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2ª temporada
EP 5
De gestor generalista a especialista em marketing gastronômico
Com Kaique Mendes
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1h22
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O que você vai aprender
00:00 Introdução e boas-vindas a Kaique Mendes
03:30 O início no tráfego pago e a prospecção do 1º cliente de hamburgueria
09:50 ROAS não é tudo: a visão do dono de restaurante vs. gestor
13:00 A virada de chave no evento In The House: de generalista para o nicho de food
17:30 A importância de analisar o CMV e a ficha técnica do cliente
28:00 Gestão de iFood: A diferença entre faturar mais e lucrar mais
34:00 O perigo dos descontos agressivos que quebram o delivery
42:00 O Método Completo: iFood, Cardápio Web, CRM e Tráfego
50:00 Como usar o iFood para preparar terreno para o canal próprio
01:04:50 Qual o verdadeiro propósito de uma agência de marketing gastronômico?
01:18:40 Conselho de ouro para quem está começando na área
Sobre este episódio
Neste 5º episódio da segunda temporada do Podcast Clube DeliveryAds, Bruno Urel e Otávio Perez recebem Kaique Mendes, um dos grandes nomes da nossa comunidade e especialista em marketing gastronômico focado em hamburguerias.
Kaique compartilha sua trajetória no tráfego pago, os aprendizados que o fizeram nichar sua operação e os bastidores de como atua na gestão de iFood dos seus clientes. Entenda por que aumentar o faturamento nem sempre é a solução, a importância de olhar para a precificação, o CMV da operação e como usar o marketplace estrategicamente para preparar o terreno e tracionar o canal próprio.
Transcrição do episódio
Texto feito a partir da legenda do vídeo, com revisão leve.
00:00 · Introdução e boas-vindas a Kaique Mendes
Fala galera, seja muito bem-vindos a mais um episódio da segunda temporada de podcast aqui do Clube DeliveryAds. Eu sou o Bruno Urel e tô aqui com esse gigante da colina, o Neymar das pizzarias, Otávio Perez, meu sócio e grande amigo nessa jornada. Tamos junto, Brunão. Naquela para cima. E hoje um episódio fora da curva, cara. Estamos aqui para receber um convidado espetacular, algo que a gente queria já conversar faz tempo. Quem será que é? Você que ainda não assistiu, tá perdendo, tem que assistir.
Vamos trazer muito conteúdo de valor, vamos falar de muito Burger no papo hoje, tá? Vai ter muito conteúdo de valor aqui para vocês hoje. E esse é mais um episódio dessa nossa segunda temporada. A gente priorizou trazer muito a galera do nosso ecossistema que tá sempre junto com a gente nos eventos, que faz parte, né, do nosso programa de mentoria também e que tem tido um desempenho fora da curva, como você diz, fora fora da curva nos últimos meses aí cresceu bastante a agência, tá estruturando bastante lá, bastante processo, bastante crescimento, grana no bolso, né, DNB, dinheiro no bolso pingando ali.
Então vamos entender um pouquinho mais com ele aí, certeza. É aquilo que a gente gosta de falar, né? Vamos dizer que foi sorte. Tá fazendo dever de casa, tá fazendo feijão com arrozinho bem feito, continua produzindo conteúdo, continua se desenvolvendo, fazendo network nesse mercado e não é à toa. Trouxe, trouxe a patroa para trabalhar junto lá também. É nepotismo igual o seu lá agora. É, forma a equipe em casa, né? Literalmente ali. Kaique Mendes, essa fé galera. Seja muito bem-vindo aí, mano.
Obrigado pelo convite. Tamo junto. Prazer enorme fazer parte, cara, desse dessa roda aqui, né, que, cara, acho que estar aqui é muito importante, não só para mim, mas eh para quem faz parte hoje, né, do nosso da nossa família e tudo mais, porque hoje o clube DeliveryAds é uma família, né, cara, e tá com todo mundo junto aqui é maravilhoso. Muito obrigado. A melhor fase do ano é quando a gente se encontra. E cara, é verdade, e não são poucas vezes por ano.
Tem evento direto, cara. É, a gente acaba se encontrando não só nos nossos eventos, né? Hoje a gente tá tendo oportunidade de estar aqui junto com a nossa galera. Acabamos de ter o nosso primeiro encontro presencial, APD, lá em Campinas. Sensacional. Energia, galera unida. Eu gosto muito também, mano. Obrigado por essas palavras, viu? Quando a gente realmente se une assim, é um dos melhores momentos mesmo. o empreender é solitário, né? Se bem que o nosso já já tem esse senso de comunidade, a gente já se sente muito juntos ali, toda semana a gente se vê no mínimo ali, né, nas nossas salas de suporte, nos nossos encontros na mentoria, mas quando a gente se encontra realmente para conversar e não dizer as coisas, né, a energia é outra.
E você tem uma energia muito boa, irmão. Obrigado, cara. Fico muito feliz por até por de alguma forma contribuir com essa sua jornada, mas tenho certeza que você também contribui como pessoa, como profissional com a gente aqui. Ó, até arrepia, até arrepia. Ui, aí, ó, muito obrigado pelas falas. Vocês vocês me elogiaram bastante agora, viu? Obrigado. Tô longeado. Enchei uma bola no meu B. É para você falar bem agora, entendeu? Agora você dá um depoimento pra gente. Ergueu para nós cortar.
É isso, Caikão. Kaique que já tá um tempo com a gente,
03:30 · O início no tráfego pago e a prospecção do 1º cliente de hamburgueria
né, Kaique? Tô desde praticamente desde o começo da minha carreira, cara, como gestor de tráfego, subido, né? Fui ajudado por alguém na época lá. Todo mundo que senta aqui. O Pedro Sobral já teve influência aqui, cara. Teve teve um toquezinho ali. #Pedro, obrigado aí. É, #pedro, vem gravar com a gente. Deixa nos comentários. Inclusive, foi na comunidade Sobral que eu vi a primeira aula lá de tráfego para hamburgueria. Brunão tava lá. Acho que não tinha a sua ainda na época, né? 21.
Live comunitária. 21 foi. É a sua era 26. Não era não. Aí você me apertou você me abraçar. Não. Live 06. Live se não foi 2021. Aí é pedi demais. Era para lembrar. É. Eu só tinha o 21 na minha cabeça. Agora você falou outros números, eu já não sei mais. Mas aí se você é aluno subido, vai lá e procura live comunitária para hamburguerias que você vai ver. O do que que eu falei lá, cara? Você falou do tráfego e conversão para cardápio digital.
Uma coisa que uma coisa que eu já tinha conhecimento ali de o de cardápio digital, já tinha tido contato antes, né? Porque eu abri um WF fruit no meio da pandemia e era delivery e aí a gente queria um sistema para meio que virar um e-commerce de entrega. Aí a gente teve o primeiro contato lá com o dinossauro lá. E aí quando a gente, eu comecei a estudar tráfego Pago, a paradinha do Pixel, eu lembrava que tinha um lugar lá para colocar um código.
Eu falei: "Putz, tem uma coisa aqui que dá pra gente explorar". Aí logo em sequência vi a live e tu tava falando exatamente sobre isso. Realmente dá para explorar isso daqui, né? É. E aí você chegou a ver o vídeo no YouTube deu configurando isso, como configurar o depois lá você acho que é explicando primeiro na live, né? tem a aula que você dá configurando que nossa, assisti aquilo ali, acho que umas três vezes. Aí eu ainda te pedia ajuda no privado, que cara uma coisa muito legal porque na época eu falei: "Pô, Brunão aí vou mandar mensagem para ele, nem vai me responder, super acessível na época, até hoje inclusive, né, quem manda mensagem, imagina lá que é você, né, você sempre responde lá.
E é muito legal isso, cara, porque isso meu primeiro cliente foi uma hamburgueria que na época não é, pô, tava começando, nem sabia rodar tráfego pago direito. Quando isso, mano? 2021, março de 2021, eu peguei acesso pela primeira vez na comunidade, cara, tava lascado, tinha acabado de bater o carro que fui trabalhar de Uber. aí eu bati o carro na primeira semana e aí, tipo, minha irmã contou essa história pro para um amigo dela que tinha acesso à comunidade Sobral, inclusive Jefferson.
Se você vê isso aqui, cara, muito obrigado por toda essa oportunidade. que foi ele, cara, que liberou acesso lá para mim. Depois eu comprei o a comunidade Sobral, né, para tipo, pô, agradecer, retribuir ali tudo que tava acontecendo. Comprei inclusive também para tentar ajudar outra pessoa, né? Tentei trazer algumas pessoas pro mercado, não deu muito certo. A galera meio que não não entendia muito bem, não tinha muito bem o feeling ali de como isso ser importante. Agarrei essa oportunidade com unhas e dentes e, cara, passei três meses devorando conteúdo, sem um tstão do bolso para sair, para fazer nada.
Tava começando a ficar com a Duda na época, aí a gente começou a namorar logo em sequência. E ela é um pilar, cara, muito importante pra gente tá aqui hoje, porque se eu não tivesse ela na minha vida, cara, aí eu tava lascado. Ao lado de um grande homem, uma grande mulher. Muito bom. Aí chegou até dar uma emocionada agora, né? Quentou agora. Muito bom, irmão. Então você começa já com esse seu cliente de hamburgueria. Era próximo, era conhecido, era como é que você como é que você fechou, né?
Como é que você prospectou esse cliente aí nesse começo? Conta um pouco disso daí. Tipo assim, primeiro cliente oficial, na verdade não foi ele, mas primeiro cliente que assim pagou um valor legal foi ele, né? Era, a gente já tinha rodado tráfego ali pra marmitaria que minha mãe tava tentando desenvolver também com as minhas tias, né? lembro até hoje, a primeira campanha que eu subi na minha vida foi uma campanha de alcance que eu falei: "Nossa, vamos alcançar a gente para caramba, vai ser da hora".
Não, horrível. alcançou. É, alcançou, mas só não teve objetivo alcançado ali, né, que era vender. aí a gente, esse, o Jeferson, né, que foi quem me indicou ali para que me colocou na comunidade Sobral, ele comentou que tinha um amigo deles lá, que era amigos da minha irmã lá também, né, que tinha uma hamburgueria lá na cidade Bar aqui em Bareri, né, e que é o Fanáticos inclusive, né, hoje não existe mais, ele vendeu, não sei como é que tá agora, né? e aí ele tinha duas unidades, uma em cotia, uma em Barueri.
