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2ª temporada

EP 4

De motoboy aos R$ 700 mil no delivery japonês

Com Gabriel Nascimento

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1h17

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O que você vai aprender

Introdução: Quem é Gabriel Nascimento

O case absurdo: De Motoboy aos R$ 700 mil faturados no delivery japonês

A polêmica de começar cobrando barato de clientes pequenos para criar "casca"

O verdadeiro 80/20 do ecossistema: iFood, Cardápio Web e CRM (Repediu)

A métrica ignorada: Como o Ticket Médio salva a logística da operação

Inteligência Artificial na Agência: Vibe coding, edição de fotos e relatórios

A evolução da profissão de Gestor de Canais e a visão do quebra-cabeça

Sobre este episódio

Você entende o poder de dominar todas as engrenagens de um cardápio e do iFood?

Neste 4º episódio do Clube DeliveryAds Podcast, Bruno Urel e Otávio Perez recebem Gabriel Nascimento, o "manézinho da ilha" que começou trabalhando como motoboy e hoje é o gestor focado em canais de alta performance na agência Seven.

Gabriel revela como aplicou o marketing na prática para transformar a realidade de um restaurante japonês: tirando a operação de um faturamento de R$ 30.000 para a incrível marca de mais de R$ 700.000 mensais!

Além de contar essa história de track record absurdo, ele entrega uma verdadeira aula sobre como o Ticket Médio pode salvar a logística, a importância de cobrar barato no início para ganhar expertise e como a Inteligência Artificial já está revolucionando a padronização de fotos e relatórios nas agências.

Transcrição do episódio

Texto feito a partir da legenda do vídeo, com revisão leve.

Fala galera, seja muito bem-vindos à segunda temporada de podcast do Clube DeliveryAds. Eu me chamo Bruno Urel. Eu tô aqui eu com o Neymar das Pizzarias, Otávio Perez. Sou eu. Estamos junto. Para trazer mais um conteúdo de valor pra essa audiência. Segunda temporada começando mais um episódio fantástico hoje com um nome de peso aqui pra gente trazer para esse mercado aqui. Um cara que domina muito sobre cardápio, que domina muito sobre marketplace, que domina muito sobre CRM e é um cara que é legal de trocar ideia com ele, cara.

Você vê que é um cara inteligente, troca ideia de boa, fala sereno, fala baixo, é um cara low profile, fala sereno, surfista, surfista da ilha. Essa eu quero saber mais aí, cara. Eu, a gente vai conversar mais do que sobre negócio aqui. É um prazer tê-lo aqui. Faz parte do time da Seven, né, da agência que eu tenho o prazer de guiar, né, e de liderar o nosso time ali, agência de performance para delivery, como a gente sempre chama. E é um prazer ter você com a gente aqui, Gabriel Nascimento, manézinho da Ilha Surfista.

Seja muito bem-vindo, Gabriel. Bom dia, boa tarde, boa noite, pessoal. Muito obrigado. Fico feliz de estar aqui. É uma honra estar aqui contribuindo com o clube, com o conteúdo e que isso possa agregar o pessoal que tá ouvindo, né? Maravilha. Com certeza quem tiver assistindo esse episódio aqui vai sair daqui muito mais enriquecido com o conteúdo que você tem para passar. Tem umas perguntas já aqui engatilhadas para te fazer, mas a gente vai no mínimo as risadas vocês vão dar aqui, viu? que a gente vai trazer conteúdo e também vai falar logo eh além, né, do que de negócios, falar um pouco sobre vida, sobre futuro e a gente vai bater um papo bacana aí.

Tô muito feliz, irmão, de ter você aqui, de ter você junto com a gente na jornada aí, além de você tá junto comigo na Seven, você é muito ativo junto dentro do clube delivedes. é um prazer ter você com a gente nessa jornada. Era um nome que a gente queria trazer para esse bate-papo aqui, já que dá para extrair muita coisa. É, quem achou que não ia precisar aparecer, por não ser da área de vendas, né? Teve que aparecer agora, mas isso faz parte.

Meio travado, mas a gente destrava aí. Seja muito bem-vindo aí, Gabriel. Tamamos junto. Gabriel Nascimento. Pessoal, Gabriel Nascimento. fico feliz em poder contribuir com o que eu vivo aqui, né? Fico aberto aí que precisar perguntar. Fique à vontade. Como você chegou nesse mercado aqui, cara, que a gente vive hoje? Foi algo que já era preditivo disso acontecer, porque eu trabalhava como motoboy e fazia faculdade de marketing ao mesmo tempo, cara, dela e formado em marketing, né? Isso que é legal, né?

Isso. E aí eu fui me formando, né? Fui me graduando e aprendendo as coisas. E como eu trabalhava de motobo tinha muito contato com o dono e por ele saber que eu fazia faculdade, ele deixava eu trabalhar nessa parte para ele. Na época ele não, eu não cobrava nada para ele, né? Mas eu conseguia extrair muito conhecimento, conseguia ganhar muito com isso, né? Muito mais do que na faculdade, porque tava ali aprendendo coisas práticas. Na prática mesmo. Isso. Perfeito. Legal, cara.

E teve muito conteúdo da faculdade que eu consegui aplicar, mas a maior parte foi depois que eu aprendi com Era um restaurante, um delivery, do que que era a culinária lá? Era culinária japonesa. Ele faturava, eu lembro na época 30.000 por mês. Era bem pouco. Fora do ICP. Fora do ICP. Hoje não daria daria para atender ele lá. Só iFoods. Gestão deud. Sim. Legal. Poderia compactar um serviço sem o tráfego, né? Hoje você, né? já até defende, né, essa questão método único ali, né?

Isso. Com cobrando um pouco menos, né? Sim, é um investimento em tráfego, mas hoje ele ainda tá comigo e hoje fatura aí mais de 700 K por mês. Misericórdia. Deixa palminha aí nos comentários do vídeo aí, galera. Deixa o like aí. Ó, esse daqui tem que ser o título, né? De 30 a mais de 700 assim, cara. Esse é o título do episódio. De 30 a mais de 700.000. E você faz todo o trabalho de marketing por ele lá. Até hoje.

Até hoje. Isso. De performance. de performance, a parte de mídia eu fazia antigamente, né, mas hoje já não dá mais para escalar, né, e também tô contigo agora, então não faz tanto sentido eh tirar parte do meu tempo, sendo que eu poderia agregar mais eh meu tempo e trazer mais resultados pros clientes hoje da Seven, né? Boa. Então, mas eu tô com ele hoje performance, né? Cobrando eh um ticket mais elevado, né? Porque ser um cliente só meu. Legal. Mas com isso me trouxe a ideia que eu poderia replicar tudo que eu aprendi com ele nos outros restaurantes.

Não conheci ainda o Bruno, né? Fui conhecer depois porque eu tentei descobrir quais serviços geravam mais resultados pro delivery, porque aí a conta ia fechar, eu ia poder trazer dinheiro para eles e fazer com que eles me pagassem e o LTV ia ia estourar, né? Porque nesse restaurante de comida japonesa você fazia uma ajudava ele na parte de marketing e também era motoboy lá. ajudava na parte de marketing e também era motoboy. Olha que legal, cara. Exente. E aí eu até falava com os clientes quando eu entregava o pedido sobre agente de marketing na rua.

Exatamente. Completo nada. Tem o Gabriel aqui, ó. É, qual que era o escopo lá, mano? O que que você fazia de marketing para ele? Você fazia a gestão de iFood dele lá? Já não tinha iFood? Como é que era nesse começo? Até assim, quando foi isso? Foi antes da pandemia. Uhum. 2019 ali por ali. Isso, exatamente. E eu só oferecia o serviço de gestão de iFood, mas tentava aplicar alguma coisa mais fundamentalista de marketing com ele, né? Não dava tanto resultado, né?

A gente foi descobrir depois o que que gerava realmente, mas era mais iFood e coisas básicas que antigamente davam muito resultado. Hoje em dia já não é a mesma coisa. O mercado evoluiu, não surte mais o mesmo efeito assim, né? Não surte mais o mesmo efeito, né? Só colocar a foto boa já não é mais suficiente, né? com movimento que a gente vai bater um papo disso ainda hoje, né, dentro desse episódio. falar sobre EA, eu acho que a gente vai falar em todos os episódios, né, o a evolução que isso tem trazido pro mercado e principalmente pro mercado mais digital aí nesse caso, né?

Gente falando de iFood, gente falando de venda direta, gente falando do da venda digital no delivery, isso evoluiu muito. Então, 2019, então você surfa, né, a onda ali do da pandemia, né, não é um não é um episódio feliz para ninguém, mas pro nosso mercado de delivery, realmente houve um crescimento muito grande, né, algo muito exponencial ali. Então você já tava fazendo esse trabalho com ele, mas aí você quando que você largou a motoca para você focar só no marketing? Então, aí eu tentei replicar o que eu fazia para outros clientes, só, né?

Não conhecia o método ainda e comecei a gerar mais MRR até o momento que eu pensei, ó, posso já ficar em casa, trabalhar só com marketing, não pegar chuva, não pegar chuva, nem frio, nem frio. E aí eu foquei só nessa nessa parte, mas tinha muito problema em atrair clientes, porque eu sabia gerar resultados, mas o comercial já não era aquela coisa, não achava ninguém que poderia me ensinar, né? tinha muita gente no mercado, mas como vocês ensinam na parte de nichar, de atrair o cliente certo, eu não não tinha ninguém ainda nichado para food, não tinha, né?

Não tinha. Ah, primeira escola de marketing digital para delivery focada, Aron the World, foi clube delivante, cavado na pedra, tudo era mato. Eu começo no final de 2019 também no food, né, mano? falo, né, da minha história, que é eh vem do mercado de e-commerce, né, mas aí eu eh transporto o conhecimento que eu trouxe ali do e-commerce pro mercado de food no final de 2019 também. Então, pô, a gente tava próximo ali no começo, né? Sim, sim. E eu acho que você teve uma visão parecida porque você conseguiu gerar resultado para ele e pensou, né?

