fizeram, se você for pensar, essa estrutura do Burger artesanal, ela é nova. Sim. Tipo, vai, tem 10 anos essa história de um Bger artesanal, burger alto, pão de brioche, tal. A galera que tem negócios de sucessos nessa era não não são os old school, né? São uma galera mais nova já.
É, então assim, mas eles fizeram algo que é muito verdadeiro, então assim, foram se conectando e até o dress code dos caras é igual, né? Então assim, pô, a primeira vez que eu fui no evento, eu falei: "Velho, tô tipo deslocado aqui, deslocado, porque todo mundo de bermuda você vai num evento de bermuda meia al preta lá na canela". Aí o Thagão que agora não sei se tá acompanhando, ele tá tipo picking blinders, né? É assim que fala perfumes de nichos.
É, isso, isso aí os caras fic no grupo aloprando ele e tal, mas assim era o mesmo dress code de todo mundo, né? Então assim, você fala, pô, olha que que é o senso de comunidade, todo mundo tatuado, né? Sem combinar. E aí o Maicão zoa, né? Pô, você vê um cara de blazer, esse cara não é de hambúrguer, é pizzaria ou outra coisa. E aí ele sempre zoa a gente. É, então assim, eu me inspirei neles como senso de comunidade porque eu falei: "Pô, é isso.
O dono de restaurante, ele precisa ser ouvido, ele precisa ter esse senso de poder passar a mão no telefone pro cara que tá do outro lado da esquina e não achar que o cara é um concorrente. Só que muita gente não sabe. Já plantei e faço isso desde há 23 anos atrás, porque a primeira associação de pizzas do Brasil nasceu no meu escritório. Meu pai é o fundador, Ricardo Barros. Um beijão pro meu pai. ele fundou a Associação de Pizzarias Unidas.
Então, eu vivo esse senso de comunidade, de ser amigo do concorrente há muito tempo. Então, quando eu fui pra Fortaleza, quando eu vi o visitos outros lugares, eu falo: "Velho, você já ouviu falar dessa pizzaria?" "Ah, já. E essa? são meus concorrentes de praça e a gente é amigo. Quer, quer que eu te prova aqui, ó. Ó aqui a gente falando de lucro. Ó aqui a gente falando de resultado, ó aqui a gente falando que mandei embora não é para contratar.
Pô, velho, a gente é unido. É uma tribo. Parece que na internet o McDonald's e o Burger King é treta, mas velho, quando eles sentam lá na mesa de fast food, eles se ajudam, né? Então tem que quebrar esse senso de tipo, ah, o cara ali tem os tem os É que talvez a maioria dos donos ali, cara, eu não vou dizer a maioria, mas uma boa parte dos donos ali enxerga como concorrente porque acha que, pô, eu quero as vendas só para mim e se eu abrir minhas portas aqui, o cara vai querer as vendas só para ele.
Mas não é, cara, se os dois não dão conta de atender a demanda, então, pô, é parceria mesmo, cara. Tem que ter esse sent. Vocês conheceram o Rafa? Rafa da Dom Rafaelo. Sim. Pô, eu tenho história antes dele. Eu tenho 33 anos de food. Ele tem vai fazer 10 ou 11, velho. Ele foi chegando nas regiões que eu tenho loja. Eu falei: "Velho, será que vai dar certo essa pizzaria com cara de hamburgueria toda grafitada, caveirinha? Tanto que minha mãe chama é a pizzaria da caveirinha, né?
Que tem uma caveirinha. E ele transformou o negócio dele com brand. Então ele era uma pizzariazinha tradicional fornal lenha com brandzinho lá de um pizzaiolinho, tal. Ele transformou e a gente divide a área, velho. Ele tem loja a 400 m da minha primeira loja. Eu deveria ficar puto com o cara, mas não. A gente é brotherasso. Tá lá no meu evento palestra, a gente ia falar, deu o palco para ele no evento. A gente vi passando um nome aqui, tá pagando o iFood.
Tá, vou deixar para lá. Treta com iFood quando precisa tretar. Entendeu? Então nós somos unidos na zona oeste de São Paulo. Ó, Jet Pizza, Didio Pizza, Tomanink, Tom Rafaelo, Cadalora, a gente é fechadaço. É que o amor da Cadalora é pastor, né? Mas tipo, com Tid ele não vai entrar nas tretas. Mas os outros quatro falou: "Velho, se atacar um, atacou todos". Tanto que nessa treta aí de 99 iFood, a gente se encontrou e falou: "Velho, se alguém levar uma com a gente, vai tomar, vai tomar".
E foi o que aconteceu, né? Foi o que aconteceu, porque na hora que começou essa guerra do delivery, a gente se uniu e falou: "Velho, se um for atacado, todos se levantam". E aí a gente conseguiu dar o recado, graças a Deus, boicotaram todos, sim, todas as lojas. E eu afirmo, já tem vídeo aí rodando. Ah, polêmico, Ah, você tem prova? Tenho prova. O dia que o iFood quiser vir pro pau, pode vir que eu tenho prova a dar com o pau para provar que boicota assim, né?
Ele não não se aguenta. Ele não se aguenta. Não, não aguento não. Porque é o que mais toca o meu celular. É o dia inteiro. Eu mostro aqui para vocês. Eu tô quebrando a exclusividade, eu vou ser boicotado. Vai, mas tem o jeito de você ser menos boicotado. É assim, ó. Segue esse padrão, manda esse texto. Eu já tenho esse texto jurídico. Ol, contrata aqui minhas advogadas. É isso aqui e vai. É fato. E isso eu tenho que concordar. O dinheiro que eles colocavam, eles não têm mais obrigação de colocar.
Agora tirar da lista. Aí é onde eu não concordo e é onde eu vou obrigar até eles pararem de fazer isso. A hora que parar, beleza. Aí eu vou ter que arrumar outra treta. É muito novo, né? É muito novo. Eu acho que como surfou como como único player, vamos dizer assim, depois da saída do da Uber Eats, não teve mais nada, né? Acho que eles ficaram eh sozinhos aí nessa corrida. E aí com a chegada dessa ameaça, eh assim, eh eu sou iFood, velho.
Eu gosto bastante da do DNA da empresa por ser brasileira, né? Por ser uma parada que a gente tem, não compra essa narrativa. Nasceu no Brasil, só não é mais no brasileiro. Não é mais, né? Já é pros, já é algo maior, né? Mas já é neusolandes agora, mas nasceu no Brasil. Concordo. Mas eu gosto da tecnologia também, como empresa. Ó, para vocês entenderem, eu falo com a galera da Seos Force, os caras falam: "Mano, iFood é embaçado". Eu falo com a galera da BTG Pactual, o iFood é embaçado.
Como empresa de tecnologia é indiscutível e a gente nunca vai discutir que é uma plataforma incrível a nível mundo. Mundo é os próprios meus amigos que estão lá dentro dos amarelinhos da 99 fala: "Mano, a plataforma do iFood é muito boa". Só que a gente entrou numa parada que é tipo anti comércio, né? Anti concorrência, né? É claro, pô, que cadê o livre comércio, cadê a, né, o não monopólio. E aí eu vi inúmeras coisas em, sei lá, não deu nenhum ano ainda, né?
De agosto do ano passado para cá, tiveram coisas bizarras assim com os outros chineses lá, né? Com a Meituan ali, né? Tiveram certos problemas até. Não, e vai rolar muita coisa ainda. Isso aí é isso aí é coisa pra gente olhar daqui dois anos e aí poder fazer uma análise. A água acabou de começar a rolar ali, cara. Nem sabe o a velocidade da correnteza ainda. Mais uma coisa é fato. As primeira onda ainda do tsunami acabaram de bater. Ainda vai vir água para caramba ali.
Vai. E não. E a e a quita nem começou, nem desceu pro play. Tipo, ela nem desceu pro play. O Godzilla, o grande monstro, são eles. Não é nem a 99. Não, assim, a 99 não tem como voltar mais agora, galera, por dois fatores. Os caras já fazem receita no carro. Sim. Certo. Já fazem receita no carro. Já tem um usuário no app, né? Isso é muito forte, né? Já aí quando a gente vai pr pro repedil, a melhor plataforma de eh food analytics do mercado.
Se você quer saber onde o cliente tá, se é no cardápio digital, fazer um jabazinho aqui também, né? Lógico, meus parceiros, quer saber se tá no cardápio de jeto, se tava no iFood ou se foi para 99, o mesmo CPF só tem essa plataforma para você ver. Então, quando eu falo, né, mostra lá a tela, inclusive vou subir um videozinho que eu consigo enxergar que o cliente que comprava no iFood tá comprando a 99 mesmo sem cupom. Então, já tem aquele cara que falou: "Pô, gostei dessa plataforma também, porque acho que a o que vai cair por terra é uma narrativa que a gente escutou.
O cliente é do iFood, chupa. Não é, não é, nunca foi. E o cliente é de da conveniência. Aonde estiver conveniente, ele vai se plugar, certo? E se for o cliente de um restaurante X, me empresta aí o celular aí. meu celular. Vamos ver se vocês concordam comigo. E você que tá assistindo, empresta aí. Você usa esse aqui? O celular que do de Adão e Eva? Não. Celular de Adão e Eva é uma maçã, certo? Sim. Você pode comprar na loja da maçã, não ganha o dinheiro, então também não vou ficar dando patrão e moral para eles.
O celular da maçã, você pode comprar na loja da maçã que é bonita, você pode comprar na Americanas, você pode comprar na Casas Bahia, você pode comprar onde você quiser, no perigo e até na lojinha assim, sabe? Separadinho. Você quer a conveniência, você quer a marca. Então o jogo é constrói e marca aonde o cliente vai comprar o canal, deixa ele escolher. E aí a grande questão é que muita gente falou assim: "Pô, mas e aí como que você vai fazer?" Sabe o que eu fiz?