E aí eu fui vender para ele como se eu fosse um especialista, já manjando para caramba. Na verdade, tava começando, né? Aí eu já botei a banca lá 400 conto por loja, R$ 800. O feliz da vida R$ 800. Eu fui, cara, com meti o louco ali e deu certo, né? BFI, deu certo. Quando tá começando, você faz umas peripé todo mundo, né, cara? Não tem jeito não. Então, e aí deu certo, fechamos, fomos indo ali mês a mês, engrenando, tipo, não tava dando tão certo uma das lojas, a outra tava mais ou menos usava, pode falar nome, pode falar nomes aqui, cara.
Po, falar, usava Gomer na época, né? Não tinha Cardápio Web ainda na época, pelo menos a gente ainda não conhecia, né? Porque assim que saiu carapeb, tu já falava para caramba, né? Aí eu já fiquei com radar. Faço uma live, eu faço uma live com a Gomer em 2020, no começo, né? A Gomer faz um plano premium lá e bomba, né? Aí quando o Cardápio Web domina o mercado, aí já vale o jabai, né? Glauton é o melhor cardápio digital do Brasil, e-commerce dos restaurantes no Brasil e no mundo.
Melhor do Brasil, estamos junto nessa missão aí a gente indica eles desde que, cara, você começou a usar, que a gente começou a entender que dava para ter um jogo melhor ali, né? jogar esse jogo melhor, a gente começou a usar. depois veio a parceria e estamos aí firme e forte hoje com eles, né? E tem muita coisa boa por vir ainda aí com essa parceria, né? Para muita coisa boa já acontecendo. Acontecendo. E eu acho que pro futuro é muito mais brilhante ainda, cara.
Sim. Pra caramba, cara. E aí, cara, com esse cliente eu falei: "Meu, preciso dar um jeito de melhorar". Eu vi o os story do Bruno lá na época, ruas 30, ruas alto para caramba, sei lá, nem lembro. Barar um pouco. Sabia que tava fazendo esse cara aqui, viu? Baro, cara. Hoje a gente, hoje a gente já não olha mais tanto para isso, né? Foi por isso que eu tive que parar um pouco. Inclusive, né, cara,
09:50 · ROAS não é tudo: a visão do dono de restaurante vs. gestor
hoje eu até brinco, né? A gente foi lá no podcast Cardápio Web lá, a gente falou: "Cara, vou arrumar uma treta com mercado gigantesco ainda, velho, por causa disso daí que eu vou a você já tá vendo nesse movimento, né? Vocês já estão vendo esse movimento e eu tô batendo muito nessa tecla. Ruas, mano, não quer dizer mais nada não, velho. Ruas é tipo assim, a métricazinha pra gente olhar ali, tem um norte, mas gestor de tráfego que vem de ruas, tá?
Importante pro gestor de tráfego olhar, fazer algum tipo de otimização que ele queira. Mas pro delírio, pro restaurante, cara, uma métrica que não faz sentido. Faz sentido pro gestor, mas só para ele ali. Exato. E aí eu comprei, tive o primeiro contato lá com o com o clube delys, né? Era R$ 97 na época. Eu falei: "Deliverys, nem tinha clube, né?" É, eu comprei nessa época aí também, cara. R$ 97. Então faz um Pix aí, filho, para pagar a diferença. Não, já foi.
Já, filho. Me ajuda. Hoje é hora de escolher o Hoje só receber. Porque eu já trouxe de aluno para cá. Só os dividendos ele tá recolhendo agora, na verdade. E aí eu ainda cometi um grande erro na época, porque eu acompanhava muito eh um outro player do mercado que eu já tinha tido mais contato com ele na época, ele era bem grande. O Micha, né? O Micha Menezes, ele lançou um produto de delivery, só que aí eu comprei, eu tipo assim e na época eu não conhecia tanto o Bruno e aí o Michel eu já tinha tido muito mais contado por causa da comunidade Sobral, trabalhava, tava começando a conhecer sobre info produto também.
E aí eu fui na dele, só que cara muito raso, conteúdo raso, ele era muito vender perpétuo, então era um conteúdo mais raso mesmo. Eu não queria, acabei não ficando lá com curso, devolvi porque duas aulas eu falei: "Putz, não, não tá batendo". Aí eu comprei o clube deliverys. Melhor decisão que eu fiz na vida até hoje. Eita! Porque lá atrás tá gravado vai virar corte, né? Melhor decisão lá. E lá atrás, hein? lá atrás, porque cara, foi assistir algumas aulas, o Ros começou a crescer na campanha e eu falei: "Caraca, eu preciso aprender que que tá sendo feito aqui, que eu tô fazendo diferente".
E aí o rosto começou a crescer, legal. Aí o cliente já começou a olhar com outros olhos e foi foi indo por esse lado. Só que aí no meio da jornada eu percebi que don de restaurante não tinha muita grana e nem muito nível de maturação ali para contratar, para pagar. Começou a chegar cliente prestação de serviço paraa Google Ads por causa de uma parceria que eu tinha feito. Fui lá, fechei meu primeiro cliente de Google, não fazia ideia de como sei uma campanha.
Eu vendendo como especialista de novo. Arruma o problema e resolve. Poxa, não, no dia seguinte mesmo. No dia seguinte não, fechei isso aí, acho que era umas 7 horas da noite, fechei ali e o cara falou: "Beleza, bora fechar por R$ 600". Falei: "Nossa, R$ 600, pô, uma continha só, vamos lá, tem um negocinho legal aqui, né?" E aí na mesma hora ali eu já puxei as aulas do Sobral do de Google Ads, assisti a aula gratuita lá do YouTube também, né, para compor.
E cara, fui durante muito tempo. Esse não fude, né, esse cliente prestador de serviço, né, prestador de serviço. Aí eu passei um bom tempo trabalhando com prestação de serviço, até que chega ali a outra virada de chave, a outra tomada de decisão que até hoje a Duda briga comigo
13:00 · A virada de chave no evento In The House: de generalista para o nicho de food
porque eu acabei perdendo, não perdendo, né, mas acabei não participando do da festa de aniversário da Duda e para estar no iner houseous, o primeiro iner house, primeiro evento. E eu falei: "Cara, não posso deixar de estar lá". tava fechando parceria com a Plug for Sales, o Fabiano falou: "Não, vamos tá lá, vamos lá, o evento vai ser legal". E hoje, olhando a agência do jeito que tá assim, ela sente ainda remorço de ter brigado com você por est lá nesse nesse dia, né?
É, ainda assente um pouquinho, mas dessa vez tá mais tranquila, né? Agora já tá um pouquinho mais tranquila, né? Colhendo os frutos disso também porque graças, 2024 foi faz do anos quase já, né? Vai fazer dois anos? Não, dois anos, pô. 24 em 2026. É terceira. Terceiro. É que vai ser a terceira edição agora. Anos. Terceira edição. Dois anos. E aí conhecendo a galera lá, meu, todo mundo cobrando mais caro, R$ 15.00, R$ 2.000. Eu sem conhecer ninguém. Na época o Diego X achando que o Diego X já fazia parte do ecossistema ali, faz maior cota.
Não, ele tava começando naquela época lá também, desenrolado pr caramba. E eu falei: "Nossa, mano, muita gente grande aqui, cara. Eu tenho que dar um jeito, tá em outras mesas, né? É o como conversei bastante com a Alê também e ele falando gestão de cardápio, cara, isso daí não passava pelo meu radar, era só tráfego pago e olhe lá, né? Mas aí acabou acontecendo de logo na semana do evento tinha 12 reuniões marcadas com prestor prestador de serviço, eu cobrava R$ 700, cara.
R$ 700 na média. Pouco cliente com R$ 700. Aí eu cobrei desse cliente na no meio da reunião, eu lembrei, né, do não lembro quem que falava, quem que tava falando, acho que era você mais, né, você que tava mais no palco do ticket médio lá de pelo menos R$ 1500, R$ 2.000. Eu falei: "Cara, comecei a fazer umas contas lá, né? 5% do investimento, recomendamos pelo menos 5% do investimento. E aí no meio da conversa, ah, se com o seu faturamento assim, você vai gastar tanto em tráfego e sobra tanto para você investir na mão de obra".
Então eu vou te cobrar 1500. Foi mais ou menos assim. A mulher p falou: "Dom beleza, bora". Eu falei: "Caraca, mano, ia cobrar R$ 700, cara, era food, não era prestação de serviço, não, prestação de serviço ainda, né? Ainda eu tinha virado a chave do da do preço, mas não tinha nichado ainda, porque foi logo na semana, né? Aí a gente pegou, continuou ainda trabalhando com algumas prestações de serviço que aparecia porque a gente tava com parceiro desenvolvedor que a gente fazia o tráfego pago no 0800 e ele tudo que caía lá ele indicava pra gente, né?
E até que foi entrando um food, eu nem lembro direito como é que foi, cara, porque eh depois que a gente fechou, eu não lembro em que momento necessariamente a gente resolveu nichar, eu sei que teve um momento que eu falei: "Vou trazer um gestor de tráfego para cuidar dos projetos de serviço, vou não posso mais ficar dando tanta atenção para isso." E aí foi, acho que o momento que realmente tomei a decisão de nichar, focar a Kik Mendes realmente nasceu porque era só o Kaique, gestor de tráfego, né?
E aí eu comecei, criei lá o A K Mendes já vem como marketing gastronômico, já vem pro food. Nasceu assim, é, não, não, não, não nasceu como marketing gastronômico, mas nasceu como marketing, mas a gente no caso já olhar, já tava olhando ali mais pro food, né, olhando exatamente esse movimento. Nasceu generalista e depois mudou. É, tipo, ainda atendia algumas coisinhas ali e tal. E mas assim, marketing gastronômico mesmo, que aí eu falo, pô, hoje eu tô investindo no branding para isso até acho que vamos falar até que foi esse ano aqui, né?
Porque então era kick marketing, né? Agora vem ali o escrito bonitinho que era assessoria de marketing na verdade, né? Que na época a agência tava muito mal falado, aí depois veio a assessoria, depois da assessoria começou a ficar mal falado. Falei: "Meu, quer saber?" É marketing gastronômico, já era. E agora vem o food marketing, né? Cadê? Até pouco, daqui a pouco aparece aí. Aí, ó. Chamou, você chamou o Renart. Aparece na hora. Eu apertei aqui, ó. Opa, o espírito do Glaus tá aqui.