Ah, posso replicar em outros clientes também, né? Total isso. E aí, só que o seu era outro, né? Tráfego pago. Eu não con era focado em tráfego. Isso. Eu até fazia tráfego, mas era mais reconhecimento de marca. botão impulsionado. Mas você já mexia no gerenciador? Já mexia no gerenciador. Essava lá já. Isso. E quando você conhece o clube? É, eu ia ia fazer essa pergunta, mas assim, eu queria saber se você conhece o Bruno depois o clube ou o contrário? O clube depois o Bruno.

Não, não. Conheci o clube direto, né? Legal, legal isso. E aí o que aconteceu foi que eu tava na comunidade Sobral rolando o scroll e alguém postou um resultado e uma pessoa do comentário perguntou: "Bruno Urel." E o cara que botou o resultado falou: "Sim, exatamente". E eu fui descobrir sobre, né, que era um post sobre delivery. E eu tava pensando, precisava somar alguma coisa com o iFood, precisava dar resultado no iFood e também no tráfego, juntar tudo, entregar valor e conseguir cobrar mais caro.

Já tinha a visão de que uma coisa só não não é ajuda, mas não é o melhor dos mundos ali. Legal, cara. O cara que foca em performance entende que não é uma coisa ou outra, né? É uma coisa e outra, né? um cara que foca em gerar resultado pro dono de restaurante. E eu vejo esse DNA em você, né? Até por isso acho que deu fit cultural entre a gente. A gente e passa a trabalhar junto em 2022 ou 23, não lembro exatamente o ano.

É por aí. Eu acho que foi começ de 2023, final de 2022, começo de 2023, eu lembro mais ou menos. Sim. E aí eu já tava na área, né? Fui crescendo até o momento que eu descobri o clube e vocês às vezes pediam para fazer um conteúdo uma vez ou outra e foi o Otávio que pediu para eu fazer uma live sobre iFood, porque eu ele viu que eu tava ensinando uma galera ali a fazer eh a dar resultado por essa plataforma.

E aí o momento que eu fiz aquele conteúdo, o Isso foi uma live do Clube DeliveryAds? Isso foi uma live que eu fiz. Você lembra dessa live? Foi uma live mais isolada ali do próprio Facebook, né? do grupo fechado, ele não foi para fora, né? Ah, era quando era na quando tinha dentro legal, eles descontinuaram essa feature dentro da comunidade lá. É, não, a gente não consegue fazer mais live dentro da comunidade do Facebook. Verdade, verdade. É, você lembra de que número essa live, velho?

Deve ser, já são mais de 210 lives semanais e o clube libriedes produz conteúdo semanalmente. Ach, eu acho que não chegou a contar, né? Porque era seja um professor, acho que foi uma live, eu acho que foi de fato uma um quadro ali, né? Não foi, acho que foi um quadro dentro da comunidade do Facebook. E depois você faz o encontro da mentoria, né? Aí você já tá trabalhando comigo. Quando você faz o encontro da mentoria lá de 3 horas, o bicho falou: "Ô, faz um conteúdo top pra galera aqui da mentoria, né?

Aqui já lá nem nem o próprio iFood sabia que tinha tanta feature lá dentro, cara. O Gabriel mostrou tudo lá em uma aula. A galera usa essa aula como playbook até hoje. A transcrição dessa aula é playbook do povo. Quem que apareceu ontem falando de iFood lá e puxou o playbook? O JP na apresentação do JP, na proposta do JP ontem, ele mostrou pra gente, tava lá o playbook que você criou naquela aula. de uma aula. e isso foi essa aula aí eu me recordo porque já era mentoria APD.

A mentoria APD é de 2024. E nessa aula você cara, de fato, entrega um ouro assim muito absurdo em relação, a gente faz um PDF, Gustavão faz um PDF daquele 2023 pensando aqui, vai fazer 3 anos agora. Caramba, velho. A mentoria APD vai fazer 3 anos também. Tr. Eita. É chão. Então você já tá no mercado há mais de 5 anos, 6 anos agora, né? É, vai fazer 7 anos? Sim. Eu acho que até um pouco mais porque dinossauro de mercado, cara.

Mas era um cliente só, né? Não tinha tanta experiência assim, né? Mas já tava ali. E quando você se forma em marketing? Eu me formei em 2021, 2022. Ali peguei a pandemia e o e tava fazendo ali a graduação ao mesmo tempo, né? Mas aí tive que fazer as aulas em casa, né? As eu formei, eu formei na pandemia também. Formou na pandemia. Eu demorei para entrar na faculdade, né? Só depois que eu arrumei uma patroa que puxou as orelhas e eu engrenei na vida e aí eu comecei a faculdade tarde, eu formei na pandemia também.

A minha colação de grau foi no Zoom. Olha só. É mesmo? Foi no Zoom. Nossa, economizaram. Engenheiro civil. Não foi marketing não. E o que você tá fazendo aí, louco? Tô aqui produzindo conteúdo, agregando valor pra galera nesse mercado de food. Não, show de bola. Aí você pegou outros clientes, Gabriel. E aí tava com três clientes, fiquei com três clientes durante um ano, não conseguia de jeito nenhum captar. Aí comecei a conversar com o Bruno. Aí comecei a fazer também code, comecei a trabalhar anúncios, trabalhar o Instagram, perguntava bastante coisa no na live semanal, né?

Se não me engano era até outro dia, não era terça-feira, né? Depois que foi mudado pra terça-feira, se não me engano. E aí eu acho que era segunda noite ou quinta noite, cara. É uma coisa assim. E a gente mudou pr pra parte da manhã. Isso. E a sala de suporte, né? Não, a live, a live, a sala de suporte. A live quarta às 16 horas, toda semana, mais de 210 semanas aqui no canal do Clube DeliveryAds. Já faz um favor, já se inscreve no canal aí, deixa o likezinho no vídeo.

Já vou aproveitar para fazer o jabá dos nossos patrocinadores aqui. Cardápio Web, né, o e-commerce dos restaurantes nos apoia aí desde o início, né, desde lá de 2020 lá, o primeiro papo que o Glauton foi lá em 2020, ele já tinha essa visão de ajudar o profissional de marketing aqui e a gerar mais resultado pros donos de delivery. repediu que vem para plugar dentro do Cardápio Web e fazer esse trabalho de CRM. A gente vai falar disso inclusive ainda hoje. e a Reportei que gera dashboards e relatórios em segundos aí, grande parceiro aqui do clube de Livreeds também vai ter links aqui dos parceiros na descrição do vídeo.

Se inscreve aí, dá aquela moral pra gente e vamos seguindo pro conteúdo. Isso. E uma das principais coisas que eu aprendi com vocês, né, foi a questão do dos processos, né, não tinha ideia nenhuma. o Bruno que me forçou para usar o ClickUp, né? Não usava nenhum gerenciador e isso fez total diferença em conseguir otimizar tantos clientes assim. não conseguiria atender tanto se não fosse a forma que você ensinou, né, através do ClickUp de poder fazer otimizações semanais ou até mais no, principalmente no começo ali do onboard com o cliente.

Então foi uma das principais questões ali que melhorou meu serviço. Esse caba toca mais de 80 cardápio. Se contar marketplace cardápio próprio. Solo. Solo não. Hoje ele tem um analista que ajuda ele lá. Abraço. Gesa. lá do Maranhão. É longe, hein? Ave Maria. Picum a su tá doido, Zé. E tá doido, Zé. Você que fala, né? Eu não. É a sua turminha que fala. O Zé. É o Zé. Zé. Sim. É. Lá é tudo Zé. E legal esse papo de click, né, de gestão de processos.

Eu acho que esse já entra até aqui numa numa pergunta que eu queria falar sobre erro, né? E essa gestão de processos é importante para que você ganhe produtividade, é importante para que você ganhe organização, gestão ali, né, do que você precisa fazer no dia a dia. E é isso, você entende que isso te ajuda a ter mais capacity aí, ter mais capacidade, conseguir atender mais contas hoje, gerenciar melhor aí o que você faz no dia a dia. Isso é necessidade, né?

Se não fosse isso, eu não conseguiria atender. Total. É, até fala um pouquinho mais dessa sua organização, como que você se organiza, né, para fazer essa sua rotina, assim. Sim. Então, varia muito de acordo com a etapa que o cliente tá. No começo sempre é mais trabalhoso. A gente precisa dar mais atenção pro cliente, fazer o cardápio, fazer mais otimizações no cardápio no início, depois a gente fica focando mais na manutenção, em fazer rotação do cardápio. Aí é vai a análise de dados, né? saber o que está funcionando, o que não tá funcionando, tirar produto, não tirar.

Então, é de acordo com a etapa do cliente, quando ele já começa a dar resultado, a gente foca em outros, né? Como se tivesse girando pratos assim, né? Um momento vai ter um que vai começar a girar menos e a gente foca mais para ele, né? Nas reuniões semanais a gente foca nos clientes que estão com menor performance, né? Então essa questão aí depende muito do da etapa que o cliente do momento dele ali. Isso, exatamente. Mas documenta tudo lá no Clickap.

Documento, principalmente agora com a questão que você falou que tem que passar pro cliente o que que a gente fez. Então eu já vou colocando, já pensando que o cliente vai receber aquilo que eu escrevi. Então fiz alguma coisa, documento, no momento que chega lá feedback quinzenal, relatório, o agora a gente usa inteligência artificial integrado com click, né? Talvez um momento que eu estou falando agora sobre processos seja uma coisa, daqui alguns meses já seja outra completamente diferente, porque agora vai crescer muito mais rápido, acelerar muito isso.

E então tudo é colocado no histórico e repassado pro cliente através de recursos, né, ferramentas que conseguem puxar o que eu fiz naquele mês. E hoje lá na Seven você trabalha com gestão de cardápios, gestão de marketplaces e CRM. E CRM é tudo integrado, né? É uma inteligência de canais ali, né? Saber o que o cliente quer, quais são os melhores, o que oferecer para ele, gera mais resultado saber o que que tá acontecendo, né? Ter essa inteligência, pode te dar mais trabalho dos três, das três plataformas.