Eu coloquei todos os preços iguais. Agora o meu preço do iFood é o mesmo da 99, que é o mesmo do meu cardápio digital. Onde ele vai comprar? Deixa ele escolher. O que eu quero que ele compre marca, no caso Tomanic, no caso Baruf. Agora que agora tem o Burger primeira mão, hein? Ó, em primeira mão, mão. Estamos já finalizando aí o processo de ajustar toda manin um burger do meu querido Alex Baruf, podrão. Excelente pessoa. Um abraço, Alex Bar. Podia chamar ele para vir aqui, hein, mano.
Com certeza. cara inteligente assim, quem olha aquele rostinho ali não sabe o potencial que tem. Eu até brinco que eu me sinto incomodado quando ele tá na aula de tão culto culto, velho. O cara é teólogo, filósofo, pô, um excelente empreendedor, humilde. Aí você fala: "Pô, velho, sereno conversa na moral, com bizarro, é bizarro, é bizarro, é bizarro, bizarro. E aí esse e aí a gente vai pro multiculinárias, em vez de eu ter maior desgaste de construir marca, tal, vamos unir força, né?
Eu já tenho expressão na nas plataformas, já temos como escalar no delivery, já temos como fazer gestão, porque o BPO financeiro dele é o meu, então a gente já tem a gestão ali meio conjunta. E aí bora só surfar a onda da marca e bora fazer podrão pro mundo. É nós. Legal. Muito bom. Muito bom. Você queria falar da NRA, era isso? Você queria falar? A gente interrompeu. Pô, na verdade eu deixa eu falar de marca, vou deixar você falar de R.
A gente começou a falar, o assunto foi indo, ele buscando conhecimento internacional, a gente entrou na NRA. Olha a caixa dele. É, não pega aí, filho. Você Vamos falar de Vamos só vai, vai. A gente já vai para RNA aqui, ó. Mas antes de RNA, vamos falar de marca, que que é contar história, né? Marca é história. Estamos, estamos no ano que, a Fórmula 1 tá sexy. Não sei se vocês estão estão acompanhando, mas a Fórmula 1 tá sexy. E aí, dá essa caixa brasileirinha de novo, né?
É, essa caixa aqui é do brasileirinho. Esse é o carro do Bortoleto, que por um acaso é um osasquense. Cadê aqui a bandeirinha de Osasco? E aí a gente vai contar uma história na caixa de pizza. Essa é uma caixa patenteada, tá galera? vocês não acharem que, ah, eu vou copiar, custou quase 100 conto a patente. E aí você recebe a pizza e monta um carrinho aqui, ó, de corrida colecionável. Serão os 11 carros da Fórmula 1. Então você vai poder ter a escuderia.
E aí eu tô negociando para quem tiver os 11 carros e provar que tem os 11 carros, vai lá na pizzaria e, se Deus quiser, vai ganhar um cuponzinho para ir lá assistir a corrida. Não, a corrida do domingo, né? Que eu tenho eu tenho noção no pado no Padok eu já ia passar ali Osasco pegar umas qu c já Mas na no treino a gente tá correndo para pelo menos sortear alguns ingressos. Então isso a gente vai fazer um sorteio de alguns ingressos e aí você recebe a pizza para quem gosta de corrida e começa a montar o carrinho lá com o seu filho, com a sua filha, né, com o seu querido ou quem é adulto e é senhor ama ama corrida, né, ama automobilismo, vai montando e aí depois que você come a pizza, você vai montando o carrinho.
Eu vou montando aqui pra gente não ficar todo mundo olhando só eu montar até o final e mostro pra vocês. Mas o carro fica montadinho aqui, ó. Aqui é o chassi, aqui é a asa, aqui é o bico e assim vai as laterais. E aí você vai ficar com um carrinho aqui. Eu vou deixar de presente para vocês contarem essa história. E esse é o carro do Bortoleto. E aí, falando de marca, tão meus principais parceiros aqui, ó, Tirolês, que é a minha marca de queijo, né, de mozarela, meu parceiro de mais de 20 anos, Nestlé, e meu querido, um abraço pro meu querido Gerson, prefeito de Osasco, prefeitura de Osasco aqui, que vai fazer essa ponte para, se Deus quiser, a gente entregar essa caixa. não foi entregue ainda, então já tô usando esse podcast para provocar ele.
Gerson, precisamos entregar a pizza pro Bortoleto, que mora em Osasco, e chegar lá com uma pizza e contar essa história pro brasileiro que tá na Fórmula 1. Isso é maraving post. Você entende? A Muito legal, cara. Você entende a questão de andar unido, de ter um mentor, de ter tá em comunidade? Nem todas as ideias vem de mim. Só que é de um parceiro de mais de 10 anos que é a DCX Embalagens. Um abraço pro Eduardo. Que o a história dele, deixa eu ver se eu pego aqui, ó.
Lê aí em inglês aí. Você que é bom. Fora da caixa. Out. Out of box. Out of box. Out. Out of box. Como que é? Out of box. Out of a box. Não é que você falar inglês, ô bonitão, você não pode abrir o a boca. Você tem que assim, ó. H of box, né? H of box. aulas de duo língua ao vivo. Bruno fazendo isso aqui. E aí esse cara pensa fora da caixa, meu parceiro. DCX embalagens. Que isso aqui?
Como montar a embalagem? Tem um vídeo isso aí, tem um vídeoaula, tudo mais. E aí fala: "Pô, Fernando, eu queria ter essa embalagem". Chama lá o pessoal da DCX, fala que viu aqui no podcast, quem sabe, né? A gente arruma até um patrocinador aqui, né? Pro podcast, né? Fala que viu no podcast e aí você fala: "Eu quero a caixa da Fórmula 1". Agora, eu não sei quando vai sair esse episódio, tá rolando a caixa da copa. Aí a caixa vira um peteleco, sabe?
Peteleco. Hã. De ser jogador de Campinho e aí você vai montando pra Copa do Mundo que tá aí já, né? Eu falei: "Pô, não quero tanta caixa da Copa do Mundo porque o Brasil não vai passar da das oitavas mesmo, né, velho? Que esse time ruim que tá. Então eu acredito, tá? Não vai dele não, eu acredito. Bora nemar tá lá menino Nei vai trazer o exra para nós. Acredito mais no meu no meu ex Palmeiras lá no Endrick P menino Nei tá que pode ser hein?
Se você tá vendo esse episódio, a Copa do Mundo já aconteceu ou não aconteceu ainda, comenta aí quem que foi. O Bala, o Hexa vem, comenta aí. O Hexa vem. É isso. Então, construindo marca, acho que o que me fez vir até aqui é isso, né? tanto nos negócios, tipo na Tomanink, nos outros negócios que eu já tive, é constru uma história, uma marca, uma narrativa, né? Hoje se fala muito de narrativa, mas é tem uma alma, né? E aí você conta isso pro seu cliente, o seu cliente percebe isso.
Eles vendem hoje narrativa, que é uma coisa que você precisa e inventar e contar, não é isso? É algo que você precisa ser, né? Exato. Então, assim, eu acho que o marketing é marketing. Eu falo isso em qualquer lugar. Não existe marketing digital. Se te contaram isso é balela. Eu estudei marketing, sou profissional de marketing. Não existe marketing digital. O que existe é marketing aplicado no digital. Porque o Kotler, o pai do marketing, tudo que ele escreveu funciona em qualquer plataforma.
Diferente no do 1.0 ao 5.0 agora, né? Ao cinco. Do jeito que você quiser, o cara continua sendo o cara. E aí vem os gurus de internet. marketing digital, nenhuma, velho. É só o jeito diferente. É o canal, é o canal, é o canal, né? Então assim, vamos respeitar o canal. Se o iFood, se a 99, se a quita pede que o canal é que você entregue rápido, respeite o canal. Então seu marketing tem que ser entregue rápido, faça, cumpra as promessas, né?
Acho que e dando até o crédito de quem eu escutei isso, do Eric Momo da Milov. É o market promete, a loja entrega o que o market prometeu. Isso aí. Aí se você conseguir unir os dois, tá bom. O ruim é quando o cara faz uma foto de inteligência artificial, aí você fala: "Nossa, vou comer o lanche do Ah, calma aí que eu fugi o nome agora aqui." Au au au. fui no lugar, velho. Terceiro melhor burger do mundo. Lá para Chicago.
É lá em Chicago. Aí a gente já passa a voz aqui pro Otávio fazer pergunta dele. Otávio. Fazer a pergunta dele. Ó o Cheval. Ó o Cheval. E você vai lá, pô, ma burger bonito. Aí isso é na foto, né? Aí no delivery o ovo chega assim, né? O bagulho tudo torto. Aí não dá. Aí tem que realmente tem que dar, tem que tem que entregar aquilo que você prometeu. É essa. Isso a gente vê muito, né? aqueles comentários ou mesmo avaliações no Google lá, por exemplo.
Tem nada a ver com que não entregou nada, não, não tem nada, não chegou assim igual a foto. É uma mentira. É difícil, é difícil isso. A gente vê, mas a gente vê isso há muitos anos também, né? Tem aquele vídeo para quem é velhin um dia de fúria, que o cara pegava um taco de beisebol, né? E ia lá e dava no do balcão do Mac que ele falava: "Eu quero o lanche daquele tamanho, daquele jeito". É filme da sessão da tarde.