Ele tá aí. Olha que ele viesse roxo, ele falou: "Opa, food marketu." É algo mutável. Eu acho que não pode engessar num rótulo só assim. Não, mas é tem muita coisa assim, né? Para que tangencie ali, que que tá em volta. porque assim, o marketing ele é só parte do processo, né? Mas eu acho que não sei, a gente vai entrar um pouquinho mais nesse mérito ainda. Mas hoje, cara, o marketing ele acho que não é, acho que ele 50% da nossa operação, sabe?
Cuidado do marketing do restaurante hoje é 50%, porque
17:30 · A importância de analisar o CMV e a ficha técnica do cliente
a gente entra muito mais profundo na operação do cara hoje. É um dos motivos de nich, né? Um do um dos benefícios de nichar que você você entende sobre operação, sobre equipamento, eh sobre CMV, precificação. Cara, isso isso daí muda o jogo, cara. Você trabalha com essa parte também de CMV precificação, negócio? Eu comecei a fazer porque um cliente meu que tava a beira da falência, cara, tipo vivendo de empréstimo. Descobri tipo quase um ano de projeto, aí a gente conversando mais, ele toda hora caí que a gente precisa vender mais, cara.
E a gente vendendo mais, tudo mês, batendo recorde de venda e a gente precisa vender mais cara. Mas como assim vender mais? Pô, tu tá faturando 80.000, tu faturava 40 quando a gente começou. E aí, como assim? A gente precisa vender mais? Que que tá acontecendo? Aí ele começou a abrir os números. Aí daqui a pouco ele falando: "Pô, cara, acho que eu vou ter que vender que não sei o quê, só que eu preciso dar uma erguida para conseguir vender bem".
Aí eu falei: "Cara, o problema dele não tá em vender mais". Aí eu comecei a investigar, a gente foi olhar os produtos dele e quando a gente começou a olhar a ficha técnica, aí meu não precisou nem de muito trabalho. O x tudo dele lá, cara, era um lanche absurdamente recheado, tipo 200 g de bacon, 200 g de frango, de calabresa, de meu, uma porrada de coisa. Acho que o CV dele tava dando quase 30 con ele vendendo a R5,50 e era um dos lanches mais vendido, né?
Dá para duas pessoas comer tranquilo aquilo ali, cara. E aí a gente foi lá, fez toda uma análise, entendemos e aí eu comecei a estudar sobre, usei aliá também para me ajudar ali entender mais sobre essa parada. E a gente aí na mesma na mesma época, meu primo também, né, junto com o Rodrigo Barros lá, né, eles eles estão eles começam a lançar uma ferramenta lá para pr para essa parada de controle de estoque. É primo seu, atua junto com ele lá.
Isso. O Leonardo que aí virou um parceiro também, tá desenvolvendo algumas alguns projetos de aula pra gente também, né? e aí ele lançou essa ferramenta que na mesma época a gente começou a fazer isso, falei: "Put, vai casar? Vamos, vamos virar aqui embaixador". Não estamos tanto assim, né, como embaixador, mas eu usei na época porque eu ia fazer a gestão, né, ia fazer essa parada para pros clientes. Só que eu fiz primeiro para ele, para Burger foi tranquilo, né? Deu um trabalhão ali, primeira vez e tal.
Aí resolvemos o problema dele, fomos precificamos corretamente, achamos produtos de maior margem e começamos a criar estratégias para ele, tanto no iFood quanto no cardápio digital, para ele vender mais esses produtos de maior margem. E aí, cara, de empréstimo, de última linha negativa, o cara agora tá lucrando ali, né? Não, não, não sei o certo dos números porque depois que a gente fez ele e a gente parou de acompanhar, né? porque dá muito trabalho, cara. Dá muito trabalho. Quem faz isso daí é muito complicado.
É muito complicado. Então a gente nem eu tenho especialidade para acompanhar isso na internet, mas a gente tentava ali, tinha uma noção, né? E foi a noção que resolveu o problema dele. Cara, eu não escuto ele falar mais de precisamos vender mais há um tempinho já, porque ele tá vendendo bem, tá sobrando dinheiro. Tá vendendo, tá sobrando dinheiro agora. Antes não sobrava, pô, agora sobra dinheiro. Tá feliz da vida lá. E aí a gente tentou fazer isso para mais uma pessoa, fazer a precificação.
Aí era uma marmitaria. Aí eu falei: "Nossa, não vai dar não, isso aqui dá muito trabalho. Eu não tava tendo tempo para fazer o negócio direito, eu tive que abrir mão de outras coisas para finalizar, porque eu vendi isso, né? Então eu tinha que entregar e aí eu falei: "Não vou mais fazer, né? Se for eu vou indicar alguém alguém de você entrou num buraco, quantas variáveis tem ali, tempero, uma porrada de coisa. Talvez pra hamburgueria agora que a gente tá meio que ultra anichando, né?
Talvez seja mais fácil, mais prático de acompanhar. Aqui é um Aí mandou a cola, hein? É, então a gente já sabia nas entrelinhas aqui, né? Mas é legal esse posicionamento, cara. Eu gosto disso. Inclusive, o último encontro da mentoria, Otavião falou bastante disso, né? Sobre ultraichá. É, não limita, liberta, né? Exato. É. Então é isso. Legal esse posicionamento. Ultra nichou, virou uma chavinha. Ultra nichá vai virar outra. Virar outra. E é muito, muito mais fácil, porque assim, eu consigo dar entregar resultado para uma pizzaria, só que eu não entendo tanto de pizzaria quanto entendo de hamburgueria, porque eu adoro hambúrguer, então eu tenho a paixão pelo vivendo mais isso, né?
Eu tenho o mesmo pensamento assim, cara, eu consigo fazer tráfego para uma marmitaria, para uma hamburgueria, sei lá, mas por só respirar pizzaria, cara, é muito mais intuitivo, é muito mais fácil, muito mais rápido, mesma coisa que funciona, que não funciona, né? tipo de produto, tipo de anúncio, qual que dá mais lucro, quanto que vai, você já tem, você já tem uma noção muito isso de precificação, você bateu numa tecla bem importante para você atuar nessa frente ultra nichada, é muito mais fácil, com certeza é muito mais fácil, porque mesmo que, por exemplo, eu não saiba quanto é como que tá a ficha técnica dele, o CMV dele, eu já tenho uma noção de quais produtos dão mais eh lucro ou não, né?
Então eu sei também quanto mais ou menos deve custar aquele produto e quanto não deve. Então eu sei se ele tá mal precificado para baixo, outro se ele tá super precificado para cima. Então é mais fácil de orientar também o cliente, né? Claro que vai ter cliente que tá vai querer colocar o valor lá em cima, a gente tem casos, né? E não quer mudarem. É, mas aí é aí também vem junto com posicionamento e tá tudo certo, porque se vem com posicionado, vem vem vem posicionado, tá ótimo, né?
Então é isso aí. A gente chegou nessa nesse ponto aí. Eu me perdi um pouquinho como é que a gente entrou nessa parte, mas é flow, é flow que não, eu tinha te perguntado se você também faz essa parte de precificação me ver. né? Aí hoje a gente tá inclusive indicando, né? A gente indicou, meio que fechou uma parceria lá com que fechou uma parceria, né? Eu chamei o Magno lá, né? O Magno é o cara das promoções, da precificação. Aí ele indicou a equipe dele lá e eu passei a indicar a equipe dele, né?
Tipo, ele entende lá, resolve o problema. Aí só que aconteceu um detalhe, eu perdi um cliente por causa dessa dessa paradinha, porque eu indiquei, aí ele tinha uma fila de espera, aí ele não podia esperar, aí ele foi no evento do Rafa Silva e comprou tudo lá. Comprou tudo lá. Aí a gente meio que tomou um chnezinho momentâneo, ele vai voltar depois, né, que ele vai voltar com força total, tá reformando lá. Então ele precisava mexer nessa parte financeira urgente, né, e mas vai voltar, né?
Ele falou: "Cara, depois de julho, deixa eu passar essa esse perreng que a gente tá passando de obra aqui. Vai voltar que a gente vai voltar com tudo, né? Que a gente tava fazendo só iood dele lá. cara começou a crescer, ele começou a perceber o problema na hora que ele saiu de 15.000 para 40.000 de um mês pro outro. Foi loucura, loucura. Aí o bicho pegou, ele pegou, ele sentiu na no financeiro, falou: "Eita, cara, achei que ia sobrar mais dinheiro".
Eu falei: "Pois é, né?" E o esse só iood aí, que é isso? Então, né? Vai um pouquinho. Então, a gente tem o nosso método que é o método Tar que a gente engloba tudo menos criação de conteúdo que vai lá iFood, Cardap, Google Meu Negócio, CRM, eu sempre esqueço de algum iFood, cardápio, CRM. Google meu negócio e tráfego esquecendo do tráfego. Olha, é um detalhe, isso é um detalhe. É porque fala tanto jáisa boba, pô. E aí a gente tem o método completo, só que a gente adotou uma estratégia no ano passado, né, que inclusive a gente já falou lá nos encontros da mentoria, a gente já levou até com eh fez uma live, né, falando sobre isso.
A gente foi lá no Clube do Pinguim também levar o conteúdo lá para eles que a gente, pô, eu trabalhei durante muito tempo como com prestador de serviço no Google Ads e nós somos prestadores de serviço. Então o que que eu falei? Na hora de investir em tráfego pago, eu vou começar por lá, porque lá eu domino, eu sei que vai vir menos lead, mas vai vir mais qualificado. A gente entende como é que era um teste e o teste funcionou muito bem, quer dizer, muito bem, entre aspas, né?
Precisou de lapidação e tudo mais, mas a gente validou que funcionaria ali. E aí, que que a gente notou? A gente rodou, colocou lá, eu tava vindo com braço de iFood, né, que é depois do evento lá do primeiro iner houseous eu vi a galera trabalhando com gestão de iFood, cardápio e tudo mais, eu achei, né, cara, foi um achado mesmo. Nosso gestor de iFood, cara, desde o começo topou o projeto, topou a ideia. Hoje ele tá junto com a gente lá, firme e forte.