É o iFood, el são os marketplace, gera mais demanda de trabalho para você. Isso, porque na verdade era para ser o arpediu, só que como a gente tem muito mais iFood, repediu uma coisa nova, né? Agora ficou até mais caro através da PI, fica, a gente tá com menos clientes, né? Mas se o dia que repediu tiver mais clientes, com certeza vai ser ali, dentro de um cliente que tem um escopo completo ali, né, que a gente vende, né, quem conhece o meu conteúdo e acompanha a gente falando, né, vamos dizer que a gente tem lá a BU do Flávio, né, que inclusive tem episódio dele aqui na primeira temporada de podcast.

Se você ainda não assistiu, assista o episódio do Flávio, que trabalha junto com a gente lá na Seven também, né? Dentro da BU do Flávio lá, ele toca meta. Google, Google, meu negócio, né? Tráfego de modo geral. Gabriel é nosso gestor de cardápio. Cardápio, marketplace repediu, mas dentro de um cliente ali, vamos dizer que cara, e CP, né? Um cliente que tem toda essa estrutura. Tem ali um iFood, tem ali o Cardápio Web e tem a repedil, onde você vê que tá o 8020 ali, onde você gasta energia para gerar resultado pro cliente.

Depende de cada cliente, né? Tem cliente que já é, já fatura alto no iFood, então se eu otimizar lá vai melhorar os resultados mais naquele canal. Tem cliente que vende pouco no cardápio, vou otimizar o cardápio completamente, porém não vai fazer tanto resultado porque os clientes não são acostumados a comprar lá. Entendeu? Então não é igual para todo mundo, é personalizado isso. O 8020 é personalizado. É isso. Na verdade, olhar pra cara cliente. Ele respondeu como eu gostaria de responder essa pergunta, né?

Como eu responderia também. eu acredito sim que o iFood, né? Tocar um iFood, ele dá um pouquinho mais de trabalho do que o cardápio próprio, né? por conta de mecanismos de busca, cupons, campanhas, repetiu tens sua grau de complexidade, principalmente se você trabalhar bem mesmo, né? Segmentação e a fundo mesmo em estudar muito bem a base de cliente do delivery ali. Só que de fato hoje a gente até dispara um volume de mensagens pequenas, né, por conta desse desse movimento da API oficial e tudo mais.

Então a gente até eh eu falo que a gente subutiliza repedidil ainda, né, de todo o potencial que a repedil tem para gerar resultado. Cada vez mais, cara, que você tem que ter muito foco no repedil, porque é uma é uma quantidade absurda, gigante de mecanismos que você tem para trabalhar com cliente, de touch points assim, né, pontos de contato que você tem para trabalhar e gerar resultado pro seu cliente, assim. Sim. E aí vocês trazem a ideia de não fazer a mensagem parecer que é IA e tornar ela cada vez mais humanizada.

Então, cada vez mais tá trazendo mais trabalho, né, para tentar deixar nessa estrutura que faça realmente converter, né, porque quando a gente passa essa narrativa de falar que não é mais disparo, agora é CRM, é focar em trazer mensagens que realmente conecte com o cliente, trazendo a tag preferida dele, a o produto preferido através da tag, mais sniper, né, e não uma metralhadora de mensagens, né? Isso, exatamente. Até porque hoje a gente consegue enviar menos mensagens, né, através da API, mas a gente tá conseguindo gerar mais resultados porque agora a gente tá estudando o que realmente funciona e não mandando mensagem de qualquer forma, né?

Mas mais certeiro éí, é o que faz mais sentido fazer mesmo, não disparar 1 milhão de mensagens, né? Já foi a época do disparador, já foi a época do disparo em massa, da lista de transmissão. Ex. E é bizarro, né? A gente falando com a galera da REPEDIL, sabia que o Brasil é o único país que a API do WhatsApp usa o termo de marketing, né? Usa para marketing? Brasil é muito have user, né? Em WhatsApp, né? lá fora não é tanto WhatsApp, né? canal de comunicação, CMS é muito forte lá para fora.

CMS, outros canais até, né, e Messeng é até Telegram em alguns outros países. Sim. Não tem outros players, né, que trabalham fora da dessa parte de marketing. Só que é um disparador, né? Eles têm as estruturas, tem o as mensagens já prontas que você só liga e escolhe o valor do cupom que você vai oferecer e é muito mais barato. Só que aí cabe ao gestor de repedir saber dar mais resultado, mesmo que seja mais caro pro cliente. Quando a gente vai falar de performance não é só vender mais, né, cara?

A gente tem que pensar em custo, a gente tem que pensar em lucratividade, em ser eficiente, né? A gente tem que focar em eficiência, né? ser mais eficiente com nossas estratégias de marketing. Por isso precisa de um gestor, não de um operador. O gestor tem essa, tem que ter essa visão de É um jabá da formação. Gestor repediu. Opa, como listas, lista de espera aí, ó. Ou tem turma aberta ou tem lista de espera da formação. Gest repediu aí, acompanha a gente por aí.

E é interessante que tem os dois, né? Porque já que uma pessoa, como você falou, vai ser o sior, o R, que vai cuidar de várias contas, que vai ter ali a cabeça para trazer realmente resultado, precisa ter um operador para fazer essa parte mais braçal, né, que é o que hoje a agência tá trazendo. Isso. E na sua visão, tem algum que é mais importante para gerar resultado? O cardápio, o marketplace ou o CRM? Depende do cliente. Depende. É sim.

Não, porque se o cliente estiver vendendo muito, fazer uma pergunta aqui que ele não fala depende aqui, depende, ele esquiva, filho. O bicho é ligeiro. Ele fala com o cliente. Ele fala com o cliente, o cliente pergunta isso para ele. Depende doão. Tem, a gente tem clientes que evoluem mais no cardápio, tem cliente que evolui mais no iFood. Depende da praça, do cabo. Isso, exatamente. Se o iFood investiu muito naquela região, consequentemente vai ter mais vendas. É forte lá. Isso. E você consegue gerar mais resultados ali, né?

Então não tem como falar outra coisa. Depende ainda sobre 8020, né? Aproveitando aí o a lei de Pareto, né? o que que você identifica o 8020 do marketing de performance para delivery, assim, né? tudo que a gente já faz, é porque tudo que a gente chegou até hoje é o que dá resultado, né? Repediu, entrou mais recentemente comparado com os outros serviços que a gente oferece e ela tá até hoje porque realmente traz, né? Então isso a gente já tá compilando, o clube tá fazendo isso, né?

Legal. E a parte de social mídia a gente não oferece tanto porque não é tão performance. Você vê que não é uma coisa só, né? É realmente é um escopo com uma solução multifacetada assim. Então você tem que atingir vários pontos, né? Várias. Você tem que trabalhar o cardápio, você tem que trabalhar o tráfego, tem que trabalhar o marketplace, tem que trabalhar a recorrência com CRM, cara, entre outros pontos ali, mas você vê que não é uma solução única para você gerar resultado.

Muito legal isso. É o que a gente prega aqui no clube, né? Dia a dia é um pacote de uma solução onde você vai entregar um resultado e não vender um serviço. É onde o cara vai escolher lá, não, eu tráfego deixa quieto que meu sobrinho vai fazer. bugou meu negócio aqui, ó. Deixa que não sei quem vai fazer meu, bota meu gerente para responder as coisas aqui. Não, cara, você tem que ter uma visão mais completa sobre todas essas ferramentas e essas possibilidades para você conseguir entregar um resultado de uma forma mais completa ali e mais saudável pro cliente, né?

E atendimento, né? Tem muita gente que fala que o que mantém o cliente que traz o LTV é o resultado, né? e também o atendimento. Não adianta a gente entregar muita eh resultado e não dar muita atenção ali pro cliente. Tem que ter esse esse trabalho de CS, né? Se não for por uma pessoa de fora, que seja das pessoas que estejam ali realmente trabalhando nessas áreas, né? Então, e é isso que a gente faz agora. R, né? E não é Ronaldo e Rivaldo, é resultado e relacionamento.

Resultado e relacionamento. Perfeito. É 8020 do marketing de performance é saber vender resultado pro cliente, né? Saber se comunicar bem com o cliente, né? Mostrar o caminho, mostrar o que tá sendo feito pro cliente, né? Muitas vezes até a gente fala sempre de na nossa agência, o nosso a nossa PUV, né, que a gente sempre fala aqui no Clube DeliveryAds, é fazer o cara bater recorde de vendas. Só que, cara, muitas vezes a gente, se a gente retrai um pouco o investimento que ele tem em marketplace, em cupom, em incentivo, a gente diminui um pouco o faturamento dele para poder crescer depois, mas já aumenta a margem de lucro do negócio também, né?

Sim, ficou mais saudável, saber comunicar isso com o cliente, saber se relacionar também para Sim. É, e todo cliente vai ter um KPI diferente, né? A gente teve um cliente que entrou recentemente que o KPI dele ali era mais lucratividade, né? Ele não, ele não queria crescer tanto. Ele falou: "Ó, não quero crescer tão rápido, né? Vocês prometem a questão de aumentar o faturamento, mas eu queria que trouxesse novos clientes mais qualificados". Então, na hora de trazer um relatório pro cara, vai ter ali o padrão, mas também inscrito vai ter vai ter discriminado quantos clientes novos entraram, né?

Então também a lucratividade, a gente vai falar mais um pouco, tá vendendo mais o produto mais lucrativo com um ticket médio maior, então faz mais sentido assim. Ticket médio você entende e vou nessa aqui, ó. Qual é a métrica que a maioria ignora que você considera decisiva, né? Eu já já fiz, já dei um spoiler aqui, porque eu considero o ticket médio no delivery algo, cara de extrema valia assim, né? Porque a gente sofre justamente com a parte logística do delivery, né?

Não tem um dono de delivery que não reclama da parte logística. Ou seja, uma logística parceira do iFood que come bastante da margem do negócio, ou seja, de ter um motoboy próprio com medo de processo trabalhista, enfim, do trabalho que dá fazer a gestão ali e de entregas. E quando eu falo de ticket médio, eu entendo que se ele tem um ticket médio maior, se o dono de restaurante delivery aí consegue trabalhar melhor o ticket médio do delivery dele, ele vai faturar mais com menos entregas.