É filme da sessão da tarde. HS. E aí esse filme aí o cara já ficava puto porque não entregou o lanche do jeito que tava, né? E a gente vive igual. Eu mesmo. Tem umas pizzas lá que é foto foto foto foto quando chega dá para chegar igualzinha. Não dá. Ali a pizza não tá cortada, né? Não, não empinando. Não tem o motoboy, não tem a questão de tipo, pô, fez na correria, aquela ali você fez na mainha, né? pegou o uma coisa é bater pênalti no treino, outra coisa é bater pênalti na final, né?
Aí é outra história. Boa relação. Boa relação. Cara bate, o cara bate no meio, não tá nem aí, amigão. No treino ele manda no ângulo e tudo mais. Se errar, errou. Errar, errou. Agora no na final bate no meio. Central. Só quero fazer o gol. já era fazer o paralelo de prometer e entregar, né, que é o do marketing para quem é aluno do Clube DeliveryAds, nos acompanha, né, que é aluno da mentoria APD aqui do Clube DeliveryAds, a gente fala de PUV MU, né, tem tudo a ver, né, com o que a gente acredita aqui, né, e tem tudo a ver com o marketing que a gente trouxe do clube deliv.
Quem não é, precisa clicar no link e conhecer PVMU e meu, eu fiquei um evento inteiro escutando essa merda. Aí eu ficava, que que é PV, velho? Aí os cara também não sei. Eu falei: "E por que que esse miserável só fala PV?" Oh, aí o idiota tem que levantar a mão. O que que é tal de PV? Proposta única de valor. Ah, entendi. É o que a gente promete, né, pro cliente. Aí a proposta única de valor tem que vir acompanhada de um método único.
O que você promete, você tem que entregar, né, através do seu método. Para você que tá chegando agora e é pretende ser um gestor de tráfego, se conecta aqui com os caras, porque são bala, viu? Eu falo em todos os meus eventos. Se não for aluno do clube deliverys, manda embora logo e já era. E ele tá empenhado em montar o carrinho. Do bortoleto dele ali, ó. Aqui, ó. Ó, já tá ganhando forma, ó. Quando a gente tá falando aqui, imagina que você tá lá na sua casa, já acabou de comer, ia entrar no celular, já faz o carrinho com o filhão aqui.
A molecada nem vai gostar, né? Vai pirar, velho. Vai ficar um carrinho mesmo. Vai ficar um carrinho. Vai ficar Vai, Otavião. Desculpa, cara. A gente tá aqui, o gentleman ele. Ele é um gentleman ele, cara. Bater a mão nessa mesa e virar tudo, você vai ver. Ai, Fernandão, fala aí, cara, como é que foi essa experiência de ir para fora buscar de novo, né? Buscar conhecimento. Fala um pouquinho da feira lá pra gente, cara. Que você deu dessa NRA foi bem forte, né?
Não, essa essa RNA assim foi incrível. Muita coisa para inovação lá. muita coisa de robô de robô já rodando em cozinha. Em cozinha. E aí você vê que a loucura, né, a fissura do americano de quickly, de ser rápido, rápido, rápido e ter padrão, é o que eles transformam em máquina. Então assim, pô, a gente visitou lá a fábrica que faz todos os equipamentos, chama, tô ruim de nome, velho. Vou pegar aqui o nome já. É a fábrica que faz Antunis, faz todas as máquinas pro Burger King, Mac, é, Chicken, Grilet, todos os fast food Food tem máquina dos caras do que vários equipamentos padrão para hamburgueria.
Então, toaster de pão, vários outros itens. E aí faz e aí você vê a cabeça dos caras de ter um processo em linha dentro de um restaurante, que ele seja o menos pautado que o processo esteja no ser humano e sim na máquina, seja num som, seja no timer, seja numa prensa. Então eles querem tirar, por exemplo, do ser humano, talvez vamos pensar no passado, né? Vamos pegar, vai o nosso amigo erenito do pastel. Pastel não tem isso. Tem uma dica, hein, Erenito.
Você coloca lá o pastel e como que você vira o pastel no óleo? No olho, certo? O cara fica ali dando um banhinho no pastel, né? Sim. Se você for levar isso pra batata, no passado também era assim. O cara baixava a batata. Aí ele meio que aí tem gente que usa o timer. Aí lá agora já tem um robô. Vou tentar trazer pro Brasil, para uma hamburgueria lá. Posso fal, não vou dar spoiler. onde a batata, a máquina põe a batata no cesto, o robô no na quantidade ideal, desce na fritadeira e uma aste sobe no tempo certo, joga na mantedora, né, naquela área ali onde fica quente e o ser humano só pega lá e coloca no box.
Dá para fazer essa última parte também? Deve dar, mas lá só tava mostrando esse pedaço. Mas ela pega da área refrigerada, coloca no cestinho, desce na fritadeira e finaliza. Ou seja, sem um ser humano ali cuidando e fazendo toda essa etapa. Eu vejo já um cenário assim onde um ser humano vai chegar num balcão ou num tótem, sei lá, apertar um botãozinho e sai um hambúrguer para ele sem intervenção nenhuma de um ano. Tem essa máquina e nem para entregar para ele naqu não pode filmar porque não não não uma máquina não uma máquina.
O quê? Talvez até vira uma máquina, um monobloco depois. Já é, já é o que eu tô vendo, uma cozinha inteira automatizada, sem nenhum. Já é. Nos Estados Unidos tem, tem um Mac que é 100% automatizado. 100%. E se você for pensar, como a tecnologia não tá ficando tão, não tá tão cara, um humanoide, já estamos falando em 20.000, é sem cruzeiro. Aí você pega sem cruzeiro, sem os impostos louco do Brasil, né, que aí vai virar 1 milhão ou uma noite, mas 20.000 000.
Pô, coloca em hora homem ali. Vamos colocar em reais. Salário mínimo, R$ 2.000. Vai. Certo. Esse cara se paga em quanto tempo? Por ano? Dá 24. Em 4 anos esse cara pagaria. Isso sem contar imposto dos R$ 2.000, certo? De um salário CLT. Salário CLT. Hoje se a gente falar que é quase o dobro, então em dois anos se pagou. Eu vi um e não falta e não vai reclamar que tá na frentadeira e não corre o risco dele quebrar o turno dele, né?
Porque ele vai tá lá. Então assim, se você for olhar por uma questão de eficiência, eu olho, eu observo que daqui um tempo a gente vai ter uma tecnologia dentro das cozinhas diferente do que é hoje. Claro que no Brasil isso vai demorar, porque o custo Brasil imposto é altíssimo, mas lá fora vai ver ficar rápido isso aí rápido, rápido de muito automatizado, diferente do que a gente conheceu nas últimas décadas. um negócio que faz ovo frito, velho. Parece simples, mas assim, ovo frito, você tem que ficar olhando o ovo, velho, senão você perde o ponto da gema e tudo mais.
A máquina, a máquina tem um temporizador, ela quebra o ovo, ela abre o ovo, manda o vídeo, vocês colocam aqui na edição, abre, frita, ela mesmo já jogar para fora assim, aí ele dá uma pirueta e cai certinho na bandeja. Fala bizarro, eu vi, eu tava vendo um vídeo, cara, sei lá, recentemente, um os caras pegaram o robô desse humanoide assim para separar embalagens. Ah, sim, sim, sim. Esse é bem famoso. E aí o cara era um tinha um x de horas que era um uma competição, uma comparação da máquina com o ser humano lá, como tinha um cara mesmo, né?
E depois de x horas lá, a máquina e o ser humano, o ser humano separou pacotes mais rapidamente por uma fração de segundos ali. Só que ao final dessas horas o ser humano tava com o antebraço destruído já de ficar em pá pá pá pá pá e a máquina lá e a máquina foi dando certo, os caras deixaram ela 200 horas ligada, separada lá, separou um monte de pacote num numa esteira de eu então assim um acabamento, uma finalização, então eu acredito que assim esses trabalhos mais finos é que assim velho, eu já trabalhei desse jeito aí é bizarro, não é gostoso pro ser humano.
Já quando eu fui morar fora, morei na Austrália, eu trabalhei numa warehouse, né, que era uma tipo como se fosse a CIA de lá, uma marca de lá, Condura, chamava. E eu tinha que ficar o dia inteiro fazendo picking, né? Eu ia lá, pegava na caixa, separava, tal. trabalho que me deixava burro, sabe? No final do dia. Falava, pô, ganhava um dinheiro legal, mas para ficar batendo mamão, mamão, sabe? mamãozinho o trabalho. Ninguém falava comigo o dia inteiro com fonezinho, escutando música para aprender inglês.
Pá, pá, pá. Mas no final do dia eu falo: "Mano, que trabalho de burro, velho. Com todo o respeito." Mas assim, tipo, eu não tava usando meu intelecto para nada. Eu ia ali e fazia uma função que talvez o macaco, o rato, qualquer um faria, que é segue uma ordem, vai lá, pi, faz o pique, escaneou, ainda era já era no scanner, jogava numa caixa e um outro cara fechava a caixa. Esse trabalho eu acho que já era. Ah, hoje aqui já tem bastante, né?
Mercado Livre já tem a sede aqui em Cajamara aqui que é para lado. Essa pessoa vai poder fazer algo mais inteligente relevante. Mais relevante. Relevante, mais nobre. Inteligente também, né? Igual você falou, né? É. E assim, abrir espaço para um monte de coisa, né? É. Mas você você sentiu que lá na feira tem bastante bastante coisa vindo assim de automação, de IA? Sim, sim, sim, sim. Bastante coisa com o IA. eu acho que pro nosso setor de delivery, eu acho que a questão dos boxes inteligente vai vir, né, que é uma caixa de box que você coloca ali, escaneia o pedido, aí aquela loucura que tem nos deliveries do motoboy, pedido não sei quanto, lá, ele só vai vir, ele vai receber que tá no box 30.