Por enquanto ele toca só iFood ou ele toca mais coisas? Só iFood. Só iFood, no caso é 99, só marketplace, né? Porque ele é muito do, ele não é tanto de gestão de cardápio, ele é muito da ferramenta, ele entende ali dinheiro de cardápio para dentro do, então não quis meio que misturar as coisas porque estratégia para cardápio digital um pouquinho diferente. Tem ali as mesmas nuancesa, mas no meu ponto de vista tem umas diferenças ali que para dentro do cardápio acho que funciona diferente do iFood, né? e aí a gente trouxe braço de food, viu que tem tinha uma oportunidade ali, o mercado crescendo, gestores aparecendo, eu falei: "Pô, meu, vou rodar ali e especialista iFood, marketing para iFood, gestor de iFood, aí começaram começar a aparecer pesquisa de gestor de pedidos, caramba, quase você vai negativando, né?
Tem hora que ficou legal." E aí a gente entendeu que, pô, a gente viu o Diego, cara, Diego voando só com iFood, totalmente fora do que a gente tava acostumado a ver. E eu falei: "Cara, tem uma oportunidade aqui". Aí começou, aí veio o iFood, o cliente interessado em iFood ali, outro aqui. Aí pingava um lead eh que tava querendo abrir loja e o outro lead que era um baito investidor. então assim, cai caiu uma galera de bem legal ali, né?
A gente bateu umas cabeça, bateu cabeça ali no começo porque eh veio muito cliente ruim, né? Porque o filtro tava muito aberto. Ah, fechamos alguns contratos logo no primeiro mês, só que tipo dois ou três era dor de cabeça, até inadimplência e tudo mais, mas aí eu falei: "Não, foi erro nosso, né?" Que a gente tem que saber também quando é erro nosso, né? Tipo, não foi, não teve qualificação, aprendendo, né? E aí a gente começa essa esse movimento do iFood.
Então a gente percebeu que tava tava vindo cliente para marketing para restaurante também, que a gente tava rodando tráfego para restaurante e tudo mais, só que não tava vindo na mesma pegada do iFood. Então quem vinha procurando o iFood tava ver tava sendo mais fácil de converter, porque o iFood eu coloque tá até conversando com o pessoal na hora que a gente tava voltando agora lá de Campinas, né? tem uma diferença entre o iFood e o tráfego. No tráfego, no iFood, no, quer dizer, no meio do restaurante, no de restaurante, todo restaurante tá no iFood.
Todo restaurante precisa melhorar o iFood, seja melhorar a lucratividade, melhorar a venda, já nem todo restaurante entende que ele precisa de tráfego, então é muito menor a barreira de entrada. E aí, que que eu comecei a fazer? comecei a vender iFood por 970, né? Na época meu gestor de Food cobrava isso dos clientes dele, né? comigo ele fazia uma eh um bem bolada, um bem bolada ali, né, para ficar legal para todo mundo, para conseguir encaixar isso. Aí eu comecei a testar 1270, aí tava dando certo.
Aí eu falei: "Vamos testar 1570,
28:00 · Gestão de iFood: A diferença entre faturar mais e lucrar mais
aí deu certo. Aí agora a gente tá numa jornada de tentar subir isso daqui para 1970, porque o que a gente entrega dentro do iFood hoje é o nosso core, porque através do iFood, você mesmo falou lá no evento, o iFood traz muita métrica interessante de negócio. Dados de performance dele lá é brabo, bicho. Exato. Dados de operação, cara, que ninguém, gestor de tráfego não olha para isso, não olha para como que tá a operação. Eu descobri minha cliente mais antiga lá de Fortaleza, a gente fazia só tráfego pago para ela.
Nossa, tava lindo a operação, parecia que tava redonda. A gente não fazia Google, fazia nada, a gente não olhava a avaliação, né? E tava lá crescendo, salão aumentando, vendendo bem e tal. A gente pegou o iFood dela 15% de taxa de cancelamento, 20% de taxa de atraso chamada aberta. Aí eu falei, tem algum problema aí? Tem algum problema aqui? E aí a gente começou a identificar vários gargalos, né? ela foi uma das primeiras que a gente a gente fechou lá atrás quando a gente começou a olhar para isso e a gente pautou muito a nossa consultoria, porque hoje a gente não fala mais que é gestão, é consultoria e gestão.
A gestão é colocar a mão na massa e executar o que a gente fala lá. A consultoria vai muito além do iFood, a gente dá uma consultoria de negócio pro cara, que às vezes o cara ele não entende muita coisa, ele abriu lá, é um entusiasta, mas ele não não tá entendendo muito bem, né? Ah, e aí a gente dá toda uma consultoria. Isso vale até para quem, pô, já tá no mercado há muito tempo. Tem gente que tá no mercado aí com iFood voando, vendendo pra caramba, mas um monte de configuração errada. desconto lá em cima podia tá mais baixo, tipo, a gente faz uma contenção hoje na nossa consultoria, uma contenção de desconto.
De desconto, tipo, a gente mapeia lá, tem um até a gente tava batendo cabeça, né, como fazer esse relatório financeiro, porque mudou, aí veio o hits, aí começou a dar da dar da dar da diferença do hits para conciliação. Aí eu falei: "Não, cara, vamos pro relatório de conciliação agora." A gente só olha financeiro no relatório de conciliação. Bateu lá na média que a gente trabalha 24 25%, o cliente chegou pra gente acima disso, a gente já praticamente tá garante a renovação dele logo nos primeiros meses, porque a gente vai falar seu desconto vai cair quando seu faturamento vai aumentar.
Pronto. Então, em vez de a gente só falar de vender mais na plataforma, a gente tá falando de colocar mais dinheiro no bolso do cara de verdade, mais saudável, né? Mais saúde financeira para pro negócio dele, para ele poder investir em outras coisas. A gente tem um caso muito legal agora que que é o pessoal do Granada Burger. Cara, ele chegou com faturamento alto, né? Não não vou falar o número aqui. Ele chegou com faturamento bem alto e o desconto dele ele nem veio pelo iFood, ele veio por causa da do CRM, né?
Que é a gente já tava trocando uma ideia faz um tempo. Aí na hora que eu vendi o iFood para ele e eu falei: "Putz, vamos, ele já fatura bem, né? Uma responsabilidade, não é sempre que cai um cliente que fatura bem no iFood. na hora que bati lá o relatório financeiro, 30% de desconto e ele tava vendendo uma crescente. Ele começou o ano de 2025 bem com 18, 19%, terminou com 29, 30 e aí tava investindo para em incentivo. Exato.
E não tava elevando o faturamento dele. Então o que que eu falei? Eu cheguei pra minha equipe e falei: "Gente, a gente não vai ter dificuldade de entregar resultado aqui. Se a gente vender 80, sei lá, se a gente perder 20% de faturamento, mas melhorar essa lucratividade dele aqui, tá ótimo. Vai sobrar mais dinheiro no bolso para ele, porque ele vai gastar menos com insumo, vai gastar às vezes, talvez vai diminuir mão de obra, dependendo da quantidade que ele tem lá, às vezes chama freelancer, não vai mais precisar.
E aí eu me espantei também quando finalizou o resultado, porque ele fatura exatamente o mesmo tanto com 5% a menos de desconto, colocando aí, cara, um dinheiro que mais do que pagava a nossa gestão, mais do que pagava o investimento lá na PI oficial que ele tava fazendo. E assim foi o primeiro, a gente começou a pegar muito mais nessa parte do iFood por causa disso, porque a que a gente já falou em outros episódios aqui dessa temporada sobre esse olhar mais eh especialista, esse especialista.
Eu falei batião aqui mais completa do negócio assim, cara. Muito legal isso. Você não teria essa visão de que você poderia diminuir o faturamento do cara e aumentar o resultado dele, a satisfação dele com o seu serviço e especialista pensa nisso. O generalista dificilmente eu pensa nisso. Isso eu falo até porque às vezes eu bato cabeça até com o meu gestor, né? Ele fala de vender mais, eu falo: "Não, vamos fazer o cara lucrar mais", né? E a gente bate às vezes a cabeça com isso porque é normal, todo gestor food quer vender mais, quer vender mais, quer vender mais, né? enche de cupom a tela lá e é eu assim nas minhas reuniões de venda, eu deixo bem claro pro cliente falo: "Olha, na pode de fazer a proposta é valor agregado, não é preço, né?
Então tem tem gestor que vai cobrar, eu já vi especialista do mercado, gente influente do mercado que eu fiz o fui lá pedir orçamento, né, só para ver quanto que comprei quem desconto. Quem desconto para quê? Para só dar mexer no nome do produto, descrição, ativar alavanca e deixar vendendo, fazer um copia e cola de alguma estratégia. V a pod que fez uma vez na vida e já era. Funcionou para dois clientes e replica tudo. Isso é aí não. E isso daí é tipo assim, pode até funcionar, brilha o olho do cara no primeiro momento, mas no longo prazo às vezes quebra um restaurante de se for feito de forma errada, né?
Aí, pô, chegou uma franquia outra vez pra gente sem, tipo, um franqueado, né, que não tinha estrutura nenhuma da franquia para essa parte, o cara tava com desconto na entrega própria, 47%, cara. Ah, 47% o anúncio dando um retorno negativo dentro do quê? Porque tava mal posicionado, os itens estavam com descrição, preço tudo errado. E aí ele via lá o desconto batendo, ele aumentava preço para tentar compensar e aí gastava mais para vender. Eu falei: "Não, cara, eu é a mesma coisa.
Vendi para ele, o qu? Eu vou melhorar seu desconto. Você vai colocar mais dinheiro no bolso, não precisa nem aumentar faturamento aqui. E aí aconteceu o primeiro mês, o desconto dele caiu para 27%, que já colocou uma grana violenta lá no caixa da empresa, né? Então
34:00 · O perigo dos descontos agressivos que quebram o delivery
a gente olha muito para esse lado, né? Aí ele já vê valor em você, no seu serviço, ele vender mais ou fazer ele ganhar mais dinheiro, né? Essa é as promessas, né? Que que é, como posso dizer? É sexy pro cara, né? O que ele quer é isso ou quer vender mais. Aí a ideia de que vender mais ele vai pôr mais dinheiro no bolso ou de fato ele deixar de gastar, ele pôr mais dinheiro no bolso. Só que aí que tem um detalhe, né?