Então eu considero uma métrica, cara, pontual assim da gente observar e acompanhar junto do cliente e a gente como profissional de marketing trabalhar para ajudar, né, o empresário lá na ponta aumentar o ticket médio. Tem mais alguma? O que que você pensa aí? uma métrica que a galera ignora aí, que você considera decisiva. Eu penso bastante no produto que ele tá vendendo também. É muito fácil tu conseguir aumentar o faturamento dele, criando um produto iscele mais barato, conseguindo boa visibilidade, mas aí você pode acabar com operacional da pessoa, né, don de restaurante.

Um excelente ponto, cara. Se tiver vendendo, tá vendo? É o gestor, você tem que pensar também com cabeça do gestor, do negócio, não só gerar mais resultado aleatório. Exatamente. Isso. E você falando dessa forma, ó, a gente deixou de vender o produto unitário, que era, sei lá, um pastel e agora tá vendendo o combo, né, um combo maior e tá não tá precisando colocar mais gente para trabalhar, só mais lucro tá melhorando. Então acho que esse é um dos capis principais aí, além do faturamento, lucratividade, né?

Eu acrescentaria nessa receita ainda a frequência. Então você vendendo. Alô, repetiu. Falou na hora. Na hora aqui, hein. Ó a câmera aqui, ó. um ticket médio maior, vendendo mais vezes, melhorando a lucratividade, para um CAC mais barato, né? Quando é frequência, é o mesmo cliente comprando mais vezes. Então, o CAC desse cara é assim, isso é uma das coisas principais que a Repediu faz, né? É o 8020 da Repediu, aumentar frequência, né? Um dado que a gente viu ontem na PD é que os clientes campeões e fiéis na maioria das lojas, né, em geral ali representam 39% das vendas, do faturamento de cada loja.

Então se conseguir aumentar o a frequência dos clientes campeões e fiéis, seá, sua loja decola, né? Ali representa 8020 do RPG, na minha opinião. Excelente. 40% ali já arredondando, né? Sim. 40% de quem já compra fielmente, mas vezes aí a frequência pesa muito. Fente, você vê, você que tá assistindo aqui hoje, né, você vê que a gente tem pontuado aqui que não é uma coisa só, cara. Você tem que pensar com olhos de diferentes ângulos, porque você tem que enxergar esse cenário total aqui.

Muito bem pontuado aí, Gabriel. Então, parabéns por essa visão de gestão assim, cara. Bem legal mesmo. É tempo, né? É track record que eu gosto de falar, né? Falar os termos inglês que a galera gosta. É senioridade, é km rodado. Sim. É, tem muita gente que ainda não tá conseguindo trazer gente que consiga fazer tudo, né? É um gap que falta no mercado. Normalmente as pessoas que fazem isso é o próprio dono, né? Mas tem muita gente aí que poderia fazer ou como você mesmo falou, né, na ontem, que pessoas que trabalham com iFood já tem essa visão e você poderia treinar uma pessoa assim a se tornar também gestor de cardápio, né?

E é importantíssimo que a pessoa saiba iood, porque tem muito tráfego lá, então você sabe o que funciona, quais são os produtos campeões que vão funcionar também no cardápio digital, a engenharia de cardápio que você precisa fazer dentro do iPhone. Isso, exatamente. A inteligência do Você falou de produto e eu quero dar um disclaimer aqui, né, uma observação sobre isso, né? Na minha visão, lá no delivery, o produto ele não é o pastel de carne, igual ele falou lá. O produto é a linha lá dentro do cardápio do cliente.

Então o pastel de carne é um produto e o combo de três pastéis de carne é outro produto. Lá dentro você deixa de vender o produto um pastel de carne, você passa a vender o produto três pastéis de carne. Essa essa inteligência de você saber fazer isso dentro do cardápio, né? Fazer esse trabalho de engenharia dentro do cardápio digital do cliente, dentro do marketplace, né? lá dentro do Cardápio Web ou dentro do iFood, que sai uma das skills mais, cara, mais valiosas que eu acredito, né?

A gente fala do produto campeão lá, né? A gente tem o costume de criar o produto que vai ser o produto mais vendido do cardápio do cliente ali. E a gente não vai criar um pastel novo usando o pastel como exemplo. A gente vai pegar os pastéis mais vendidos, os sabores mais vendidos e a gente vai criar uma linha. A gente vai criar um produto que compila os sabores mais vendidos de pastéis daquela pastelaria. E essa essa ideia de melhorar a jornada de compra, eu acho que para mim de longe foi uma das habilidades mais importantes que eu fui desenvolvendo eh ao longo do tempo dentro do mercado.

Eu trago isso sim do mercado de e-commerce. No mercado de e-commerce a gente já tinha o padrão de se trabalhar bem a página de produto, né? É, a página de produto ali tem que ter os elementos padrões, tem que ter ali as fotos bem feitas do produto, a descrição, avaliações, enfim, a gente já traz isso lá do e-commerce e quando a gente cai no delivery, que é essa jornada mais rápida, essa jornada de compra ali mais quick, né, mais eh on time, o cara já, cara, mais fácil de comprar mesmo, já cai no checkout quando a gente desenvolve esse tipo de produto que joga o cara na segunda tela.

Sim. que compila vendas. Nesse caso do pastel, ainda usando o pastel como exemplo, eu tenho lá, pô, três, quatro sabores que são os sabores de pastéis mais vendidos dessa pastelaria. Carne, carne com queijo, franca piiri. Fala mais um pizza. Ah, pô, eu tenho esses quatro sabores mais vendidos da pastelaria ali. Eu crio um produto que eu tenho a escolha desses quatro sabores na segunda tela desse produto. Então, eu compilo vendas dentro de um único produto, né? Isso. E também a questão que a gente faz a engenharia do cardápio, a gente organiza o cardápio do cliente, porém criar produto também é um dos fatores que faz aumentar muito as vendas, principalmente marketplace, porque grande parte das vendas, não tem esse dado para passar, vem de fora do cardápio, o iFood 99 das listas do iFood ou qualquer outro marketplace.

Então o iFood vai pegar os produtos melhores de cada loja, das melhores lojas também, e vai compilar e o cliente vai escolher o que tiver um melhor produto, tiver melhor posicionado, melhor título, melhor foto, segundo a tela organizada, vai est ganhando esse jogo. OFood é não só os melhores produtos, mas produtos também com características específicas, né? Tem a lista lá de produtos que, sei lá, que tem a Coca-Cola, tem o Hits lá que tem que ser produtos até X valor, né?

Esse é um trabalho que para mim é o principal ponto que difere a gestão de um cardápio próprio do que a gestão do marketplace, né? Tem esse trabalho de SEO, né? Isso seria algo fora do cardápio, né? Como se tivesse fazendo o anúncio. Uma coisa que faz bastante diferença é trocar a foto do produto campeão, né? não mudar o título. Não recomendo ninguém fazer isso, mudar o título do produto, que porque pode tirar o produto da lista, mas mudar a foto você pode fazer.

E mudando a foto de um produto que já tem boa visibilidade, é como se tivesse trocando o criativo de um anúncio, né? Você tá mostrando algo que já tem bom alcance e tentando converter de outra forma. Você vê pela pela enciclopédia, o cara é sior mesmo, cara. Enciclopédia de cardápio. Ele tá dando aula de cardápio aqui. Era para nós bater um papo. Eu tô, eu tô aqui assim, cara. Que que essa galera vai conseguir absorver dele aqui? Deixa eu mandar mensagem pro meu gestor porque olha.

Não, parabéns pela visão aí, Gabriel. dá para perceber assim, trocando ideia com você no dia a dia. É uma cabeça diferenciada mesmo. Você tem gosta do que faz, né? Ó, o RH funciona, filho. Segura o homem, filho. É, o homem vive surfando, mora na ilha, tá dizendo que tá querendo vir morar para São Paulo aí. Mas que história de surf é essa? É, então, a gente fica muito tempo dentro de casa nesse trabalho, né? A gente precisa bunda na cadeira. Vamos bunda na cadeira.

Bunda cadeira. Isso. Precisa ter alguma coisa mais com a natureza. A gente precisa sair um pouco disso. Por isso que eu comecei a surfar e também pelo fato de estar numa ilha, né? Pisando descalço. Pisando descalço. Em 15 minutos eu chego em praias que eu posso surfar, né? Então foi mais ou menos assim que eu comecei, né? E você vai vir surfar para São Paulo aqui agora? Não, isso a gente tá pensando aí. Me aperta não, Otávio. E a música, quando que você que você pega gosto pela música assim?

Para quem não sabe, o Gabriel, ele é o violeiro oficial dos encontros quando tem encontro do clube. O é o Gabriel que toca o som, cara, sem da moda de viola de cabeça, sem papel, sem cifra, nada, sem cifra club. Não, para quem lembra de 80 contas da server, né, para lembrar uma musiquinha ou outra é tranquilo, né? Mas eu comecei a tocar desde pequeno, né? E agora tô fazendo aula de canto também. Então é um hobby que tá bem ativo na bem, ele tava fazendo exercício aqui de canto aqui antes de começar o podcast e não deu muito certo.

Não resolveu. Muito bom. E isso desde cedo desde menino ou não? Já depois de marmã já começou a to Não, desde criança. Desde criança. Talvez por isso tenha boa memória de músicas, né? Que eu já tinha tocado antes. Mas é uma coisa que não dá para só trabalhar, né? Tem que ter alguma coisa para se distrair também. Isso é excelente. Tem que ter um misto de vida profissional, claro, né? Tem que pagar os boletos ali, mas tem que ter alguma coisa pessoal, no mínimo uma coisa pessoal assim que você faz para cara desocupar a cabeça e esvaziar ali para fazer tocar sua vida pessoal mesmo, senão cabrindo doóida, bicho.

Fui lá uma vez, né, lá para Floripa para um evento aí, bô Gabriel, vamos se encontrar, né? Vamos tomar um, vamos pra praia, bicho. Maravilha. Aí encontro eles, velho. O rapaz com carrom, com carrom e o violão nas costas indo praia, velho. Rapaz, você ia fazer som na praia lá. Ain, né, meu padrão? A gente marcou, né, com amigo meu e o Bruno tava lá, então aproveitei, já mostrei o que sabia ali. Na próxima vai ter um violão no Vai que o marketing, vai que o marketing não dá certo.