Aí ele escaneia e pega o pedido. Então a gente não vai ter mais o motoboy falando com a expedição ou a expedição chamando motoboy. Imagina que você pega um burger, não sei como faria isso na pizza, porque o box lá não era para isso. Mas vamos pensar do saco craft. Tem algum parceiro aqui de saco craft? Não. Então um abraço pros meus amigos do da Starpack maior e Ricapel, a maior empresa. Atende Netão, Osnir, os brabos Outback, os brabos do mercado braco nosso piloto, né? é nosso piloto Ricardinho Martinez e lá coloca o saco craft dentro de uma caixa, como se fosse um armário, né, de funcionário, só que é dos dois lados de vidro.
Perdão, deu uma chuva aqui de você coloca desse lado, vamos imaginar que é o restaurante, você escaneia e fala que o pedido 30 tá no box 3. Box é o quadradinho lá, caixa de expedição. Aí o motoboy já recebe, ó, o pedido que você vai coletar o 30 tá no box 3. Do outro lado ele vai e recebe. Umcode ali, já abre a portinha, pega o pedido. Tchau. Então assim, tem gargalo hoje no na expedição de vários restaurantes. Acho que o Júnior Peto fala isso muito bem, né?
Ele falar pedido não espera motoboy não. Motoboy não espera o pedido. É motoboy não espera o pedido. Então chegou, tem que sair. Tem que sair. Então nessa cultura dele, esse box já funcionaria muito, porque o pedido tá lá no box, o motoboy pega. E isso pode ser que mude até pros marketplace, porque vai ter mais uma etapa, né? Ó, o pedido tá pronto, tá dentro do box. Quando tiver dentro do box, não é mais responsabilidade do restaurante, aí você começa a brigar com o marketplace.
E aí, pensando nisso agora, aí travou a portinha lá, o QR code não tá lendo. E aí isso aí vai ter as merdas. É, aí vai ter o operador ali que vai ter que resolver essa treta. Mas acredite, se quiser, ó como isso é louco. Eu tava no hotel, vou ter que soltar esse conteúdo. Pedi um dordest, roubaram meu pedido. cara, a galera foi pro rolê do iFood. Você não pode ir, cara? Os caras não quiseram não. Não, eu podia ir porque era um evento aberto, mas eu tinha acabado de perder um brother aqui no Brasil, tal, 16 anos de amizade, o cara piloto, e mecânico, tava arrumando o carro lá na no lugar que ele trabalha, não posso falar a marca que é mundial.
E aí prensou ele, velho, merda. E aí o cara deixou duas filhas, tal, me deixou mal porque meu pai me ligou também mal, assim, tipo, mano, você não sabe quem acabou de morrer, tal, tal, tal, tal, tal, tal. Aí eles acham que eu não fui por causa disso. Eu iria só para dar uma causadinha lá, né? até porque eu tenho vários amigos dentro do iFood, pô. Um abraço aí pra Ana Vidal, uma galera de dentro do iFood, o próprio Marani, que é iFood, e todos os educadores.
Fui lá e dei um abraço no Rafinha. Falei: "Rafinha, você tá ligado que é só na internet que eu sento o pau em você, né? Continuo sendo o seu fã. aí ele deu risada, tal". Então assim, aí eu acabei não indo, né, nesse rolê e tal. E aí eu pedi um delivery, uns amigos meus iam numa pizzaria lá bem famosa, eu falei: "Pô, galera, eu não tô na vibe, não vou ser uma boa companhia, tive ficar aqui no hotel". Aí pedi o DoorDash, falei: "Eu vou pedir até tá tudo gravado, vou subir, depois vocês comentam lá". eu pedi o DoorDash pedido o que tava mais rápido.
Falei: "Olha só, porque o primeiro item é, sabe, na lista rápidos, é os fasters." Aí eu tipo, pá, vou pedido de um rápido. Aí eu vi um que era bem pertinho, falei: "Pô, esse não vai deixar eu fazer o vídeo errado minuto aqui, mano. Tava 200 m." Falei: "Esse não vai deixar eu errar, né? 26 minutos a promessa. Pedi 1 hora15, chamo no chat, o bagulho não chega. Daqui a pouco apareceu lá o status, né? O entregador foi. Aí falei, desci pro hall do hotel a milhão.
Cadê meu pedido? Cara, não, não veio nenhum driver aqui. Olha ali fora que tem um carro. Olhei, perguntei pro cara se ele era entregador. Não. Aí inisso eu vejo um cara andando com a sacola, um saco craft, tipo, sai correndo atrás do cara. Oh, é meu pedido. Aí o cara olhando assim para mim, tipo, what the fuck? Aí eu ti, aí eu sem entregador, não, não. Aí que ele tava com uma sacolinha, né? E eu achei que ele tava procurando, porque o cara falou: "Às vezes o cara não acerta esse hotel, ele vai ali no outro e o cara por um acaso tava sentido do outro hotel".
Aí eu dei risada, eu falei: "Pô, perdi o pedido". Aí pedi a restituição, fui lá. Mas era esse cara com o seu pedido ou não? Não, não. O cara já tinha assumido com o pedido e perdi o pedido. Aí você fala: "Pô, problema do Brasil, não, problema do delivery no mundo, né, velho?" É isso. Tem, esse tipo de boo, infelizmente tem. Eu tinha pedido uma pasta Alfredo 11:30 da noite, o cara falou: "Vou para casa comer essa pasta aqui". Mas você curtiu a experiência do app?
Foi muito boa, muito boa. A fluidez do app, assim, a mesma estrutura, né? Os famosos tapetã próximos, aí e aí é muito louco, né? a expressão de marca, pô, tô num lugar que eu não conheço os restaurantes, que que meu olho vai primeiro num shaking cheque, num five gás, nas marcas que eu já conheço. Total. Eu falei: "Pô, mas eu quero eu quero uma co uma experiência dos não desses que eu já conheço". Falei: "Deixa eu ver quem me pega". Aí eu fui, vou gravar isso, vou mostrar para vocês.
Eu fui pego pela foto. Aí eu vi, eu falei: "Nossa, que bonito, cardápio, estrutura de cardápio." Opa. Engenharia de cardápio. Depois que eu pedi, eu falei: "Mano, a nota era 3.8, velho. Auto índice de roubo dos pedidos, né? Eu não fui por avaliação, eu fui por rápido e se o cardápio tava bem estruturado, cardápio tava fácil, me deu ali uma fluidez de pedido rápido, achei o que eu queria, morreu. E aí eu quando deu problema, que atrasou, que eu fui, deixa eu olhar o restaurante, que pedido uma canota baixa, tal.
Tem uma coisa no DoorDash que eu acho muito massa, que no DoorDash avaliação do item, tá ligado? Tem um, isso eu não reparei, tem um número de avaliação do item. Você entra numa loja, tem a nota da loja, o NPS da loja ali e tal, zero assim. E no item tem tipo assim, a quantidade de pessoas que já comprou aquele item e deu positivo ou negativo. Aí tem a porcentagem de gente que deu positivo ou negativo na linha do item. Isso eu acho muito massa.
Quer dizer, você tá avaliando o produto e não o restaurante. Isso é muito bom. Você tem uma curiosidade só. Você chegou a procurar ver se tinha um canal próprio de venda desse restaurante aí antes de pedir? Não, porque eu queria filmar o Nordest. Ah, não tem não, bicho. Que é Brasil? Não, não. Quando muito, tem um sitezinho. É o Toast Teb lá que faz um trabalhinho desse, mas só que é mais delivery, é fraco. Sim, sim. Mas é assim, eu acho que o americano ele é conveniência pura, velho.
É, entendeu? É conveniência assim, vamos dizer que a gente tem, infelizmente, a gente tem que pensar que a gente tá numa sociedade onde o que se ganha e o que se gasta, na maioria das vezes, não sobra no final do mês. Não quer dizer que lá é diferente, mas eu pedi um delivery de uma pasta Alfredo estruturada, tal. Depois eu passei lá na frente, era uma loja bonita, tal, legal, um restaurante legal e tipo, gastei $9. Se eu não converter, é R$ 39. 39 dinheiros.
Isso, 39 dinheiros. Vou lá no shake check, hambúrguer top de fast food, pô. Vou gastar 20 hoje no M amarelo lá famosinho. Qualquer coisa que você montar um 1000 ali mais um combo mais estruturado, você vai deixar quarentinha. É 40 para cima. Entendeu? Então já é o dobro do dinheiro, entende? Então assim, eu acho que tem que ter um poder de marca, conveniência e aí um porquê do cara baixar, eu quero usar o próprio quer ver uma coisa de uma marca recente, nada a ver com o nosso segmento e que me impressiona o quanto cresceu rápido no meio dos gigantes, a marca On de tênis, sabe qual que é dos tenistas, tal?
Sim, sim. É uma marca que, sei lá, tem um ano, dois, no máximo. Não era tênis, né? Era material de eh não, não, de yoga, era uma parada assim, seja, mas ela vinculou. E aí você vê que o tênis é caro. Sim. Acima da média. Acima da média seria o topo da Asix, o topo da Mizuno, o topo de várias marcas. Então assim, os caras já entraram com precificação. É para qual nicho? Para esse nicho aqui, ó. pá e ganhou um espaço de marca absurdo.