Vender mais não quer dizer colocar mais dinheiro no bolso. Às vezes é você perder mais dinheiro se você não fizer do jeito certo. Se a pressão tiver tiver errada, você entrega a embalagem do produto com uma nota de vintão em cima assim. É. Então, e o pagando para trabalhar. Exato. E, pô, eu canso de ver isso no mercado, pô. Tem, eu conheço uma hamburgueria que, cara, vende absurdamente no iFood, só que tá não, o iFood dele não tá bem configurado. Eu sei disso, eu já conversei com ele serviço, mas ele não entende o real valor que isso pode ter nessa mudança.
E ele tá lá vendendo com desconto provavelmente muito alto. Ah, tipo, meu, você ter noção, é, esses dias mesmo aconteceu, né? Eu fui pedir lá, ia pedir marmita, né? Aí, nossa, até se ver ele vai se identificar, né? Desculpa aí, viu? Tamamos junto. Deixa o like, se inscreve no canal. É, pô. É, fica de aviso. Então, assim, eu fui pedir, eu ia pedir marmita, caí. Caramba. É, pô, vamos melhorar essa lucratividade aí. E aí eu fui pedir marmita, o abri lá, não tinha nada no hits igual já a gente já tava acostumado a pedir no hits.
Só que que que tava no hits? Uma batata. Batata. E o hits não, não ignora o pedido mínimo, né? E aí eu tava com o strogonof em casa, ia vir e ela eu ia pro evento, falei: "Pô, se deixar strogonof aí vai estragar, vamos matar strogonof e a gente pede uma batatinha para acompanhar." Você pediu uma batata no Rit? Uma batata no Rits. Não, me desculpem donos de restaurante que veio isso aqui. Eu sei que não é legal, mas não, mas o erro foi seu aí, velho.
O erro foi dele, né? É. Organiza direito, ajusta direito ali a o a ferramenta, né? eu pedi, aí a pessoa, ela me conhece, né? Aí ela só manda uma mensagem: "Ué, vai almoçar só isso aqui?" K k. Eu falei: "Ah, tá liberado para comprar." Ué, eu falei porque foi foi bem foi bem legal porque, tipo assim, eu mandei quatro mensagens para eles, eles não me responderam. Aí do nada me manda uma mensagem assim, eu falei: "Pô, meu, aí você não me ajuda, né?" Mas aí virou um touch point de prospecção, cara.
Mas é, mas é, depois nós vai fazer um followupzinho aí. Vamos ver se rola, mano, para seguir aqui, né, com o nosso roteiro. Não, mas pera aí, pera aí. Ele entregou a batata? Entregou, entregou. Me entregou. receio, mas tava gostoso. Tava gostoso. Não, eu é indo nessa linha, né? Não é fugindo disso, não. Queria saber se esse hoje você entende ser o 8020 da Kaique Mendes. Então é, o iFood ele é o 8020, né? Toda, todo cliente que entra tem o iFood, mas nem todo cliente que entra tem tráfego, porque o iFood ele permite, cara, a gente atender até clientes pequenos, clientes que às vezes parece que não tem dinheiro para pagar a gente, mas o cara tem um sonho, tem um caixa, tem, tá planejado e consegue investir, porque você não investe em tráfego.
O maior parte do investimento você faz no depois de vender o produto, chega a ser a metade do preço ou até menos, né, do que você de um escope completo do método TR e mais investimento em anúncio, né? Exato. Colocar na ponta do lápis, o cara ele pode investir, vai nos valores antigos lá 1570 que eu cobrava, ele pode investir 1570 ou ele investir, sei lá, 2 470 mais R$ 1700. Isso daí d 4.000, velho. O cara ter R$ 4.000 para investir tem que ser o nosso CCP. e o cliente quer nosso CCP, aí a gente vem e martela o nosso método.
Porque uma coisa que eu não faço é tentar vender o plano mais caro para quem não faz sentido. Você tem mais de um ICP ali, então é o ICP é um só, né? Mas você tem um plano para essa galera menor aí. É, eu tenho meio que um down ali. Down Cell que fala, né? Down Cell que é, na verdade, não cell é um produto para esse tipo de perfil, né? que às vezes vem o cara do ICP e ele fica meio recioso de investir e contrata também.
Aí agora, agora eu tô confuso. O seu core business é o gestão de marketplace ou é vender o escopo completo? Então hoje o que a gente mais vende é o a parte do marketplace do iFood. A gente nem fala muito marketplace porque o Então são dois CPs diferentes ali. Um para vender a parte do marketplace que é o core business dele, outro para vender o método completo. É. Não, mas aí não é perfil de cliente ideal para cada tipo de serviço.
Não, não é porque assim o do iFood, qualquer pessoa que qualquer restaurante que consiga fazer o investimento e a gente consegue ver que dá para entregar resultado, né? Porque se a gente entende que o cara não vai preparar foto, que o cara não vai participar, esquece, a gente não vai vender. Então também tem critérios pra definição desse perfil de cliente, né? Tipo, o cara tem que tá disposto. Às vezes chega umas pessoas lá que criou o cardápio, acho que é só vender e pronto.
Não, tem que tirar foto. Ou a gente exige se a pessoa trabalho mínimo da parte dele ali também. Exato. Tipo, por mais que ele seja pequeno, tá começando agora, tipo, às vezes não tem condição de colocar embalagem. Pô, nosso case que a gente foi visitar lá em Americana, por exemplo, o pessoal da Bler, eles ainda não estão utilizando a embalagem personalizada, só que eles estão crescendo para caramba na região e quando começaram com a gente faturava nem R$ 3.000 por mês.
Eles estavam um ano de operação. Um ano? Três. É, R$ 3.000. Nem três meses. Nem 3.000. Ele tinha um pouquinho ali no salão, um pouco que é o que uma na época cabeia acho que umas quatro mesas, né? Depois eles expandiram um pouquinho. Ah, tinha WhatsApp que vendia uma coisinha ou outra e o Food faturando 600 cono. E aí quando a gente fez, eu lembro até hoje, cara, a gente grava, foi gravar o podcast lá do Burger no Pap, inclusive com eles, né? para eles contarem essa história.
E um ano operando com dinheiro do próprio bolso, sustentando hamburguerra com o dinheiro do próprio bolso. E quando eles vieram, eu falei: "Vixe Maria, né? Eu acho que eu vou". Falei: "Perdi meu, tem 10 horas da noite". A Duda falando: "Não, vai, vamos, vamos assistir alguma coisa". Eu falei: "Calma aí, tem reunião, né?" 10 horas da noite, na hora que eu falei, que eu vi que eles não tinham faturamento nem nada, eu só tipo falei, vou vou levar normal, né, porque nunca se sabe o dia de amanhã.
E aí na hora que eu passei o valor, tipo, a Michele lá, né, ela nem que é a esposa do meu xará lá do Cai da Bazer, né, ela nem pestanejou com ela. Falou: "Não, beleza, bora". Nem pensou, tava com dinheiro em caixa mesmo. Ah, não, né? Porque tipo, era o sonho dele, né? É o ele falou: "Cara, meu sonho é minha hamburgueria faturar 10.000, um ano de operação, o sonho era faturar 10.000. Hoje eles faturam mais de 40 e tão expandindo, pensando já em comprar terreno para construir e montar uma cara loucura.
Que legal, né? O poder de loucura sobre impactar pessoas que a gente falou no outro episódio aqui, né? Sim. Transformar, cara. Transformar é surreal. Acho que não tem dinheiro no mundo, transform, sabe? É que vai, o cara fala que é o sonho e você ajudar ele a chegar. É loucura, não é loucura, cara. Eu falei: "Seu sonho muito pequeno, cara, 10.000 vai ser pouco." Opa. E a gente tá mirando 80 até final do ano, viu? Assumi compromisso com ele. Eu gravei um vídeo, falei lá, ó, isso aqui a gente não vai postar, mas você a gente vai bater, aí você vai lançar isso aqui.
Porque ele falou: "Vamos mirar os 80.000 até final do ano, que agora a gente vai entrar no escopo de tráfego com criação de conteúdo, tá? Tá. E aí, cara? Já vende na base? Não, já vende vendo que não, não tá colocando o Cardápio Web agora, né? Porque eles tinham colocado antes, mas aí como não tinha demanda, acabado me que deixando de lado, cancelou. cancelou não, né? Não renovou lá que eles fecharam o plano trimestral. Cara, eu descobri esses dias quando a gente foi fechar novamente.
Aí eles fecharam o plano trimestral, não usaram. E aí eu falei: "Pô, para que fechar o TR?" É, eu falei: "Agora vamos colocar de verdade, né?" Aí eles estão colocando la Cardápio Web, já tem motoboy próprio, vamos cara arrebentar americana. Cidade boa lá, pô. Pertinho de casa ali, né? É bem pertinho de Mon. Bo, ali, cara. Sim, sim. Tem bastante espaço lá, cara. E eles estão, estão crescendo para caramba. Inclusive, recomendo vocês irem lá conhecer a hamburgueria dele. É o hambúrguer top.
Hoje a carteira inteira
42:00 · O Método Completo: iFood, Cardápio Web, CRM e Tráfego
de cliente é hamburgueria. Não, não, não. A gente atende, como a gente roda o anúncio pro no Google, né? Muita gente procura iood, é marmitaria, tem vários nichos, né? O que a gente se posiciona e fala assim que a gente domina para entregar o método completo é hamburgueria, porque a gente tem várias ideias, várias estratégias. campanhas sazonais que vai ter Jamb Burger agora. A gente trouxe várias ideias legais pros clientes que fazem a parte tráfego, porque no food também, né, não tem muito o que fazer nessas ações.
É mais o iFood mesmo que impulsiona, é você ranquear ali o produto, mas você criar condições especiais para dentro do Food, eu acho que é um tiro no pé, né? mas a gente atende saber jogar o jogo lá dentro, né? Isso. Ah, marmitaria. E qual que é a predominância de gestão só de marketplace e do método completo? Então, hoje a gente tem, se eu não me engano, acho que são oito clientes no método completo que a gente trabalha a construção da marca, nem é só sobre tráfego e conversão, né?
O tráfego e conversão ele é a base do nosso método, mas eu sempre eu gostei de criar minhas coisas, né? Então eu peguei o tráfego conversão, apliquei no começo e aos pouquinhos eu fui colocando a minha essência ali, um pouquinho do que eu conhecia, um pouquinho do que eu testava, um pouquinho do que eu vi outras pessoas testando, né? Então a gente aplica oito, são oito clientes hoje que a gente aplica o método, né? e o restante são 21 clientes totais, o restante é tudo iFood.