Alguém me contrata para tocar aqui, né? Eu faço um biquinho na night às vezes até tocar no próprio restaurante. Ah, não quer me contratar? Pelo menos deixa eu fazer uma música. O marketing eu não quero não, mas você toca. Chega lá fando no restaurante, fala assim: "Ô, e aí? Tenho dois serviços para te oferecer aqui. Marketing". Ah, não, já tem quem faça. Ih, tocar na noite aqui. Meu método único, né? Tráfico, cardápio e música de quinta a sexta. É serviço de saída, né?

Não quer o mais caro, vai o vai o de entrada. Low ticket aqui. Muito bom, cara. Legal demais, né? Ô, Gabriel, e quem voltando aqui um pouquinho pro papo de gestão, cardápio e tal, e para quem tá cara começando agora assim, o cara que tá começou a mexer comood, comeu, começou a mexer com cardápio ou eventualmente até mesmo o carre pediu ali CRM, que que você pode falar para essa pessoa assim para ajudar ela a gerar mais resultado? Algo que você viu que para você, cara, meu, quando eu fiz tal coisa, quando eu comecei a trabalhar dessa forma ou quando eu comecei a olhar nesse ângulo, fluiu melhor assim?

Eu tenho uma opinião até que não foi muito citada, que é atender clientes pequenos, né, e cobrar menos no começo para você ganhar expertise, não ter tanta responsabilidade em relação ao faturamento do cliente, que gestão de cardápio e o iFood pode fazer com que cai ou suba rapidamente. Então, se for um cliente menor, com faturamento menor, você não vai ter tanta preocupação. Eu vejo muita gente falando que tem medo de fazer gestão de conta do iFood, né? Então, se trabalhar ali clientes pequenos cobrando menos, você gerando resultado para eles, você vai conseguir indicações e é uma forma de estar crescendo no nesse mercado, né?

Então é um momento que você inclua outros serviços e consiga clientes maiores, mas como forma de aprendizagem faz todo sentido ajudar o cliente menor ali, ajudar o cliente menor, nobre. Legal isso até assim, e faz sentido, né, a escola ser com alguém que também, tem menos responsabilidade. Eu acho que você usou a palavra certa assim, né? Você entrar numa loja, pô, que já fatura R$ 200, R$ 300.000 ali e fazer algum ajuste e isso gerar um prejuízo, né, gerar uma queda de faturamento do cliente, realmente é uma responsa grande.

A gente assume essa bronca hoje porque a gente tem no how, porque a gente tem conhecimento para fazer. Mas se tá começando, se de fato tá se desenvolvendo como profissional, faz muito sentido o cara. Sim. O cobrar menos aí eu não vou falar por conta do posicionamento da APD aqui, né? Mas eh vejo que faz sim muito sentido você começar com clientes menores. Sim, foi assim que eu comecei, né? Os primeiros clientes que eu tive foi mais em conta ali que eu cobrei, né?

Um dos clientes me ajudou bastante porque indicou para todo mundo. Se não tivesse dado resultado, mesmo cobrando pouco, não teria entrado clientes antes de estar entrando na Seven. E aí, nesse momento que eu tive vários clientes e entrei na SV, eu parei de deixar, eu comecei a não deixar clientes entrarem para poder focar mais ali, né? Então é uma forma de crescer no mercado, né? Deu o resultado, eles vão estar indicando, tendo amigos, eles vão fazer esse trabalho para você. Anda em turma, né, galera, né?

O hamburgueiro tem a turma dos hamburguiros, os pizzaiolos tem a turma dos pizzaiolos. Indicação e o cara ele te apresenta, né? O Diego Schisler falou isso, soltou essa bomba lá no encontro presencial da mentoria que a gente teve. Diego Schisler soltou isso, né, de você ser apresentado pelo seu cliente, né, para outro cliente ali. Sim. E a conversão vai lá em cima e ele é espetacular porque não é você chegando e apresenta, tudo bem, sou o Gabriel tal, não. Ô, esse daqui é o Gabriel, cara, ele que mexe para mim, faz o resultado acontecer lá.

Isso muda totalmente o jogo, cara. Esse papo é reflexível. Eu falei de não cobrar barato, mas eu vou até me eh vou e é antifragilidade aqui, né? O meu primeiro cliente eu não cobrei eu passei a cobrar R$ 500 lá depois de 2 anos trabalhando com ele e até hoje cobra esse valor até hoje. Agora teve um reajustinho lá porque colocou mais uma loja, mas é metade, menos da metade do ticket médio da agência. E aí eu vou falar para você não cobrar barato, né, para você ter as suas primeiras experiências, as primeiras oportunidades do nicho.

Sim. de fato, esse trabalho de você ganhar experiência numa carreira, numa posição, numa profissão que é totalmente nova, cara, é isso, né? Você precisa validar aquilo que você faz, você precisa ganhar confiança naquilo que você faz. E as coisas mudam tão rápido, né, que, cara, às vezes o que a gente tá fazendo hoje não é o que vai gerar mais resultado daqui um ano, daqui dois anos. E a gente se provar, na prática a teoria é outra, né? É, a gente se provar de fato gerando o resultado pro cliente, talvez é a coisa mais importante para você ganhar a confiança, para você ganhar corpo, assim, para você prometer bem ao cliente, né?

Para você até saber o que prometer ao cliente, que eu acho que isso é bem importante. faz muito sentido, velho. É essa alinhamento de expectativa, né? saber que você vai prometer ali. A gente sempre fala dentro da mentoria APD, né, que a gente foca mais no perfil de cliente ideal, aquele cliente que já pode investir mais em marketing. cara, pro nosso modelo de negócio, de agência, né, de buscar ali, é, mais faturamento com esse modelo de negócio de agência, é o que a gente sim entende como verdade, mas para quem de fato precisa criar casca, precisa ganhar expertizees, né, ganhar essa senioridade que o Gabriel tem aqui, como a gente tá conversando, tem que passar pelo processo, né, velho?

Precisa de fato ajudar o cliente menor, cara. pegar é aí pegar experiência, pegar confiança em no seu serviço, em você mesmo, prospectar melhor, já que você tem mais confiança agora, porque gerou resultado. É, eu acho que é parte do processo. É um aprendizado muito válido isso, com certeza. É, essa pergunta encaixaria nisso, né? Mas é até legal que a gente já quebrou esse paradigma. o que que você considera o seu maior erro nessa jornada, desde que você entra pro mercado de food aqui, o que que você considera que foi o maior maior erro aí dentro do seu do seu processo?

O maior erro foi não ter começado isso antes, né? Eu fiquei um ano sem clientes novos, né? Fiquei ali com três clientes e não mexia ali os pauzinhos, ficava com rendimento não tão bom, né? todo mês e tentando investir em anúncios, indo para outras frentes sem me posicionar, porque não tinha o conhecimento que vocês passam hoje em dia pra galera. Então essa foi uma das formas e ter demorado para fazer isso foi que você considera um grande erro. É, sim, exatamente.

Mas hoje eu faria diferente. Eu seguiria o que vocês falam, né? Questão de posicionamento, processo, prospecção e cobraria um ticket muito maior. Agora tem esse conhecimento que eu poderia ter. Pega essa, gestor que tá assistindo. Muito bom. Segura essa bala aí. É um mercado que evoluiu demais, velho. Se a gente tem aí esse papo lá em 2019, quando a gente começa, eu acho que a nossa visão de mundo era totalmente outra, né? É, hoje a gente já vê um mercado eh com tecnologias muito mais maduras, eh com o método que a gente tanto aplica aqui, né? muito mais desenvolvido, já gerou bastante resultado com isso que a gente faz.

Então, a gente também tem esse e esse poder, essa persuasão, né, de poder entender o que gera resultado pro cliente. É, porque tem muita gente também que está aprendendo, tá fazendo o curso, aprendendo sobre, mas não tem uma loja para gerir, então precisa ter alguma coisa prática, né? Então, começa pequeno e com o tempo vai escalando, né? Vai ganhando indicação. Criando casca. Criando casca. Muito bom. Exatamente. Cancha lá no futeball fala: "É, você joga bola?" Não, tem cara de zagueiro mesmo.

Tem cara ou goleiro, na verdade na rua. Febol na rua era goleiro. O pessoal jogava se fosse o dono da bola. Não, o futebol não é muito minha praia não. Ele quer praia. Ele surf também. Você viu que ele falou? Futebol não é muito a minha praia. É o cara de Floripa, filho. É manézinho da ilha mesmo, filho. Ele quer saber de praia, sol. Então não vem para São Paulo não, filho. Não vem pro arranhaacel não. Paraa selva de pedra. Se for, acho que ele vai morar em Santos.

Litoral, né? É, né? Pode ser que ele venha para morar no litoral aqui também. É surfar. Surfar essa onda aí, meu patrão. Tem que ser, tem que ser. Ô, Gabriel, e nessa rotina, cara, você tem algum preferido? Cardápio, marketplace, que eu mais gosto de fazer? É RM. Você tem um chodozinho? E gosto, eu gosto muito do CRM porque é marketing puro, né? Segmentação, escolher ali para quem você vai entregar, como você validar sua estratégia, o que você criou aqui na cabeça, você sabe e acha que vai dar certo.

Isso ele é marqueteiro formado, né, velho? Testar o que tava pensando. Graduado. Exatamente. E a Fuji às vezes você passa raiva, né? O cliente pausa o produto. CRM é mais constante. Cliente mexe muito em cardápio, pausa o produto principal. a gente diminui o resultado, você não sabe por você vai entrar no cardápio e descobre que ele pausou o seu produto principal ou aumenta o tempo de entrega no final de semana e não não volta esse tempo, né, na segunda-feira. Então é algo que tem que tá sendo revisado semanalmente e às vezes não depende tanto de você.