Aí eu falo: "Pô, isso é o poder da marca e de esporte, né?" Então a entrada com de esporte, é, estamos falando concorrendo com Nike, Adidas, Puma, os gigantes aí do mercado e que rodaram bastante décadas de tradição. Então assim, lá em Chicago que eu pude ver assim, como eu faço isso, eu vou pra feira internacional desde 2013. Foi a primeira vez que eu fui para Las Vegas na feira da pizza. Ó, deixa aí, ó. O carrinho tá quase pronto, depois a gente finaliza.
No Bortoleto. E assim, eu vou desde 2013. Em3, eu trouxe uma máquina que abria a massa de pizza. bo para importar que não tinha no Brasil. Lá. Hoje várias pizzarias tem. É uma máquina da Sprisa, uma máquina italiana. então assim, tem essa dificuldade. Às vezes você vê algo lá muito bacana, mas você não consegue importar, você não consegue trazer, você não consegue viabilizar, mas pelo menos você já sabe que tem. E aí eu faço do jeitinho brasileiro, faço aqui, né, a gambiarrinha, o modelo Brasilian Musk. e aí você faz o jeito brasileiro ou senão dá os seus meios.
Importa vir Argentina, Uruguai, o que for para ter a primeira vez, vê se faz sentido. Aí depois você enche o saco dos caras para trazer, que foi o que eu fiz na época, né? Tive que trazer via Argentina, aí deixei um amigo meu lá usando a máquina, deu certo, deu. Aí depois a gente trouxe pro Brasil já como produto usado, tal, tal, tal, mas novo ele que comprou, ele que usou lá, ele que viabilizou, viu que tava dando certo. Eu falei: "Beleza, agora me manda a máquina".
Então, porque tem esses boos. Então, a gente viu lá, por exemplo, uma um forno esteira igual da pizza, sabe? Que entra de um lado, sai do outro, mas para fazer burger. E aí num andar anda o burger, no outro andar anda o pão. Aí a gente falou: "Mano, ó, a viabilidade disso, velho". Porque uma coisa é você ficar ali, né, observando o burger, se tá no ponto ou não tá. Um dá o ponto e o outro só não, um tá só selando o pão e o outro tá assando.
E a gente comeu. É. E o outro a gente comeu uma carne de waguil passado num forno desse, que no teste cego você não fala que tá no forno. Agora que feira, com todo respeito às feiras do Brasil que você vai que tem carne de waguil à vontade para você comer. Só o rolê que você tem na feira já paga a experiência. Imagina Coca à vontade assim, ó. Já de todo tipo. Mistura isso com isso, Fanta com a carne de waguil.
Pega ali uma filhinha de cinco pessoas que as pessoas são civilizadas. Quem gosta de fila é nós. É. E aí você come muito na feira. Então assim, você, eu não gastei nenhum dia para almoçar. Aí eu já falo assim: "Pô, vale a feira?" Pô, pr caramba, você vai almoçar é 30, 40, 50 doleta. Então já valeu esse rolê. Então assim, é e para quem é do food e quer se conectar com uma galera tipo fora da curva, tinha 700 brasileiros lá.
Mas é 700 brasileiros. Tipo, ninguém era um tal de José, entendeu? Era só os big players. Teve um evento lá que eu tive oportunidade de apertar a mão do João, o novo CEO do MEC. Eu nem sabia quem era, porque eu sou a época do Camargo. Aí eu falei: "Tô, tu quer?" E eu ali sentado com o cara, um pobre mortal de frente sentado com experiência muito boa. Incr. É, lá você não vai ver só e maquinário, novidades, conexão. Aí tava tava a elite do iFood lá, né?
Tava todos os redes, tava todos os heads da 99 lá. tava todo mundo. Então assim, para quem já tá num nível de negócio que quer construir marca, quer fazer um dá um novo e para um novo patamar, ter obrigação. Já tem até data, é 22 a 27 de maio do ano que vem. Já fica aí meu ativa o duolingo pro aí. É. Aí, ó. Carrinho finalizado, ó. Caramba, boroleto. Aí o cara pediu uma pizza. Quantas pizzas ele vai ter que pedir?
São quantos carros da esconderia? carros e o último é o da Ferrari. Então a gente começou aqui, né, com esses dois carros e aí a gente Ald e Williams. E aí a gente termina com a Ferrario. Aí quem tiver os 11 carros, se Deus quiser, até lá a gente já conseguiu fazer todos os acertos, ganhar experiência de marca. E olha que legal também, proporcionando momento em família assim do pai montando com filho. Isso, isso foi bem mago. Isso é meu, meu moleque pirou.
Ah, imagina pra minha sorte, né? Tipo aqueles pai que não sabe competir. Na semana que essa caixa saiu o protótipo, saiu um uma lição na escola. Fazer um brinquedo de caixa. O pai, o pai fez assim, ó. Tom meu garoto. Já vem pronto. Ó, filho, leva seu presentinho. Tom meu garoto. Tipo aqueles pai que contrata arquiteto para fazer uma maquete, trabalho de escola do menino. E aí eu falei: "Leva, moleque". Então tá aqui, aí a gente tá fazendo ativação de marca com os parceiros, tá contando uma história, né?
Para quem tem, para quem tem perto dos 40, tem quanto, Bruno? Eu tenho 334 ano, cara. V criança. Para quem viu Sena correndo, isso aqui tem um, né? A Fórmula 1 tem outro, outra pegada. E falando de marca, pô, não usava ASX há muito tempo, saiu lá o ASX, homenagem ao Sena, não queria nem saber o valor, velho. Nem olhei, pá, comprei, porque eu sou louco, velho, pelo cena. Aí eu falei, aí eu comprei o tênis, falei: "Pô, o tênis é de corrida, mano".
Falei: "Não vou correr com esse". Eu vou usar, vou ter que começar a correr. Ó a aceleração aí, jovem. Hã? Ó a aceleração aí. Tem DNA? Sim. Tem proposta aí? Tem. Sim. Não, não, não. Eu me ligo com automobilismo há muito tempo, né? Sempre andei, sempre tive carro antigo. Vocês gostam de carro antigo? Eu gosto de carro. Vim no carro agora com meus filhos, falei, vamos ver um vamos no final de semana pr pro encontro de carros. É, em Lindóia. Águas de Lindóia.
É o da Volks lá. Não, aí não. É o maior evento, né? De carro antigo. Aí meu filho ficou olhando, eu falei igual aquele pequenininho que o papai tem em casa assim. É o Opala. Ele, sério que você vai comprar o Opala, pai? Mano, meu moleque nunca entrou, o mais novinho. Aí eu falei: "Não, filho, calma que que que vai lá ver. É lá é caro os carros de lá, mas vamos lá. Então, vou pegar o final de semana, vou com eles para lá para curtir.
Então, assim, eu gosto de automobilismo, eu gosto de carro, sou um amante, né, de carro, de colocar o módulo Taranto é zoeira. Não tenho mais essas carro. Mas você já fez isso? Já muito. Rebaixar carro, colocar som, isso, filme, loucura e suspensão de rosca, suspensão de Nessa época não era, era duro, não tinha que tocar. Imagina tinha conhecer esse Fernando. Esse Fernando era fesse Fernando aí não é muito, não era muito certinho não. Esse aí, esse aí o passado. Quem tiver assistindo aí vai falar: "Isse aí dava trabalho, isso era louca".
É, em Osasco, velho. Eu fui famoso em Osasco. Eu tinha uma motona, uma Teneré, que era uma moto 600 cilindradas na época. E aí a galera me via entrando, é, um tratorzão. E eu empinava, né? Eu tive uma equipe de willing, né? de show, de show mesmo. E aí o cara escutava o barulho, os caras, por isso o da treta é porque eu falo, velho, não é que eu sou um personagem, não, é que eu já vivo isso. Então, numa praça ali, chamava praça do samba em Osasco, eles escutavam o barulho, a galera já lanterna.
Aí eu vinha e empinava e quebrava a lanterna. Aí já tinha uma na mochila, só trocava e já era. Olha a loucura. Olha isso, Fernando. Era do grau. Do grau. Vou mostrar a foto aqui, ó. Fernando mil grau. Fot Fernandinho do grau era Fernandinho do Grau era. Era o meu codinom seu codome. É. E aí muita gente assim era moleque magrinho, com a moto super pesada, vários caras achavam que era ladrão, tal. Ladrão mesmo assim, ladrão é tipo a xistezona. É, era moto de fuga, tal.
Os caras fala: "Mano, esse maluco aí é ladrão". E dava uns pelé, né? Ah, menor de idade. Para você ter ideia, eu tenho moto desde os 14. Eu falo, meu pai não tinha juízo, né? Eu tenho moto desde os 14. A dos 14 ele que comprou. Dali pra frente fui eu que comprei já, mas com 17 eu já tinha essa motona menor de idade, entendeu? Eu compro uma moto com 16 anos, mas era outros tempos, né? Aí eu lembro que com 17 virou crime se andar não não habilitado.
Não habilitado. Até então era tipo uma só uma contravenção. E aí meu pai falou: "Ó, não vou ser preso por sua causa não, velho. Se vira aí. aí eu comprei uma mobilete, fiquei quro meses, eu acho, de mobilete. Mas montei uma mobilete que dava 130 por hora. Misericórdia. Do nada, dois tempos tem hoje tem. É dois tempos. Mobilete é dois tempos, mas era o escapamento de competição, mandei importar da Itália o carburador tal dava 130 por hora. Aí os caras falavam, os caras de motão e eu que aquela desgraça lá.