É, aí a gente tem, acho que se eu não me engano, 28 contas lá, 26, 28 contas com os clientes novas, novos agora. Eu, o meu usuário deve est, sei lá, numas 45, 50 con de iFood, cara. É loucura isso, velho. Nossa. E não é nosso core ainda, no core. Mas só que é gera muito valor mesmo pro cara, principalmente essa parte de desmamar, né? Igual o Diego Xer fala, né? o cara eh muito viciado, a loja muito viciada em cupom e promoções, aí você faz um trabalho de fato, a gente precisa disso, né?
Porque o nosso foco é levar o cara pro cardápio próprio, né? O foco do método. Então a gente tirando esse incentivo, trabalhando de forma inteligente os incentivos, não é nem só tirando, né? Mas trabalhando de forma inteligente os incentivos, a gente consegue muito trazer mais gente também pro próprio, né? E é pro cara pequeno também, né, cara? E aí você bateu, na verdade, tipo assim, a gente fala muito de CP, sim, por conta de a gente vender o método único, né, para quem conhece um pouco mais o nosso processo, né, do nosso programa, até do programa de mentoria APD aqui que a gente tem, a gente fala muito dessa visão do método único e para aplicar realmente nosso método único, que também engloba marketplace, mas todas as outros escopos, né, todo o resto do escopo que a gente entrega aí para gerar valor pro cliente, precisa ser um cara que fatura um pouco mais, né?
E aí, esse cara pequeno, essa porta de entrada de marketplace, eu acho na verdade assim, saindo do nosso âmbito aqui, entrando pro lá, jogando no jogo do dono de restaurante delivery, ele começar pelo marketplace é muito mais seguro. Sim, validar mais tranquilo, sim. Porque, pô, você não paga nada para vender, teoricamente é de graça o aluguel na melhor praça de alimentação da cidade, cara. Você não paga nem aluguel, paga R$ 50 de aluguel lá no começo. Quanto que é a mensalidadezinha que cobra no começo lá?
É baixinha. Nem sei cara, acho que é 100 conto, R 150, acho que é. Depois você passa a vender um volume, ele desconta, ele não não cobra mais, né? A mensalidade, uma coisa assim, né? Eu confesso que dessa parte aí eu nem vejo muito, eu olho mais pro percentual que o fixo é quase irrelevante, né, cara? Quando começa a faturar, vira quase é qu o percentual ali que é o que realmente impacta. E assim, isso, essa parada é bom, porque assim, a gente consegue preparar terreno para muita gente que tem potencial e se fosse já chegar só com tráfego pago, putz, cara, não ia virar. a gente ia colocar tráfego, o cara não ia ter conteúdo, porque assim, tráfego pago sem conteúdo até funciona, mas dá muito mais trabalho, demora muito mais, né?
Conteúdo sem tráfego eu já acho que não funciona tanto, porque não adianta você ter um conteúdo bom e ninguém vê, né? só que o conteúdo com tráfego é o ouro, né? Porque aí você linca tudo. Hoje o iFood, a gente costuma falar que o iFood ele não é um fim, ele é o meio. Então ele é o a gente prepara o terreno, começa com a consultoria falando, já dando uns toques, pô, produz um conteúdo assim, pô, faz uma ação desse jeito, pô, vamos fazer uma ação aqui para levar o cara pelo, se não tiver o cardápio digital ainda, para levar o cara pro, pelo menos pro WhatsApp de alguma forma ali, né?
Já, claro, vendendo o Cardápio Web, porque a gente sempre fala, cara, quando a gente vai falar do canal próprio, tem que ser Cardápio Web, né? A gente coloca lá o Cardápio Web. Então a gente começa a usar o iFood como canal de aquisição e a gente cria mecanismos para levar o cara pro do iFood pro salão, do salão pro cara, tráfego pro iFood. Não tem uns dois aí que a gente faz essa essa essa travada para responder ali. Ele vai não, eu não gosto.
Mas assim, é porque, cara, o cara, o cliente tem, a gente tem dois casos lá, três na verdade, né? São casos que, cara, não não tem como rodar pro caráter digital porque não tem entregador próprio. Por exemplo, tem caso lá que uma a cliente é advogada e ela não quer motor próprio de jeito nenhum. De jeito nenhum. Aí a gente tá fechando a parceria com a terceirizada de São Paulo, né, que a gente vai fazer um esquema legal. Eu fi, eu montei um estudo para mostrar a viabilidade, mesmo pagando mais caro, o quanto que isso vai representar de aumento de caixa para ela, trocando a entrega parceira pela entrega própria, vendendo no iFood mesmo, vendendo no iFood para daí.
Só que aí, claro, colocando o cardápio próprio, aí a gente já muda toda a estratégia. Aí o tráfego lá com Deep Link não é mais pro iFood, né? Agora vai ser o tráfego direto para o cardápio. Deep link é Deep Link. Se não rodar com o Deep Link, aí nós estamos jogando dinheiro no lixo. Que muita gente, eu já vi fazendo isso, viu? É, eu rodo pra landing page. Aí da Landing Page ele joga direto consegue traquear alguma coisa ali, né?
É ali. É que você traqueia o clique no botão, né? Eu não é, mas aí o ponto do deep link é ele abrir no app, né? Né? Porque geralmente quando roda o tráfego ali pro iFood, ele abre dentro do navegador do Instagram ali, aí não vai pro aplicativo. Aí aí é uma merda porque o cara não tá logado, tal. Aí o anúncio é furada. Agora eu jogo pra Landing Page, né? Perguntando aí, né? Dei uma de louco nele aqui, mas a gente tem caso também que a gente roda tráfego pra marca de contexto geral e ela não tem carnapio próprio.
O foco é gerar mais demanda no iFood. A gente atende lá como iFood e é uma exceção, né? Mas é um cliente que também não tem motoboy e tal. E até é legal frisar esse ponto aqui, né? O delivery que não tem motoboy próprio, não tem entrega própria ou entrega terceirizada e que não consegue ter o pagamento na entrega, cara, ele não fatura no cardápio próprio. Agora a gente já tem disponível, posso até falar que o panorama do delivery 2025, né, BYA repediu, soltaram aí informações valiosíssimas pro mercado, mais de 250 milhões de pedidos analisados, prova que menos de 10% dos pedidos em cardápio digital tem pagamento online.
E se você pegar o primeiro pedido, então, cara, esse número abaixo de 2%. Menos de 2% dos pedidos de delivery, né, são a primeira compra com pagamento online. Nossa senhora, cara. É baixo demais. Aí, por isso que o Kaique já citou isso, ele já tem esse entendimento de que eh se o seu delivery não tem pagamento online, né, se o delivery do restaurante e delivery ali não tem motoboy ou não tem pagamento na entrega de qualquer forma, que aí você precisa ou ter o motoboy próprio ou uma entrega terceirizada, né?
Não dá para ser a entrega parceira lá do iood, um sob demanda, nada, você não tra o canal próprio. E aí é por isso, por esses casos que eu tenho essa exceção lá, é um cliente na nossa agência, que é uma rede eh que a gente acaba rodando o tráfego para um site, para uma landing page, que tem mais objetivos dentro desse site, não é só o clique pro iFood, mas só que quando o clique vai pro iFood, a gente acaba potencializando esse canal porque ele não tem motoboy, né?
Usa motoboy do iFood. Ô, ô, Caí, você falou um negócio que eu até anotei aqui, né, sobre o iFood, né, de preparar terreno, usar ele para preparar o terreno. Aqui você falou que tá com oito clientes aplicando o método completo, 21 total, são 13 clientes que são só e food aí.
50:00 · Como usar o iFood para preparar terreno para o canal próprio
Isso é destes quantos estão faturando de 80 para baixo ali do só food. É. Ah, putz, cara, você me pegou, hein? Mas é grande parte. É, a maioria, a maioria menos de 80 ali. Menos de 80. É, então faz sentido preparar o terreno isso. Usando um iFood para fortalecer a marca talvez ali, mas eu não deixaria o tráfego de lado não, cara. É aqui um questionamento em cima disso também. Colocar um pouco de grana ali para amplificar o alcance da marca conforme a gente, porque assim, esse cliente que chega pra gente preparar o terreno, toda reunião de final de mês, de início de mês ali, né, de fechamento que a gente faz, a gente vai plantando a sementinha.
Então, como é que tá indo aquela ação lá que a gente falou, pô, conseguiu criar o conteúdo? Tô, tá conseguindo? Você comprou aquele negócio lá para criar o conteúdo, alguma coisa? A gente sempre tá induzindo. Na hora que a gente percebe que o cara ele tá começando a produzir, que ele já pode começar a querer dar o próximo passo, a gente começa a já querer fazer o upsell, né? Só que eu ia falar exatamente isso. Quantos dos métodos completos que você tem desses oito vieram de um upgrade dele vindo do plano Swood e evoluiu para ter um plano completo contigo? ou não, esses oitos já entraram com plano completo e tudo mais.
Ah, tem porque aí é um papel de farmer, né? Um papel de você vender pra própria base um opicial de contrato ali. É, cara, tem, se eu não me engano, posso estar enganado, tá? Porque eu sou meio ruim de lembrança assim, teria, eu gosto de ter, por isso que eu gosto de reunião, porque reunião eu tenho tudo ali, meu acesso para ver os negócios, né? mas eu acho que dois, tenho quase certeza que é dois, porque h não é, vou falar um porque é o Kaique da Basler agora que a gente tá fazendo essa mudança, né?
Mas o restante a gente conseguiu já fechar no pacote. É, no método comp, porque assim, tem cliente que a gente fechou já, já sei se você ia falar, né? É, já fechou, fechou, veio pelo iFood, aí a gente vendeu a ideia do tráfego pago na época, que tipo assim, ah, sendo bem sincero, hoje eu não faria, né? Eu falaria tipo, é que ela já as pessoas já toparam logo de cara e eu achei legal, produz um conteúdo, só que hoje eu não venderia.