No cardápio próprio não tem tanta variável assim, o cliente mexe menos no cardápio próprio dele? Mexe menos, né? Mas às vezes mesma coisa. Pausa o produto, né? Então não despausa depois. não despausa depois. Então é essa é o principal causa. Sim. Eu não tenho métrica, mas eu tenho uma percepção que o dono ele fuça mais no iFood do que no canal. Eu tenho certeza disso. IFood tem as promoção lá, o dashzinho bonitinho dele. Eu sempre falo isso. O cara contrata o Cardápio Web.

O time do Glauto vai lá e dá um talento para ele, entrega um cardápio mínimo viável para ele e tchau. Obrigado, bicho. Ele não mexe mais. O painel do iood, ele abre toda semana. Eu tenho certeza disso. Você, você é dono deliver, tá assistindo a gente, pega a visão aí, você não sabe porque que o seu cardápio próprio não gera resultado. É. E o Food está cada vez menos dependendo da gente, dependendo mais do operacional do cliente. Ele tem que ter uma entrega rápida, ele tem que ter uma boa experiência, a recorrência está sendo contada para que faça com que a loja apareça mais ou menos.

Então, do iFood não é muito com a gente, né? Já foi mais, né? Mas ainda a gente consegue influenciar gestão de card mais algoritmo hoje, muito mais algoritmo diferente. O marketplace ele já tem muita IA, muita coisa sendo feita assim, mas você acha que na sua rotina como gestor e a IA pode te ajudar cada vez mais? Sim, e principalmente quando começar a ter mais integrações, né? Hoje em dia está sendo usado mais para criar relatório, né? Cop fotos tá ajudando demais, né?

A gente tá conseguindo gerar resultado. Foto, tem umas fotos. Que misericórdia, braba demais, cara. A IA não tá parecendo ainda, beleza, mas cada vez mais tem parecido menos que é de massinha assim, artificial, né? Muito realista, cara. Isso tá ajudando muito. E mais rápido, né? Também no nos no tráfego, né? O Flávio me chama de vez em quando. A gente tá precisando melhorar o resultado de tal cliente. Será que você consegue um criativo? E aí a gente trabalha uns criativos que já funcionaram, como produtos ultra realistas, né? é baseado na foto que o cliente já tem para gerar resultado, né?

A gente viu que dá bastante certo. Às vezes é o criativo que mais gera resultado é o que a gente criou na IA, né? Mas a gente não deixa de recomendar pro cliente para fazer um vídeo, né? Isso sempre vai ser inclusive inclusive a meta já trouxe, né? Quando você vai subir anúncio lá, ela tem aquelas recomendações, tá? ainda, mas mas ela já recomenda bastante isso. Ela mostra muita foto lá que ela cria com A, quando você sobe o criativo, ela te dá várias opções de a e ela fala: "Quem usa isso tem mais resultado".

Mas x% de resultado lá. Às vezes algumas daquelas miniaturas lá fazem sentido, outras vezes não. Na maioria não, né? Mas é isso. Acho que a IR dessa, né? Aperta o de vantage aqui, bicho, que você vai ter 6.9 e por de resultado a mais. Fica de oi com o tio Zug também. Acho que ele tá querendo meu dinheiro. Ele só não fala que vai gastar mais para isso. Não, eu vou vou ainda focar lá no iFood lá que a gente tava falando nessa parte de que o algoritmo ganha corpo ali e começa a fazer as coisas mais de forma automática.

E eu já vou até emendar aqui numa pergunta que eu queria falar é sobre visão de futuro, justamente em cima disso. Cada vez menos o operador precisa otimizar o iFood, precisa mexer no iFood ali, né? É, eles só não conseguiram ainda fazer com que o cardápio seja automático. Eles conseguiram criar a aba destaques hoje, né? Talvez mude o nome mais paraa frente e puxar os produtos mais pedidos para cima, só que não conseguiram fazer com que o cardápio eh fosse automático e desse resultado.

Inteligente ali, né? Não só automático, mas inteligente. Vamos dizer assim. fazer com que o cliente mande o cardápio de uma forma e ele estruture da melhor forma que gere mais conversão, fazer essa otimização, essa otimização do cardápio de forma automática. Isso, exatamente. Ah, mas eu acho que isso aí não é nem questão de tempo, isso aí é questão de horas. Isso aí é longo. Eles estão há um tempo tentando fazer de algumas formas, fazendo com que a pessoa escreva o produto e já apareça o que ele quer, mas não colou muito.

Foi feito alguns testes, pelo que eu vi nas lojas que eu tava operando. E imagino que não seja tão fácil de substituir isso. É porque tem um ponto de inteligência de negócio que o algoritmo é, vamos dizer assim, não vai conseguir ler, que é, cara, sobre lucratividade, se é sobre volume de estoque, né, a complexidade da produção do produto, não o interesse do próprio marketplace. O marketplace quer lucrar, quer que você invista em promoções e a gente quer que o dono de restaurante ganhe dinheiro.

Então, um vai puxar para um lado, o outro vai puxar pro outro. Então sempre vai ter essa importância do gestor fazendo esse trabalho, entendeu? Mas aí aplicado os algoritmos aplicados ali, inclusive spoiler, né, para quem usa repediu aí, repediu integrado aos cardápios. nos mostrou, não sei quando você tá assistindo esse episódio, mas uma tool dentro da Repediu que conecta com o cardápio digital e ela lê todo seu cardápio e ela otimiza fotodescrição de todos os produtos de uma vez só. vai plugar lá e ela vai trazer lá tanto melhorias em fotos ou produto que não tem foto, ela cria foto.

Tá bizarra a criação de imagens com EAI hoje em dia. Cada vez melhor, cara. Eu sempre fui meio hater nesse nesse assunto assim, né? Sempre achei que, pô, a foto é outra coisa, né? A fotografia. E hoje a gente usa Ei, cara, praticamente em todos os cardápios que a gente otimiza lá, a gente faz um trabalho de padronização das fotos, né? Nunca nunca do zero, né? Sempre pegando que o cliente já tem. e melhorando, né? E melhorando como se fosse uma edição de foto.

É mais uma edição de foto do que só que melhora demais. Você melhora cenário, você melhora a apresentação, montagem. Porque antes você levava horas para fazer um Photoshop da vida aí, cara. Agora com um clique assim, ó. Prompt. Tchau. Se você já tem o agendezinho, se você já tem o prompzinho desenhado, é sim. E já tem alguns prompts que eu uso para enquadramento, para gerar resultado no tráfego, né? imagens ultraalistas, como eu tinha falado. Então, essa questão de fotos veio há pouco tempo e já tá gerando resultado de forma de forma fácil, né?

Sim. Tem cardápios que a gente simplesmente otimizou todas as fotos e aumentou a conversão só com a com o mesmo prompt em todas as fotos, né? Isso seria muito fácil de replicar. De replicar. Mostrando foto melhor. Já ajudou a vender mais? Já, com certeza. o cardápio, sei lá, 60, 70% é foto, né? Depois ali organização, segunda tela e então conta demais. Então a gente conseguiram trazer o que a gente precisava mesmo. Eu acabo desenhando essa cadeira lá dentro da Seven, né, e fui agregando funções, agregando valor ao que você faz no dia a dia ali. hoje o Gabriel Gol Ottavio falou, né, cardápio, marketplace e CRM, né, que ele toca lá dentro da nossa operação.

É, você já já nos falou que vê fazer muito sentido tocar todas essas frentes aí, é porque tá tudo interligado, tá tudo ali, é, de fato bem conectado. como é que você vê o futuro dessa cadeira, dessa profissão? Assim, você olha como um gestor de cardápio, esse cara, um gestão de canais, tem diferentes formas que poderia ser feitas, né? como você mesmo já tá colocando comigo que eu seria o sior, né? Cuidaria de tudo isso, mas eu também vejo o que pudesse ser marketplace e separadamente repedir e cardápio, porque com a vinda da 99 da quita, você tá tendo essa demanda, né? com que a gente possa otimizar esses canais também.

E pode faltar tempo do sênior para que possa otimizar repedid e a repedio pode ser que ela seja mais eh difícil, mais demorada de trabalhar do que o próprio tráfego. Então, precisa de alguém especializado colocando ali e bastante tempo para fazer. É isso. Eu vejo fazer sentido. Talvez separar um braço dentro do seu setor aí, né, dentro do seu departamento, a gente separar um braço de repediu. Mas você vê fazer sentido eu separar o gestor de cardápio próprio do gestor de cardápio no marketplace?

Não, isso com certeza não. Por causa da questão dos dados, você vai gerar muito mais resultado sabendo que já funciona. No canal que tem é no canal que tem mais vendas, você vai replicar de um para outro que tem funcionado, né? Talvez dentro da sua BU, então a gente separa o gestor de cardápios do gestor de CRM, do gestor de gestor de market, o gestor de marketplaces do gestor de repediu e cardápio. Não, mas isso que eu perguntei foi exatamente aí eu acho que minha dúvida.

Eu vou separar o gestor de cardápio do marketplace do gestor de cardápio próprio? Faz sentido isso? É porque separando vai acontecer algum problema, né? É, e mas seria algo que eu pensei que poderia dar certo assim para por causa da demanda da Repediu, entendeu? Olha que loucura, a gente tá junto há mais de três anos trabalhando junto e a e a estrutura de operações ainda sofre mudanças, atualizações, porque é muito novo, galera. A gente usa repetiu há menos de 2 anos.

A gente é, falou no evento lá, né? Umior de repetiu tem um ano e meio. É, na verdade não existe o snior de repetiu ainda. Existe o cara que tá tocando há um ano. E o cara que tá tocando há um ano a repeti lança feiture toda semana, o cara não manja tudo da ferramenta. Então, então assim, a gente de fato é primeiro In The House, quem chega cedo bebe água limpa. E ontem a gente eh conversando, né, com a com a galera do mercado, tô falando ontem, porque a gente teve um encontro presencial APD, né? o primeiro encontro presencial APD, que é o encontro da mentoria APD do Clube de Livied.

Se você ainda não conhece eh a mentoria APD do Clube DeliveryAds, que é um programa focado em agências, né, de marketing focado dentro desse negócio, pesquisa aí dentro do site do Clube DeliveryAds. Tenho certeza que tem o link aqui na descrição e desse vídeo também. E a gente nesse evento, cara, eh entende que o iner houseous 1 foi em 2024. Quem chega cedo e bebe água limpa, a essa água se renova, velho, tanto, né, com atualizações de tecnologia, com melhoria nas ferramentas que a gente tem.