Eu não fui doy não, fumaça, mas eu dava um grauzinho, cara. Dava. Eu tive uma XTZ. A minha motinha era era pequenininha, né? Era 150, 125. XTZ 125. No meu aniversário de 16 anos, né? Aniversário em novembro e dezembro eu tô de mandar que aqui ó. Olha, velho, Tenerê. Lá ó lá. Aqui ó. O Fernandinho do grau. Esse aqui. Esse, esse aqui era bagunceiro. Quando vocês acham essa olha essa cara de boy aqui, ó. Churrasqueira lá. Aquele lá era de chuma aqui, ó.
Era de churrasqueira e tudo. Sabe onde tava a placa? Aqui debaixo do banco, velho. Era bagunceiraço. Aí aqui, ó, os meus amores. Aqui ó o palão. Muito bom, cara. Ah, tem um valor desse aí. Aqui, ó. Aí já tá aqui, já era mais humilde numa criryptonzinha, sem cilindradas na mainha, ó. Mas aqui já provava que tinha futuro. Aí um amigo meu hoje é profissional disso. Ele trabalha pro pra Hot Wheels em Park lá na Europa lá. Um abraço pro Dudu aí.
Fez a vida do fazer fez a vida no Willen. Ele é um dos poucos caras que fez assim, fez a vida, vive disso, trabalha com isso. É um educador lá também, né? de William que lá chama dublé, né? Você não, o cara que faz essas curva é um stunt, então ele é um dublê. Aí ele faz o a parada do carro de andar assim de duas rodas das as paradas tod. Não sei se vocês lembram que faleceu um cara aí no Beto Carreira, tal, amigo nosso, tal, quando eu vou lá no Beto Carreira eu conheço.
Os caras são numa nova geração, né? Não é da minha geração. Então assim, eu ligo pro Dudu, falo: "Dudu, quem tá lá?" Aí ele falou: "Ah, fulano, ciclano tal, vai lá, fala que é meu". É isso. Então, quando eu falo sou quebrada já fui, né? Eu tô na skin de boy, mas eh já fui quebrada para caramba. Que da hora, raiz. Quem quem viu o Fernando atual não conheceu o Fernandinho do Grau, cara. Fernandinho do Grau. E quando chama de beira, então beira é de beiraar.
Nossa. Aí eu falo: "Nossa, beira". Aí minha mãe que pediu para tirar, porque um brother meu, isso é resenha, um amigo meu tinha lá salvado Fernandinho Beira, foi pro Rio numa festa, o sua puxou aí F, né? Bem no começo tinha, sei lá, 10 nomes, o cara olhando, aí tava lá Fernandinho Beira, caraça, é amigo do Beiramar, então nossa, tomou maior esculacha até ele explicar que era um Zé Ruela de São Paulo, que não era o tal. Aí minha mãe que pediu, falou: "Não, tira esse sobre esse apelido aí".
Mas tem uma galera do futebol, da quebrada, da comunidade, da favela que tudo conhece. Ah, é o Beira, é o Beira, é o Beira. Aí eu já sei, pô. Isso aí é da época que eu era da Pav virada. Ô Fernando, ó, a gente acabou de conhecer agora o Fernandinho. Poucos con o Glau até achou que era criminoso, você era do Corre, era do era da do lado oculto. É, ele chamou o Fabiano. Você sabe que o Fernando, mano, ele é ele é perigoso.
Aí o Fabiano, para isso aí é o storytell dele. É market. Abraço PL. a gente já sabe que você passou por várias etapas aqui até chegar hoje. E que que você enxerga pra frente, cara, com principalmente agora com em relação a IA, tecnologia, tecnologia/ IA, cara, que que você enxerga pro nosso mercado? Como que isso pode ajudar a gente e a todos que estão começando ainda? Nossa, velho, eu acho que assim, a gente vai gastar muito menos tempo para umas coisas básicas assim, tipo, vai resposta, certo?
Resposta de chat, resposta de dados, inclusive também, chat, não. Resposta de chat, eu acho que já é um, isso já é realidade. Já é realidade, mas assim, não é todo mundo que usa. Uhum. Né? Tipo, uma resposta automatizada ou reposta por IA. plausível para alguém que tá perguntando algo como onde está meu pedido e não vi uma resposta tipo seu pedido já saiu para entrega. É, olá, senhor Brunos, estou verificando aqui, blá blá blá blá blá, olhei no sistema. Olhei no sistema e está X pedidos.
Acho que é isso. E aí, para ir a o que mais me chamou atenção, deixa eu ver o nome do cara para não falar besteira, é um cara de um restaurante chamado Severina. Você foi pro evento do Marani? Felipe, Felipe, Felipe, um abraço para ele. Ele bugou minha cabeça porque eu já tava numa parada de escrever umas paradas no Lovable. Aí eu vi aquela parada que ele construiu ali do nada. Aí eu falei, mano, eu vi um cara acessível, um cara que não é de dados, um cara que não é de TI, um administrador de faculdade, né, de formação, menino novo, novo, apaixonado por alguma coisa e ele construiu algo que todo dono de delivery, dono de restaurante precisa, que é dados na mão, né?
E não dado do jeito que vem dos PDVs, que você tem que entrar nessa tela, sair dessa tela, entra nessa, entra. Então tem várias soluções agora do tipo, manda um áudio, ô fulano, sei lá, vai ter um nome, né? O a sempre meu agente, a minha é a Júlia. Ô Júlia, quanto, como que foi nosso desempenho esse final de semana? E ela já bate aqui sem eu ter que entrar em tela nenhuma, sabe? Então, acho que isso economiza tempo. E eu vejo um cruzamento de dados do tipo, por que que você acha que por que a nossa performance foi menor?
E aí ela vai bater sazonalidade, seja disso, seja, ah, porque choveu no dia, vi aqui que faltou motoboy, tinha X motoboys a menos ou lá. Então eu acho que a gente leitura mais completa do negócio, é, vai ficar mais uma coisa mais tipo como se fosse um resumo que no passado, né, um consultoria lá para tipo te dar um dossiê do que tá acontecendo. Então, rápido por uma pergunta, já tá tudo ali integrado e aí até não tem. Beleza, vou fazer aqui, ó, para você que precisa ter, você que tem um delivery, você que tem um restaurante num geral, até para vocês na escola, tá? checklist, eu tô com uma solução com inteligência artificial embarcada, que não tem como enganar.
Chama audita fácil aí. Auditfácil.ai. Fechou a loja. Estamos aqui nesse estúdio maravilhoso. Quem me garante que o cara baixou o disjuntor para não dar uma chuva e queimar esses equipamentos? O dono daqui desse desse desse podcast aqui do espaço, rico, milionário, vai est aqui. Mas como que ele garante que não vai queimar? Nessa solução e serve para restaurante ou serve para qualquer coisa, você tem que mandar uma foto do disjuntor baixo. Detalhe, só pode ser foto na hora, não pode ser foto gravada.
Upload. E ele fala se o disjuntor que você queria que baixasse tá baixado certo? E aí limpou o banheiro, ficou lá o sei lá, o papel higiênico, não tava o rolo cheião, sabe? tava já magrinho ali, uma meia volta já ia dar pau. Ele informa, ó, limpou o banheiro, mas a reposição do papel higiênico já deveria ser trocada. Isso é o auditácil ponto aí. E aí a gente usa isso para tudo. Checklist de abertura. Abriu a porta, limpou tudo, tem que mandar foto.
Fechou. Quer ver um bo de restaurante que todos assim, 9999% erra. saiu, tem sistema de gás. Se você não fechar o registro no gás lá fora, se explodir o prédio, o seguro não paga porque tá dentro da sua instalação, porque você deixou o registro aberto, ou seja, você gerou risco pro seu negócio. Então, por que que eu vou pagar? Se você é tipo você dirigir bêbado, você tá errado, entendeu? E muita gente não se liga nisso, que é os por menores.
Então, se você tem uma solução como essa, tipo, você vai lá em planta, cria os seus fluxos, seus processos, certo? E ele audita para você. Então, ah, o estoque, o estoque tá arrumado, você cria lá o padrão, ela vai criar um a pessoa tirou a foto, não, não tá no padrão. Quem tinha que tá ali naquela prateleira, na segunda prateleira, era o guaraná, não a Coca-Cola. Isso falando de a bizarro, porque eu já conheci outras plataformas, mas não tem essa inteligência e dá para você burlar.
Você salva ali uma foto, sobe e sobe. Tá certo? Tá a vida toda certo, né? Esse não. Você tem que tirar a foto ali, ao ele não permite você subir a foto, né? Ah, mas é brasileiro. Dá para tirar uma foto da outra. Beleza? Tem a cerca também para saber se o cara tá dentro do restaurante para poder subir a plataforma. Então, respondendo para ti, eu acredito que eu acho que a inteligência artificial ela vai nos dar uma velocidade de criação e de gestão que a gente não tinha.
Eu sou louco das planilhas, né? Como eu falei no início, sou um data science lover, né? Tipo, eu sou o cara que ama dados, mas, pô, quando eu pego todos esses dados, exporto e falo para ela fazer a análise dela, a gente começa a discutir. Vocês acham que eu sou provocativo? Conversa com o meu agente aqui para vocês ver. Dá até raiva. Tem hora que falou: "Calma aí, bro, hoje eu tô na paz, tá? Hoje eu tô light, não vamos debater não".
Mas porque ele é análise de dados, ele é ele é provocativo. Aí o agente dele escreve assim: "Teta, treta, treta". Para compilarinha. Não, ele já começa assim. E aí, capitão? Qual é a guerra que vamos resolver hoje? Ah, moleque, bora, vamos para cima. O delivery é um é um negócio é muito digital, né? E aí a gente tem muito contexto, a gente tem muito dados, né, para trabalhar. Então, aí a compilando tudo isso aí, eu tô eu tô batendo bastante nesse tópico agora que é a IA de forma cognitiva, que é isso que você falou, é ela entender e ela te trazer informações a depender do contexto.