Por quê? Porque não tá tracionando com o tráfego pago como a gente gostaria. Mas é aquela parada, eles já tm salão. Então esses dois, esses outros clientes que eu fecharia só o iFood, né, hoje eh até fez sentido porque tinha salão, né? Mas se não tem salão, eu não, eu não penso em colocar tráfego, né? Porque mesmo que a gente, por exemplo, vai vender lá no iFood, vai fomentar o iFood, se a gente roda o tráfego, pelo menos a gente tá tenta fomentar mais o canal do salão ali com estratégias, igual eu falei.
E a gente tá usando muita ideia de pegar uma experiência do salão do cara, uma experiência que não aquela que tipo o cara só vai lá, ah, tô aqui e vou comer não. É aquela que faz o cara ir até o lugar e aí manda um panfletinho com 50%, 70%, sei lá, de desconto acima de um consumo X. O cara manda um panfleto lá no iFood, aí o cara vem do iFood, vai no salão, aí se a gente tá começando a colocar um cardápio digital, ele vai dar um voucher mais de 30% ali pro cara fazer o primeiro pedido no delivery.
Essa é uma estratégia que a gente tá começando a aplicar agora. Não validamos. Lar um cross com salão aí. É bem legal isso porque aí a gente pega o cara pela ponta que vai ser o canal de aquisição, leva ele para conhecer mais a experiência, se ele já gostou da experiência do delivery. Pô, se ele gostou do delivery, gostou do salão, próximo passo agora ele comprar no cardápio digital com os 30%. Gostou de comprar no cardápio digital, qual é a chance desse cara voltar a comprar direto pelo iFood?
Só se tiver mal precificado lá no iFood. Aí que de nesse caso não vai acontecer. Mas é que eu tô lá, exatamente, tô segurando lá. Boa parte dos seus clientes estão aqui na capital? Não. Putz, cara, só pergunta difícil, hein? Lembrar, eu tô indo ali na geolocalização. Eu acho que a maioria da capital não, não tem mais gente para interior, outros estados. fechamos agora uma franquia ali de do Rio de Janeiro. Então, assim, é bem é bem espalhado. Eu até tento não rodar tráfego na capital, né?
Não só por questão de ser concorrido, mas porque eu quero vender o método completo, né? É uma vontade minha. Então eu o cara ele vem procurando ali melhorar o iFood dele, mas às vezes ele tem potencial, ele tem às vezes alguém que tá cuidando do marketing dele que não tá legal. O ticket é maior. Você tá o ticket do método Tier é maior do que com certeza método Tar. Tar tiar. Você tá rodando tráfego só pra questão do iFood ou do método completo também?
Então hoje só pro iFood, né? É, aí eu já até sei que você vai falar, mas como é que você quer atrair o método completo? Uma chinela, sapato sobrando assim. Mas por que que eu faço isso? Porque o cara ele vem mais desarmado quando é assim. Ele, se ele tá procurando o gestor iood, não, mas aí que tá, ele vem querendo o iFood, mas na nossa consultoria a gente agrega todo ele tem ali, isso a gente pega todos os ativos dele e às vezes ele eu aponto coisas que o marketing dele não tá fazendo e aí quando ele tem marketing, só que ele vem mais desarmado, porque se eu coloco lá e marketing estratégico igual todo mundo e venda mais no seu restaurante, alguma coisa assim, esse cara ele vem mais armado.
Ou às vezes ele nem penso fazendo umas contas com ele aqui. Não, não, não. Deixe ele. vai ser mais uma mudança de chave. A hora que ele começar a fechar mais só o método um. Então não, mas aí aí entra um detalhe. Eu estou fazendo isso agora, mas aí entra o tópico que talvez a gente vai falar, que a gente vai falar mais pra frente, mas já vou abordar aqui agora, que entra a parada do posicionamento que a gente tá mudando com o posicionamento, com a parceria que a gente fechou, tirando mais tracking, ah, parceria Burger no Papo, é com a parceria do Burger no Papo, com produzindo mais conteúdo ultra nichado, produzindo conteúdo.
A ideia é vir clientes maiores pra gente aplicar o nosso método completo em clientes de 300, 400, 500.000, que é os tubarão que a gente quer mirar ali, entendeu? Antes da gente bater esse papo aqui de falar mais do Burger no Papo, né? Uma parceria que o Kaicão eh até comunicou bastante comigo ali na época, né, de fechar essa parceria. Eu, pô, super apoiei. Eu acho muito bacana a produção de conteúdo e principalmente em podcast, como a gente tá fazendo aqui, valoriza muito a nossa autoridade, nosso posicionamento.
E eu tenho aqui, né, deixar o jabazão dos nossos patrocinadores, aquele abraço aos nossos patrocinadores dessa temporada de podcast aqui do Clube DeliveryAds. Aquele abraço pra galera da Repediu lá para Jales, interior de São Paulo. Alô, Jales. Os três Fs. FF são os três Fs lá. Sucesso do interior. É fera demais. essa galera da Repediu que faz um trabalho sensacional, ferramenta de CRM que conecta com os cardápios digitais aí, não dá muita inteligência de dados pra gente trabalhar cada vez mais a performance, gerar mais resultado pros nossos clientes.
Galera da Cardápio Web também, né? Claro, né? O roxinho, né? O e-commerce dos restaurantes. A gente tá junto no plano do e-commerce global, né? Até 2040. Eu já tô com meu duolingo preparado aqui, já estudando, né? Pra gente dominar o mundo. Tá fazendo aula de inglês já. É isso, é isso. Um abraço, Glauton cardápio digital com melhor taxa de conversão desse card desse desse mercado e também da galera da Reportei, né, que faz um trabalho sensacional e tá vindo pro mercado de food aqui.
Eu já uso a Reportei há bastante tempo, até antes do mercado de food. e tá abraçando esse mercado de food aqui junto com a gente. Mais 40 integrações e agora trabalhando as integrações pro nosso mercado de food aqui para que a gente consiga centralizar dashboards e relatórios de forma prática, de forma rápida ali e para esse mercado. Links, né, de descontos e condições especiais aí desses nossos parceiros vão estar na descrição do episódio aqui. Eu vou te pedir para deixar o like, compartilhar esse vídeo com alguém que possa se beneficiar desse conteúdo e também se inscrever no canal, ativar aquele sininho para receber todas as notificações aqui do nosso canal.
Burger no Papo. Que loucura. Porque acertou a mão, cara. Acertamos assim, financeiramente ainda não deu Roy, mas de tudo que gerou no ecossistema ali, cara, loucura, né? A gente tá fazendo isso aqui antes da FISPAL. Graças a essa parceria, eu fui convidado a palestrar, cara. Tipo, eu tava vendo lá quando a gente tava vendo lá o briefingzinho, cara, Paul de Marani, os cara, os bravos do mercado já palestraram. A gente vai tá lá na Fispal, cara, com o Alisson, inclusive. Alisson, grande abraço, valeu pela parceria, tamo junto.
A gente vai e o foco da nossa parceria, cara, quando a gente fechou, eu deixei bem claro, né? é claro que ele deixou bem claro que, pô, a parceria ela tem que dar resultado, tem que dar retorno financeiro para quem tá patrocinando, né? Que tipo assim, a gente fechou a parceria, mas a gente não falou, né? A gente tá patrocinando o podcast, só que junto com esse patrocínio, a minha ideia não era só patrocinar, era levar conteúdo pra galera, pros hamburgueiros. o conteúdo de marketing, o conteúdo do que realmente funciona.
Pô, o iFood ele não é o vilão igual muita gente acha. OFood ele não pega mais do que ele deveria, ele pega o que você deixa ele pegar, defender suas crenças, passar ali sua visão de mundo, né? Como que você ajuda o mercado também. O tráfego pago, pô, quando que faz sentido usar, quando que não faz, pô, quanto que você tem que investir? Muita gente tem essas dúvidas, né, de como fazer e quando contratar e como cobrar também, né? Porque muita gente não tem o conhecimento e aí vem ali o cara que é legal, não contrata uma agência, agência faz de qualquer jeito.
Aí o cara às vezes também não acha, acha que a agência não tá dando resultado quando na verdade tá. Então não é só para tipo a galera contratar a gente, não. A gente quer levar o conhecimento até para ajudar o mercado, é fomentar esse mercado, deixar ele mais próspero, porque pelo menos o a galera que acompanhar e entender mais sobre isso, pô, na hora de contratar uma agência, seja do clube ou não seja do clube, por exemplo, que é para que que é aluna, né? vai saber cobrar e vai saber enxergar resultado, explorar o máximo também da agência, né? ajudar a agência a gerar resultado para ele.
Exato. Que a gente vêu, cara, querendo ou não, é um movimento que eu particularmente não gosto, né? que é das grandes agências aí, vendendo para caramba, colocando 30, 40, 50 clientes por mês para dentro e vendendo promessa, quebrando o restaurante. Cara, tem empresa que, meu, o cara chega lá com a corda no pescoço, olha ele como uma salvação, mas na verdade o cara tá vai lá, vai brincar com o dinheiro do don de restaurante. Velho, a responsabilidade é muito grande, né, do que a gente faz, né?
Olha você falando sobre financeiro, olha você falando sobre eh se envolver mais com esse nicho de hamburguerias, justamente para ajudar ajudar o cara a ter mais margem, ter mais lucro e não só faturar mais, resgatar o cara do empréstimo. Sim. Trazer ele de volta pr pra vida, faturar mais ali de forma mais saudável, né? Realidade. É fácil. Eu falo que é fácil vender serviço de agência, né? que você fala é vender mais, bater recorde de venda, faturar isso, aquilo. Nos online é o bicho de sete cabeça, vamos embora, vamos acelerar.
Ainda é muito fácil entregar que é difícil. Aí, aí é isso, né? Faz uma promessa muito agressiva, o dono de restaurante tem uma um nível de consciência baixa, acredita naquilo e se frustra. É bom e ruim pro mercado, né? É bom que é, cara, não é bom, não. É ruim e ruim. Eu falo que vem machucado, a gente recebe muito, né? leades de agências que fazem um trabalho assim em escala, de um de uma coisa que eu vejo não ter escala, né?
Serviço num escala, escalona, não existe escala e qualidade na mesma frase. A mesma frase não vai conseguir entregar eh algo de valor. E é legal que a gente falou e fez falou sobre isso ontem no evento, né, cara? A gente tampou lá o negocinho da escala. Que da hora isso. Pou, primeiro encontro que da hora. Presencial da mentoria APD. Eu arrepiei na hora que você falou sobre Coloca aí essa palavra, o que que você quer. Você não quer escala, coloca aí o que você quer de verdade. mano, desculpa a palavra.