E de fato a gente melhora processos da nossa operação até hoje porque é tudo muito novo. A gente de fato desbrava ainda mato alto dentro desse mercado. E o que a gente faz aqui focado em performance, né, guiando, eu julgo o clube delived guiar a vanguarda do marketing de performance para deliveries e restaurantes. A gente vem criando tendência, a gente vem criando o setor. Pô, foi maió legal o depoimento do Glauto ontem. Até me emocionei, né, dentro do evento lá, que de fato eh o crescimento do cardápio próprio passa muito pelo que a gente faz no dia a dia.

E esse desenho de escopo, galera, é algo novo. E até eh foi papo, né, uma pergunta de aluno lá perguntando que como é que a gente contrata os profissionais da nossa agência, como é que a gente contrata um Gabriel da vida. Cara, foi formado quando você entra na S. Tem esse cara no mercado. É, não tem o sior do que ele faz lá. Na verdade, a gente ainda melhora o que ele faz. A gente ainda constrói processos do que ele faz.

Não, não consigo trazer um cara que trabalhou numa multinacional, que tem expertise no que ele faz hoje. A demanda do mercado é tanta por esse tipo de profissional, assim, cada vez mais, porque a gente tá formando mais agências, mais agências precisam de um tipo de profissional desse, que a galera tá querendo esse tipo de profissional antes mesmo dele estar 100% formado, tá? existir constante construção. Na verdade, assim, cara, a formação gestor repediu foi uma marco pra gente, velho. É porque assim, uma de uma ferramenta complexa, né, da gente, desenvolver, é muito valiosa, atualiza muito e a gente precisa estar em cima ali.

E da onde eu tiro esse profissional? Até é legal que a própria RPEDIL traz profissionais de CRM, de outros mercados, de e-commerce, né, de outros mercados de serviço, inclusive que tem visão de CRM para poder ajudá-los ali. Mas pro food, velho, não existe essa cadeira. É loucura. Mas para fechar esse assunto aqui, cara, na minha visão, a BU de cardápios é uma coisa e eu ainda coloco dentro da mesma BU aí que que é essa essa gestão de canais, eu incluo CRM nisso, mas se eu fosse talvez pensar numa melhoria de processos aí eu separaria o CRM mesmo, né, de ter alguém 100% dedicado nisso. de CRM cardápio, é porque você pode ver os dados do CRM, então não perderia essa inteligência deos, né?

É sim, para mexer, editar ainda preciso do Food. Não, eu poderia usar repedil também, né? Tem uns produtos mais vendidos lá. Não, mas aí você vai só saberia desses dados. Você não consegue mexer, criar uma categoria, um produto. Ah, sim, sim. Precisaria ter acesso aí. Precisa do iFood. Então aí, aí imagina tipo o gestor de Cardápio Web, identificando alguns gargalos, né, tocando repediu, identificando gargalos no iFood, né, olhando ali pras métricas e ele tendo que pedir para alguém fazer no iFood.

Então eu acho que para mim é dentro de um beleza que pode ser um time, talvez três pessoas, um tocando iFood, um tocando cardápio, tocando CRM, com bastante comunicação, mas com a comunicação centralizada entre os três. Eu não separaria essa comunicação, não colocaria só cardápio e CRM de um lado, mas de outro é conectado. Tudo conectado. Até o gestor de tráfego às vezes precisa de dados de cardápio para saber o que vende mais. os criativos que eu mando aí, eu acho valioso ele tá separado para que ele pega um feedback do gestor de cardápio, né?

Que aí é o que acontece hoje lá na nossa operação. O Flávio bate em você para entender a sua visão do que tá vendendo no cardápio. Mas de novo, eu não eu não vejo fazer sentido a ter um cara de cardápio próprio e um cara de marketplace. Para mim, esse cara é uma pessoa só, uma pessoa ou um setor ou um departamento só que que tem a visão de ambos, até porque assim, informação, preciso criar um produto novo no cardápio, pô, você vai criar nos dois, você já cria nos dois, você vai criar no marketplace, você vai criar no cardápio próprio, você vai fazer o trabalho ali já de otimização do cardápio.

A, o dinamismo de cardápio, o cardápio ali, né, dinâmico, a gente fala durante a semana, durante o final de semana, quando eu mudo no cardápio próprio, eu também já mudo no marketplace. Acho que tem que essa dança é alinhada aí, é junto, não? Com certeza. cardápio e Marketplace ali tem que ser juntos, né? A não ser que precise realmente separar porque não tá por causa de demanda. Por causa de demanda. Exatamente. Então, dá para ter um jeitinho. Mas essa comunicação sempre vai ter, sempre vai ter que passar feedback ali.

Isso. Sempre vai ter que passar feedback um pro outro. O time que tem que estar alinhado para saber o que vem mais. Então, tem que todos estarem focados a gerar o resultado ali pro cliente. Foca em performance. por performance. Show demais, mano. E sobre tec, mano, o que que você vê de futuro pro mercado, né? Você falou de a gente aplica bastante IA ali já em processos, tanto na documentação de processo. Acho que você falou algo bem importante lá no começo quando você fala de clicap, que a gente centralizar as informações dentro do nosso sistema de gestão ali, porque na minha visão a coisa mais importante de a pra gestão de uma empresa e tudo mais é o contexto que a gente traz, né, sobre a empresa, sobre o dia a dia, sobre o que a gente faz ali sobre o cliente.

É, e como que você vê tanto as ferramentas que a gente utiliza no dia a dia, o próprio ClickUp, mas o próprio iFood, o próprio cardápio próprio, né? É o avanço disso, o futuro disso com cada vez mais e a aplicada é a tendência é cada vez ficar mais automatizado, né? Tive essa visão ontem no evento, né? quando Glauton falou que tudo vai começar a ser mais automático, o cliente vai receber a mensagem através da inteligência que talvez venha do próprio Cardápio Web e cada vez mais a tendência está o gestor só no estratégico e o operacional ser delegado 100% para IA, né?

Então, cada vez mais a gente vai conseguir atender mais contas, mas ainda vai depender ali da estratégia central que você vai fazer eh divisão macro ali para tá ajudando o cliente. Eu vejo que é 100% isso. Você precisa de um gestor, uma cabeça pensante ali para estratégia ainda, mas operacional, cada vez mais fácil com IA. E eu vejo que a IA ainda vai auxiliar muito o esse gestor, esse pensador, o estrategista ali. É, só falta as integrações. É, mas cara, eu vejo que é tempo.

É, na verdade não falta todas, não. Saiu o MCP do meta, a PI é aberta do Cardápio Web que você já consegue conectar a API também. O do iFood também tem API, a gente não consegue fazer tantas alterações, mas cara, logo menos essa documentação melhora para que a gente consiga usar isso aí. Talvez seja logo cedo, né? Eu acho que não vai demorar não. Time aqui daqui alguns meses pod gravar de novo sobre isso. Já colocar um adendo aqui, ó. Então não, a velocidade é absurda, né?

Tem ganho cada vez mais, cara. Velocidade, o avanço das ferramentas. Eu falo que sempre quando o Google se posiciona forte dentro de um mercado, é porque de fato essa esse mercado vai acelerar muito. Para mim, o Google é uma das maiores empresas do mundo e por det, cara, muito usuário, onde ele põe a mão, ele consegue de fato eh testar, validar muita coisa muito rápido. que cara, e o avanço que o Google tem feito em relação aí à aplicada a automações, eu não tô falando nem do chatzinho, nem do gemis, só bicho.

Tô falando da estrutura toda que o que o Google tem trazido para poder recursos de ajudar na operação ali e de negócios. Acelera muito. Sim. e aí, é legal que o nosso serviço, né, o que a gente faz, no dia a dia, cara, não digo 100%, mas mais de 90% é digital, né? são ferramentas digitais, são são tecnologias que a gente acessa através de uma PI, de uma internet, de uma interface. E isso com IA, velho, é de fato um pulo para que a gente consiga, não digo automatizar, mas acelerar muito.

Sim. Potencializar o que a gente potencializar faz. Acho que o nosso trabalho não é 100% digital. É, eu acordo e sento na cadeira ainda, né? Eu acho que esse é o é o mais analógico do que eu faço no dia a dia. Não, que você falou isso, 90%, eu fiquei pensando o aonde esses 10 tá, né? O que que seria os 10%? Eu tô tentando pensar aqui. Ah, ir no banheiro e pegar um café na cozinha. Tem gente que faz mídia ainda, né?

Tem que até prod é quem produzídia. Pode ser os 10%. Mas aí a mídia não, beleza. O ir até lá. É, mas a mídia digital também. Digital também é bicho, acelera muito. E a gente vê isso assim, tanto no desenvolvimento de tecnologias, né? porque a gente vê o SAS acelerando muito, né? e tanto a gente no dia a dia, otimização que isso traz, né? contexto, quanto mais a gente trazer contexto para ferramentas, documentar processos, mais a gente tem ganho de produtividade usando tecnologias e AI.

Sim, sim. Os relatórios hoje em dia tá muito fácil, né? Tive uma vez que eu precisei dois dias para entregar os relatórios do a gente tinha quase 50 clientes, né? E agora eu só mando um print pro Claude, né? Já sai tudo pronto de acordo com o prompt que eu mandei ali. Então tá muito mais fácil. Tá sim com os relatórios. Talvez mais pra frente venha mais pra performance também, né? Claudio é um funcionário do mês lá na série, hein? Esse trabalha, hein?

Esse trabalha, velho. É token. O bicho é caro também. É caro nada. Se você considerar, galera, eu converso muito sobre isso, né? E eu vejo muita gente no meu ecossistema ainda não pagar uma AI que seja o Claude aí, cara, R$ 100, R$ 150 que seja a mensalidade disso. É muito barato pelo que faz, velho. É muito barato pela inteligência que tem e cada vez vai ser mais a realidade. Cada vez vai mais a gente vai usar, seja para um processo, para um para um operacional, para ajudar a gente a pensar numa estratégia, para criar uma estratégia futuramente, sei lá.