Ali você falou: "Porra, por que que foi ruim? né? Não preciso eu passar esse contexto para ela, porque ela sabe que choveu, ela sabe que você eh operou com menos motoboy porque ela tem o número de motoboy que trabalhou naquele dia e o do final de semana passada. Então esse quero convidar vocês dois, pegar um aluno de vocês nessa plataforma já tá integrada com um, acho que tá finalizando com o Cardápio Web. Uhum. E vocês dois testarem de graça de um cliente de vocês.
De graça. Assim que eu falo, o custo, tá? Humum. Tem custo e sem lucro, para vocês testarem, porque tem potencial de ganhar, né, velocidade. E aí, o qual que é o meu interesse de tudo isso? Lincar com o meu BPO financeiro. Porque na hora que eu olho que um ar condicionado central fica X dias ligados, não sei se você sabe, mas aquele ar condicionado que fica no teto, cassete, ele gasta pelo menos uns R$ 3.000 de energia. Vamos dividir isso por 30zão o dia, certo?
Então, se o cara esquecer ali um final de semana, vai um restaurante que seja de segunda a sexta, é 200 cruzeiro, que gastou de besteira. E quantas vezes isso não se repete no mês, no ano e assim vai. Então a gente consegue uma luz o ar condicionado, isso. E cruzando essas coisas do audití com o BP financeiro, com o cardápio. Então imagina um dia a gente sentando com dados, nós três falamos: "Man, vamos estudar esse cara aqui, tá bom? Abre aí".
Aí pega o agente ali, me fala tal, tal, tal, tal, tal, tal, quanto que esse cara tá investindo disso, qual que é o ROI dele? Pô, tá tudo ali, velho. Aí nós vamos para uma outra discussão, um outro nível de discussão, porque o básico que a gente ia gastar horas é o meu funil de ouro. Tá num prompt, pô. Quanto tempo eu gastava para analisar aquilo antes da Repediu? Tinha que ir lá, exportava a base, jogava para cá, fazia filtro. Hoje na Repediu eu faço um fluxo de funil de ouro em no carro.
Quantas eu parei na estrada e falei: "Ô, deixa eu disparar um cuponzinho aqui, deixa eu ativar, né, uma base aqui de clientes." Por falar nisso, o Fernando repediu e um dos FS aí, o talvez o FEO da companhia do First One, libera o MCP da Repediu pros nossos clientes. tive agora esse insite, tô te mandando essa mensagem para que a gente consiga fazer através de chats, através de do nosso agente, né, do nosso terminal ali, a gente conseguir consultar dados da Repediu do nosso cliente.
Sim, sim. Legal. As telas são, sensacionais as telas da Repediu pra gente compilar dados para entender. Inclusive esse cross de canais que você falou aí, que o nosso cliente é que o cliente do delivery ali se comporta. MCPzinho pra gente trocar ideia com o chat. Ó, filezinho, hein? E ó, como é legal isso, né? Eu falo para todo mundo que que me procura, né? Meu, o Brasil inteiro, Fernando, tô indo para 99. E aí? Falou: "Você tem?" Repediu. Primeira coisa, o cara fala: "Não tem".
Eu falei: "Contrata agora, porque senão você não vai saber o que aconteceu." Cliente no ó, pedido novo não é cliente novo. Pedido novo não é recorrência, certo? Então, a gente só vai saber se a vitória existe se tiver recorrência. Em algumas regiões os dados mostram que sim. Eu pego o meu corte lá, se quiser até coloca aí. De novembro até fevereiro, a minha recorrência do primeiro pro segundo pedido triplicou. Fernando, mas e quando acabar os cupons? Quando acabar os cupons, por que que você a gente tá com medo se é o mesmo jogo que o iFood fez?
Pro iFood ter recorrência? Ele pagou para todo mundo acostumar. Aí depois que acostumou, o que que ele fez? Desligou. Ninguém tá inventando nada, velho. Tão jogando um pouco depois vem diminuindo. É o jogo que já sabe ser jogado, entendeu? Então assim, não tem como dar errado. O roteiro é o mesmo. O roteiro é o mesmo. Por que que Por que que o vermelhinho tá se cagando? Porque sabe que essa metodologia dá certo. Sabe que é o jogo que eles jogaram e não tem como esconder tudo que é por isso que eu falo hipócrita. hipócrita porque sabe que tá jogando o jogo certo, então tem que ser brother.
Tem que ser brother. Eu falo, pô, velho, é todo mundo no mesmo jogo que vence melhor, abre a abre as portas, monta um comitê. Claro, Tipo, pô, velho, você quer ser inimigo do cara que, tipo, pô, foi seu sócio. Ah, só porque ele tá agora, sei lá, vocês estão na luz agora, no roxinho. Ah, vamos supor que um tivesse no roxinho, o outro na outra cor. Pô, mas vocês são brother, velho. Tirou o crachá aqui, ó. Brother, entendeu? E é isso que eu pago um pau nos caras da 99, que os caras não quer essa guerra.
Os caras falam: "Mano, a gente só quer jogar nosso jogo. Pode ver, a gente tá em silêncio, a gente não ataca ninguém. Deixa eu fazer meu jogo, entendeu? E isso eu acho bacana. E o jogo não é segredo para ninguém. O jogo não é segredo porque a metodologia. Vocês concordam comigo? Eu tô no nessa merda do delivery desde a época do offline, Então vi tudo isso aqui acontecendo. Tudo acontecendo. O marketplace chegando. Nem era esses louco que tá agora. Era restaurante web e era pedidos já cobrando 3% de comissão e eu achando ruim.
Para que que eu vou te pagar? Você vai ganhar 3% do meu lucro. já paga não sei que lá da maquininha. Era louco, né? Nessa hora deveria falar: "Filho, assine e assina o contrato de 30 anos a 3%. mas eu vi tudo isso acontecendo e aí sim, claro, dá poder de alavanca, dá pro cara crescer rápido, claro que dá, mas no final do dia você tá pagando e é caro a longo prazo, a corto prazo eu acho que é de graça.
É como kak eu sempre vou, é indiscutível. Cque do marketplace é de graça. Você só paga depois que converte. Mas e a longo prazo? É um câncer. Marketplace é um câncer pro delivery. Quer pegar esse dado? ABF, Associação Brasileira de Franchise, tá em crise, velho. Por que que tá em crise? Porque o diferencial era a venda, era o brand, era o marketing. Agora, onde tá o diferencial? Na tecnologia e no marketplace. Então, assim, é barato para escalar. Agora para manter é difícil, é difícil.
Não conheço mar operações de delivery. E aí eu pergunto para vocês operações de Um beijo paraos meus amigos do iFood. Eu tenho amigo lá ainda. Eu tenho amigo a poucos fiéis e poucos, mas tem por enquanto. Por enquanto. Ó, vou ó, fiz um novo amigo. Fiz uma nova amiga, Ana Vidal. Um beijo, gente boa. CPF legal. É porque eu faço um negócio com o CPF e as pessoas confundem CPF com o CNPJ. Quer defender sua bandeira igual quando você tava lá no mundo azul, você falava: "Pô, velho, eu tenho um crash aqui para defender, tá tudo bem, mas eu não deixei de ser seu amigo.
Você ficou comigo? Não tem porquê. Você entende? Aí tem gente que confunde as coisas, velho. Certo é certo. Você quer defender porque é o seu. Ah, é o você tá é o seu ganha pão. Tudo bem, mas tem um monte de chupa saco que defende e não ganha R$. Ah, per, tu tá ganhando, defende. Não tá, vai pelo que é certo, velho. Porque o certo é certo hoje, amanhã e aí amanhã você vai ficar queimado. Aí tem vários caras que defendi o vermelhinho agora falando: "É, veja bem, preciso me retratar." Mano, eu tenho visão igual o Thundercats, mano.
Visão além do alcance, velho. Eu tô olhando daqui 3 anos, vocês estão olhando o que passou. E ó, convite. Bora pro pr pra China em outubro. Bora feira lá. Bora feira. Bora, bora. Não precisa de visto, treta, nada. Bora. Outubro eu tenho um brother importador 00er. Para quem não sabe, de importação, tem radar, né? Tem nível. Ele tem o que? Ele pode trazer o que ele quiser, na quantidade que ele quiser. Então a gente vai para lá. Olhou, ah, quero essa máquina de 5 milhão.
Pedido, pronto, acabou, já era. Vai lá visitar a sede? Vou lá, vou lá, vou ficar lá uns 15 dias só zuretando. Ele falou, eu falei: "Mas por que que você me chamou?" Ele falou: "Ah, eu te conheço. Você vai voltar com negócio e eu só quero que você use meu radar". Ou seja, vai ficar uma comissãozinha ali para ele. Mas, pô, imagina eu chegar lá, o cara dá o número aí. Ah, esse aqui tá vendido. Esse é o brabo. Esse é o importador.
É isso. Então, outubro vou convite pros dois já uns 10. Passa mais informações aí que 10, 14 dias. Um celtinha velho. Vai, nós vai. Preço de um celtinha velho bem velho. Aqueles bem velinho mesmo. Não, sem luxo, sabe? Sem luxo. Para ir mochilinha, mochilinha, oclinho da meta, celularzinho e bora, sabe? voltar tipo armado assim de informação, de entender a parada. A feira lá é boa. Eu tenho um conhecido que ele vai para lá. Ele que é o nome da feira lá mesmo?