É, eu espero que não, né? A parte da estratégia, se ele conseguir fazer o que a gente faz aí é porque precisa, alguém vai ter que operar ele, não é? Vai ter o operador, mas só que em relação à estratégia não tem como não ser ele, porque você não compila tanto contexto quanto ele. Eu vou falar para ele, olha essas 80 lojas aqui agora de hamburgueria e me traga os três principais produtos que eu tenho que pôr aqui na minha. Você vai fazer em quanto tempo isso?

Você pode ter a expertise, o feeling e tudo mais, só que esse e eh compilar dados, né, como a gente é marketing, é principalmente performance, o compilar dados é mais importante que o feeling. É loucura, não é? A ferramenta vem para ajudar demais, cara. Porque até assim, essas 80 que eu pedi para ele analisar, foi você que otimizou. Aí eu peço para ele analisar essas 80 pra gente a otimizar o próximo. Sim. hoje eu já peço para ver como tá, né, esse nível de inteligência e saber analisar a loja e muita coisa ele deixa passar.

A gente manda todos os dados possíveis, mas a gente vê que se fosse por outra estratégia faria mais sentido, porque a gente vê coisas que ele não vê, né? De por que abaixou aqui o com certeza um ticket médio, né? A gente sabe, né? a gente tá ali na operação, talvez ele leve em conta outras coisas para justificar isso, mas é falta de contexto, porque se ele soubesse que o ticket média baixou, é difícil você passar todos os dados para ele, né, para analisar.

Mas é isso daí, tipo assim, a falta de contexto. Hoje a gente ainda não tá totalmente integrado com as ferramentas para ter contexto geral sobre as coisas. Ah, 100%, né? É só o que você sobe de contexto. Você fazer uma pergunta vazia, só analisa esses 80 produtos e me entrega o melhor, ele vai te entregar. Agora, se você passar o contexto geral do que tá acontecendo para otimizar em cima do igual você falou do ticket médio e ele tiver contexto, vai te trazer uma análise muito muito mais, ele vai analisar em segundos milhares, é em segundos milhares que você demoraria o x tempo para fazer.

Sempre vai ter, na verdade, um sim ou não not ali, né? Sim ou não isso ou aquilo notep. Eu acho que isso eh sempre vai ter sim uma um ponto de visão, principalmente eh para pro externo aqui, né? Quando a galera fala de agentes, desenvolvimento de sistemas, tal. Hoje é uma parada que acontece até meio que automática, porque aí vai saber melhor o caminho para desenvolver um software do que um desenvolvedor júnior ali, enfim. mas tudo que é para fora aqui, tudo que é pra gente vai fazer eh é o output mesmo, tudo que ele vai trazer pro usuário final pra gente tomar uma decisão ali, vai precisar de um sim ou não, de um isso ou aquilo do operador.

E eu acho que não é, não vai ser sempre não, cara. O Jarvis vem aí. Eu é, eu acho que eu acho que não é, não demora para ser um negócio automático, porque eu vejo que o principal gargalo que a gente tem é não saber onde tá o erro de processo do começo até o fim para um restaurante não tá dando resultado. Se é o tempo de preparo, se é um motoboy que não tá entregando rápido, a gente não tem como ver de forma tão fácil, né?

Os marketplace não passam tantos dados assim, mas a gente tem métricas que podem nos ajudar mais ou menos entender isso. E é que nem o Bruno falou, se a gente alimentar a IA com contexto, pô, de 80, de 100, de 200 lojas. Sim. É, pega lá as reclamações dessa loja aqui, pô. Tem esse mês teve mais reclamação sobre atraso, por exemplo. Sim. Se alimentando a IA com isso, ela já vai ter essa parte desse contexto. É mais fácil da IA ter esse análise do que a gente.

Com certeza loucura. Não existem hoje consultorias que tiram foto da cozinha, né, e analisam como pode melhorar. Até a própria poderia fazer isso, né? Com certeza de pro cliente tirar foto da cozinha dele, né? Vê ali que tá tendo muito atraso. Com isso, com essa foto, você vai descobrir por ó o fluxo aqui. A pessoa tem que sair daqui para ir ali. A fritadeira tá longe do da onde põe a batata. Enfim. Sim. Perfeito. Tem todos os tudo por cima. Legal, cara.

Muito legal esse papo, cara. É uma pena a gente já já ir caminhando pro final do papo aqui. Eu ficaria trocando essa ideia aqui, porque quem quem manja, quem vive, né, quem tem expertiza, a gente puxa qualquer assunto, qualquer papo aqui e a e a parada flui, né? Eu e eu particularmente eu gosto, eu venho da Escola de Tráfico Pago, né? Mas eu gosto muito dessa dessa cadeira assim que você tem hoje, Gabriel, de lidar com cardápio, com marketplace e hoje você trabalha repedido também.

Assim, eu vejo que é algo que o tráfego, beleza, você leva o cara pro cardápio lá, mas o cara chegando no cardápio, o que você faz ali, o que você propôs, não só de levar o cara, mas chegando lá, como ele vai encontrar isso? a fine do seu do seu ajuste ali traz mais resultado. Sim, sim, sim. O como você, o como você organizou ali traz mais resultado do que simplesmente eu levar o cara pro cardápio, né? Eu gosto muito dessa cadeira que você tem aí, cara.

Sim. Eu tem que ver porque às vezes o tráfego não tá trazendo o cliente mais qualificado ou não tá trazendo o cliente que já tá mais aquecido, né? Isso tudo influencia no na taxa de conversão do cardápio, né? Na minha opinião, o cardápio ele chuta pro gol, né? É o que converte. Porém, faz muito sentido a gente analisar se o cliente já tá naquele momento de compra ou não, né? Então isso reforça ainda mais a ideia de que não é uma coisa só.

Tem que olhar contexto, cenários diferentes, ferramentas diferentes. Coisa é outra. É da hora, cara. Excelente. Muito bom, galera. Parabéns por eh pelo profissional que você é, bicho. Muito legal mesmo. Senioridade. Segue o Gabriel no Instagram @gabrielnacimento. Gabriel Jr. Nascimento. Gabrieljr. Nascimento. Gabriel Jr. Nascimento. Tudo junto, tem ponto. Não tem ponto. Nó vai deixar na descrição aí também. E se você me acompanha por lá, você vê aí conteúdos da gente e dentro do Instagram. Gabriel é low profile, né? sim. Mas se não fosse também, talvez não estaria aqui, né?

Porque eu estaria tentando atrair clientes, né? Cada um tem um perfil e acho que é um dos perfis que as pessoas podem procurar para estar trazendo pra equipe, né? Alguém que seja bom, né? Em trazer resultado e aquele cara que não é tão bom em vendas, né? Tão bom. Complementar. Isso não. RH foi bem nessa, tá? Contratação a Seven foi bem nessa, viu? Teve ajuda de I. Acertou. Teve IA. O que, rapaz? Isso aí em 2022 ou 23, cara. Agora eu fiquei pensando também, eu não sei a data certa, cara.

Tem que puxar na miá. Vai puxar no clickup, a gente pega a data que que a gente começou a trabalhar junto, mas já faz um bom tempo, a gente tem um bom relacionamento e isso é muito massa. Ô, Gabriel, nos ajuda a gerar muito resultado pro cliente lá na Seven. Deixa uma mensagem, cara, aquilo do fundo do coração que você quer falar pro cara que tá te assistindo aí, pro gestor que se inspira. Ó, tinha até anotado. Eu posso olhar aqui?

Faz, cara, por favor. Eu vou, enquanto ele pega a mensagem ali para deixar a mensagem final para você, gestor, né, dono de delivery aí que tá nos assistindo por aqui, deixar aquele jabá dos patrocinadores. Cardápio Web, né, cara? O melhor cardápio digital do mercado, melhor taxa de conversão. Concorda, meu gestor de cardápio? Com certeza. Quando vem cliente do de outros fica até mais difícil, né? Gerar resultado. Cardápio Web, né? O e-commerce dos restaurantes. Arrepediu, cara. ferramenta de CRM que pluga no Cardápio Web pra gente fazer aquele trabalho cara de CRM, de recorrência, de relacionamento, de régua de relacionamento com os nossos clientes. uma mão na roda, repediu, vem para plugar como uma luva realmente é dentro do nosso método e a Reportei, né, que ajuda aí e a agência principalmente, né, o gestor de tráfego, a agência que atua dentro desse mercado, o gestor de performance, né, que atua dentro desse mercado, a gerar relatórios aí em segundos, né, diversas integrações, cada vez mais integrações no nosso mercado de food.

Talvez quando você esteja assistindo esse episódio aí, a gente já tenha eh diversas integrações no nosso mercado de food, porque essa nossa bandeira é fazer com que ele se aproxime cada vez mais aqui do nosso mercado de food. Eu vou pedir para você também se inscrever aqui no canal do Clube DeliveryAds, talvez enviar, né, esse vídeo aqui para quem possa se beneficiar desse conteúdo. Deixa um comentário aí pra gente também, alguma dúvida, alguma, um elogio aqui pro Gabriel ou pra gente.

Vai ser um prazer aí também ter você aí junto com a gente. Manda bala, Gabriel. Deixa uma mensagem pro mundo aí, cara. Então tá. É cardápio, Marketplace, CRM. São peças do mesmo quebra-cabeça. A maioria dos restaurantes tem as peças, mas ninguém montando a imagem. Boa. B. Que isso, bicho? Que isso? E isso eu vou puxar para fazer uma analogia aqui, porque na minha visão a coisa mais importante até da vida no de contexto geral é a gente ter o mínimo de visão da capa do quebra-cabeça.

Se a gente consegue ter visão da capa do quebra-cabeça, fica muito mais fácil da gente montar as peças. Excelente. Complementou bem essa frase filosófica. Estamos junto, galera. Esse foi mais um episódio aqui da segunda temporada de podcast do Clube DeliveryAds. Eu vejo vocês aí no próximo episódio. Valeu,

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Convidado

Gabriel Nascimento

@gabrieljrnascimento

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