A canter fair cantã. É essa daí é de outubro. É. Tá. E aí a gente fica nessa feira e depois tira mais quatro dias e vai pro interiorzinho onde são as manufaturas lá. E ele é brabo, velho. Cara é influentaço lá. Tô com ele há 15 anos já assim de camaradagem. Sei que o cara é sério, respeitadíssimo, respeitadíssimo para chegar nesse patar aí. Então eu falei, ele me ligou, eu falei, deixa eu olhar aqui minha agenda. Eu falei: "Mano, outubro não tem nada, eu voltando antes do dia 27, que é aniversário do meu filho.
Bora." Então é isso. Isso é ser acelerado. Recebi o convite. Acelerado, velho. Isso é ser acelerado. E eu vou levar esses dois aqui. Vou dar um jeito. Lauton faz o Fabiano. Deixa eu ver passar mais um aí. Reportei. O próximo é o FF. O próximo é o é FF e Glauton e RR. Renan e Rodrigo. É, ó os cara da reporta tá fazendo um trabalho muito bacana. Muito bom, Fernandão. Muito bom, cara. Muito massa, velho. Poxa, eu achei que vocês iam falar de um monte de coisa.
Vai queria fazer treta. Vocês foram até de boa. Eu é triste chegar dá para colocar os link aqui depois para ajudar os amigos, parceiro dc embalagem aqui. Coloca para quem que souber. Ó, só um detalhe, isso aqui não é ligar lá e falar: "Ah, eu quero". Tá? Isso aqui é tipo, né? Não, não, mas isso aqui é para um grupo seleto de clientes dessa gráfica. Tem muita gente que tá ligando lá: "Ah, eu quero o do carrinho". Não, beleza, você compra o do carrinho, mas depois que acabar o carrinho, você continua comprando a caixinha normal comigo, né?
Porque tem os espertão, né? Pô, a gente gastou quase 100 pau só de patente nisso aqui para tem que isso aí tem que se pagar a longo prazo, né? Então, a gente criou um clube dentro das embalagens que é esse a Aura of Box. Aur of Box Box, entendeu? Muito bom, mano. Muito bom. Duro chegar na parte do fim, mas é, pô, papo foi muito bacana, velho. Bom, aqui eu não preciso ficar fazendo jabá que seus parceiros são os meus parceiros, são os caras que acreditam de verdade.
Eu acho que a gente acredita de verdade. É. E aí o que eu falo assim, pô, é igual vocês falaram, pô, só dois anos, mas em dois anos já deu para perceber que quem é de verdade sabe quem é de mentira, bro, né? Então assim, o Jo e o trigo já foram se separando em dois anos. Quem é de verdade continua cada vez mais aquecido, né, cada vez mais você vai tendo essa e assim você fez uma cagada, é o que eu falo, no mundo do dig, no mundo de hoje você fez uma cagada rapidinho, velho.
Um grupinho de WhatsApp, você solta um bagulho ali para construir a autoridade, para construir a credibilidade é uma vida, né? É, eu não vim para dar um voo de galinha não, velho. Meu negócio é fazer literalmente como documento, como escola. É a primeira escola de delivery 100%, e a gente vai fazer isso virar escola mesmo, chancela. Já tem até uma galera querendo investir nisso, mas acho que a o nível de maturidade do food no Brasil ainda vai demorar uns 5 anos para chegar no que eu espero do cara falar: "Não, pô, agora eu vou sentar ali, vou, sabe, estudar.
Conta com a maior escola de marketing para deliveries e restaurantes desse cerza. Delantes tá aqui para ajudar, cara. É isso, é isso. Não, tô com vocês até o fim. Para quem não sabe, eu sou aluno deles, sou mentorado deles. Ele só para que que você entrou? Falei: "Eu só quero estar perto de vocês." Mas nada, né? Nada. Acesso. Não, não. E é real, né? Entender a cultura. Acho que é isso. Eu tenho até um mentorado meu lá que falou assim: "Pô, você me ajuda aí pra rede social?" Eu falei: "Claro, com maior prazer, velho.
Você quer ensinar alguma coisa?" Falou: "Não sei, eu só quero começar a sair de dentro da operação". Moleque foi lá, meteu dois tag. Falei: "Não, mas não precisava disso". Por falar em relógio ai pai, não, não meti nenhum o CTA, não. Meti nenhum CTA não. Mas eu falei: "Mas, mas não precisava". Ele falou: "Não, esse aí que você usa, esse aí que eu vou comprar". Falei: "Tá bom". Aí acabar já já tá fumando xuto com o Glau lá. meteu logo um Aqua Racer, o mais top e meteu um de entrada.
Eu falei: "Caraca, velho, tá querendo, tá querendo meteu um dress code". Falei: "Isso aí, rapaz, cuida da imagem e vamos embora". É isso, marcha. Obrigado, galera. Vou dar mais um alô pros nossos parceiros Cardápio Web, o E-commerce dos restaurantes, né? A Reportei que nos ajuda a criar dashboards e relatórios e a galera da Repediu CRM que integra tudo aí, que nos dá clareza, né? que nos dá análise de dados. Fernando trouxe aqui também eh o uso da ferramenta, também é parceira da galera lá e agradeço muito por estar apoiando essa segunda temporada e é só o começo.
E é isso, galera, fechando, né, mais um episódio. Otavião, conversa fluiu, né, velho? Ah, que a gente é brother, né, a gente nem as perguntas fez aqui. É, a gente só bateu um papo. É, brother. Mas é isso, velho. Mas é isso, porque aí a gente falou do que é essência. que é a nossa essência, velho. E para quem aí é gestor de tráfego, tá vendo esse tô vendo esse podcast, mas não sou aluno, mestre, é louco falar isso, mas assim, em 2000, 2001, eu tô velho já, velho, eu gastei 30 pau, R$ 30.000 R$ 1000 de pacote Adobe 2001.
Mas eu fui um muito bom designer, velho. Eu fui um photoshopper, mano, dos mais que teve na minha época. Tipo, eu com 17/1, deixa eu fazer a conta inversa, empinava e fazia uns fazia umas artes top. Eu dominava o Photoshop e ganhava igual minha mãe que era gente do Bradesco com 18 anos. É bizarro, né? O poder do conhecimento, velho. Ó o poder do conhecimento. Mas eu botei o dinheiro na frente, entendeu? Fui lá, mamãezinha, preciso do seu cartão. Na época não era cartão, era cheque, né?
Preciso do seu cheque. Ela: "Moleque, como é caro isso, tal, tal, tal". Fui lá, paguei lá na Liberdade ea lá. buzão, pegava o buzão, estudava o dia inteiro na frente do computador, tal, tal, tal, tal, tal, tal. Mas quando eu sentava na agência, meu diretor falava: "Velho, você já tinha que ser meu chefe, velho, pelo que você sabe, só que era um mirim, né, sem barba, tal, os cara Junim, Junim. Então assim, eu acho que investir em conhecimento tá dentro do clube delivery ads, para quem é gestor, se você tem um delivery, tá assistindo ou conhece, você tem um cliente, traz, manda lá para aceleração, tá barato ainda.
O meu mentor falou: "O que você faz tinha que custar 100 cruzeiro o ano". O Felipe Roser falou: "É sem cruzeiro. O que você entrega é sem cruzeiro." Falei: "Mas não tem como os cara pagar, não?" Beleza, mas é o que vale, né? Então assim, ah, mas quanto custa? muito menos que um funcionário ruim, né? Hoje é quarentinha hoje pro cara andar um ano comigo, mas uma um negocinho que eu apertar. Vocês conheceram o Júnior da NBS? Conheceu, né? No evento. 42 minutos com ele eu fiz ele ganhar 400.000. 42 minutos eu fiz ele colocar R$ 400.000 no bolso.
Será que é Roy? e é gigante e é um cara grande que já tinha tempo de casa, já tem o impacto de quem tem, tem estrutura, já tem tudo. Mas é o que eu falo, me dá os dados, me dá um BPO, me dá seus dados. Quanto maior, maior é o resultado que eu vou dar, né? Porque aí uma mudadinha ali, pá, vira um avalanche. E é um cara que lá em Chicago eu briguei por ele, que rolou maior treta e eu falei: "Velho, você tem que se colocar no seu lugar, velho.
Você é zero zero no do iFood, velho. Os caras tão te tratando como qualquer um." Quase arrastei ele para 99, hein? Quase. É que o iFood foi muito rápido. Vê lá os vídeos depois. Mas é isso, o iFood tá errando. Não o iFood, várias empresas esquecem dos CPFs. Sabe aquela coisa assim, eu só vou atender bem na minha agência o cliente que reclama. Ah, pô, tem isso. Eu sou de agência, eu trato com as agências. Cliente chato, a gente dá atenção a mais.
E o que é na mainha? Aí quando você vê tá sendo traído porque o cara já não tá mais feliz, já fechou com outro e tchau. É, ficou o retado para você. Fica a dica para você que é gestor, tem agência e ai eu não tô dando atenção. CS é CS, galera. JP até levantou da cadeira ali. Até levantou da cadeira. Tamamo junto, galera. Fernando, obrigado, velho, de coração. Obrigado por estar junto, por correr junto com a gente. Quando você mandou lá da tal, eu falei só ajusta a agenda.
Tô aí, velho. Minha obrigação acabou de voltar. Tá bem. Tô cheirando o rio, o lago Michigan. Até falando com sotaque ainda. Razigue. Esse foi mais um episódio dessa nossa segunda temporada de podcast do Clube DeliveryAds. Assista os outros episódios, né? Clique nos links que tá na descrição do vídeo aí para dar o apoio aos nossos parceiros. E é isso, eu te vejo no próximo episódio.
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