Falei sem querer. Mas cara, que da hora, velho. Que da hora. Que da hora. Para você que não entendeu nada, né? A gente acabou de acontecer o nosso primeiro encontro presencial. Inclusive eu tô uniformizado aqui, né, com a camisa da do nosso programa, né, da mentoria APD. E a gente fez um trabalho, realmente fez uma dinâmica de que a gente trabalha P3, né? P1, P2, P3 lá dentro do meu método. Se você não conhece, aí você fica o spoiler para você conhecer mais sobre o nosso programa.
Em P3 a gente fala sim de crescimento de agência. A palavra escala, quando a gente fala de processos, né? Você eh processalizar bem sua agência para que você consiga escalar, crescer sua agência. a gente fez uma dinâmica de obstruir a palavra escala e colocar algo que que representa mais, né, do que isso, né? A escala não é o fim, né? Não é o destino, é o meio. Sim, você usa processos para poder escalar sua agência, mas o propósito na ponta tem que ser outro, né?
Muito legal. Legal para caramba. E essa e essa visão de especialista tem a ver com isso. A gente não olha só pro nem só para gerar mais faturamento pro cara e nem só de cara vender o meu serviço, eu quero pôr mais dinheiro no bolso da agência e tudo mais. A gente como especialista tem a responsabilidade, a hora que você falou disso, né? Eu falei responsabilidade é grande, velho, nas nossas mãos. Eu até eh eu falo muito isso no meu conteúdo.
Qual é o serviço ou sei lá, a parcela, o produto que o dono de restaurante compra que ele paga R$ 4, R$ 5.000 por mês? Não tem difícil, cara. Serviços são pouquíssimos, assim, eu diria que nenhum, talvez você pode comparar com o funcionário, é um funcionário um dos mais bem pagos da casa, inclusive. Agora serviço é dificíimo, cara. E aí ele, cara, confia na gente para que a gente faça um trabalho. Geralmente ele tá buscando sim vender mais, né, na cabeça dele.
É, essa a visão, mas confia na gente. Esse investimento, esse valor pra gente fazer de qualquer jeito é para fazer igual para todo mundo, sem olhar a individualidade, cada um. Aí é bom, aí é brabo. A gente vem de método único, né? Que é a nossa ideia de ser algo que a gente compila mais informações, track record, a gente aprende cada vez mais o nosso método para gerar assim mais resultado pro cliente. O método é único, mas o cliente também, né?
Sim. E aí cada especificidade, cada caso, entender esse caso que o cara tava com muito oferta lá no iFood e a gente e desmama a loja dele ali para dar mais margem para ele, dar mais respiro, entender aquele que não tem motoboy, que a gente não vai conseguir fazer um trabalho de jogar tráfego no cardápio digital dele, a gente vai queimar grana. Mético, o método é o único, mas personalizado para cada cliente, assim. E esse tato, esse feeling e é do especialista.
Ele tem isso, a gente tem isso, né? Nós temos, esta família tem muito bom, mano. Mano, uma métrica que a maioria das pessoas ignora e que você acha que é
01:04:50 · Qual o verdadeiro propósito de uma agência de marketing gastronômico?
decisiva pro seu trabalho hoje. Cara, uma métrica em que sentido? assim, tipo, é uma métrica, um fator importante assim pro dono de restaurante que dentro do seu metro, dentro que você faz hoje ali é decisivo, que é de repente talvez não seja tão mensurável, mas eu acho que o brilho no olho do cliente, caramba, porque cara, acho que é, como eu falei, não tem preço. O nosso propósito principal, boque, brilho no olho do cliente. O nosso propósito, cara, deixo bem claro até no meu vídeo de apresentação lá do Instagram, né, que nosso propósito é ajudar outros players, outros restaurantes a prosperarem, né?
Porque o nosso trabalho ele não impacta só dono de restaurante, cara. A gente muda a vida de todo o ecossistema dele. Então, se o cara fatura mais, ele gera mais emprego, ele gera uma qualidade de vida melhor pra empresa, ou uma qualidade de vida melhor para ele, pra esposa, para ela, pro marido, né, pros filhos. pros funcionários. A gente fala muito, cara, que a gente cita muito, a gente, pô, por causa da das palestras do Júnior Peto lá, cara, que inclusive brabo do mercado. cara, todo eu já assisti essa pest três vezes, as três vezes arrepiei.
Dá vontade de mandar currículo para trabalhar lá, né? Energia que, a energia é loucura. A gente tenta levar um pouco disso pros clientes falando: "Pô, vamos colocar uma gamificação na sua operação, vamos colocar o seu colaborador para fazer parte de todo movimento da sua marca, não só trabalhar." Ele já foi lá no Burger no Papo? Não, ainda não. Acho que não. Então marca o Júnior Peto aqui nos comentários desse vídeo. Fala: "Alô Júnior Peto, vai lá gravar no Burger no Papo com a galera para produzir o conteúdo.
E aí assim, a gente tenta levar isso, cara, porque a gente tá mudando a vida dos colaboradores também. Cada CNPJ que a gente atende, tem vários CPFs ali que, cara, dependem daquilo. É uma cadeia de pessoas que você impacta assim, então. Sim. Então imagina, velho, tu pega o cara lá, vende de qualquer vende lá a promessa milagrosa que em um mês vai faturar tanto e aí o cara bota todas as fichas dele lá e quebra. Quantas pessoas não são prejudicadas? A gente até fala, cara, que tipo assim, pra gente que é empresário, às vezes R$ 100, mano, não não não muda tanto o jogo, porque é a realidade.
Mas, meu, para quem tá trabalhando, R$ 100, R$ 150, faz falta, faz falta às vezes, pô. Então muda, muda o final de semana, muda o mês do cara. Então a gente leva muito sobre isso, traz isso paraa sua operação de restaurante, porque o cara ele vai trabalhar mais feliz. O Júnior, o Júnior Peto fala muito, cara, eu carreguei muito isso daí na nas três palestras que ele fala. Trans, se seu seu, se o seu restaurante ele não ganhe nada do da casa do seu colaborador, por que que ele vai querer trabalhar?
Não ganhe nada não, pô. Não tem uma comida legal, não tem um descanso, não tem uma um lugar ali para você eh poder trabalhar melhor, uma condição de trabalho melhor. Então, tipo, tem muito a ver com isso. Então, o que a gente faz é vai muito além do marketing por causa disso, cara. Tipo, é ajudar o cara a estruturar uma operação mais saudável, ajudar o cara a ter mais os colaboradores ali junto do que ele quer construir, né? E é uma tarefa muito difícil, cara.
É uma tarefa muito difícil. Então o nosso propósito é muito além de só vender mais serviço, cara, claro, o dinheiro é legal, é bacana, mas o dinheiro não é o fim, mano. O dinheiro ele é igual você perguntou lá, né? Você levanta da cama para quê, cara? Para construir isso. A gente tem tesão nisso, cara. A gente tem tesão em fazer isso acontecer. E o brilho no olho do cliente vendo o resultado acontecendo, a qualidade de vida dele mudando, os resultados e os objetivos sendo batidos.
Pô, o Cí, a gente tava conversando lá com o cliente lá na americana lá, eles falaram: "Se bater a meta eh se bater um volume X de vendas lá, a gente vai paraa Europa para comemorar". E aí eu aí depois eles falam: "Mas aí a gente bateu isso daí viu que na verdade não era bem assim." E aí a gente colocou no Aí agora, pô, vamos dobrar isso daí para acontecer, tá ligado? Então assim, pô, olha que legal, sabe? É, pô, conseguindo realizar sonhos.
Sonhos, cara. Ia falar isso fal junto a palavra, velho. Ia falar isso, pensamos os três juntos. Caramba, você tá promovendo isso, cara. Mudanças, sonhos, realizações. Legal demais. A venda venda do serviço, cara, é só um, eu vou até riscar a palavra métrica aqui. Eu vou colocar outra coisa, né, pras próximas gravações, para provocar esse tipo de depoimento mesmo. Um fator diferente. É o fator, é o fator aqui. Porque isso você pegou eu agora. Ô Kaicão, muito bom, muito bom. E essa evolução da agência aí que novamente, já falei isso para vocês, mas parabéns demais, cara.
Obrigado. É, o que que isso promove para vocês como pessoa física? Assim, cara, acho que o primeiro de tudo é liberdade, porque, pô, enquanto a gente tá aqui em Campinas, tá quer dizer, tá aqui não, né? Parece que eu tô em Campinas ainda, ainda tô imerso naquele evento. É, pô, essa imersão tá em mim até agora. pô, poder sair para ir para Campinas desde quinta-feira, mesmo que a gente tenha que fazer uma coisinha ou outra ali no computador, no WhatsApp, resolver pagar às vezes um incêndio ou não. esse crescimento, cara, possibilitou a gente contratar pessoas, a treinar pessoas, a evoluir essas pessoas para tomar e ajudar a gente a construir isso, né?
Porque cara, eu falo que sem sem ter esse crescimento, quando eu contratei o CS, por exemplo, cara, contratar o CS para mim foi muito difícil porque na época não tava faturando tanto para suportar aquilo. Aí eu falei, eu vou enxugar minha margem. A minha a minha margem ela vai ficar mais apertada por um momento, mas é o investimento que a gente tá fazendo, o investimento na parceria, o investimento no nos no marketing como um todo, no branding, porque a gente tá investindo no branding da marca, não é mais só tráfego de performance para trair lead, não.
Tanto que a gente, o único, o anúncio que a gente roda hoje no meta, nenhum é para lead, né? É tudo para distribuição de conteúdo, para fomentar a marca. só o Google realmente que é para Lead. E isso, cara, traz mais liberdade pra gente, né? E esse crescimento que a gente já teve traz liberdade para poder viajar, para poder estar nos eventos, para poder estar aqui com vocês, fazendo esse networking, né, aprendendo, porque, pô, eu aprendo com você, você aprende comigo, mesma coisa você, comigo e eu com e, pô, tá trocando uma ideia agora lá com os meninos lá fora, né, sobre contratação, sobre processos ali que eles estão fazendo, que eu falei: "Pô, acho que pode ser legal, vou levar isso daí lá para pra gente trocar uma ideia com o pessoal".
E esse crescimento, cara, permite tudo isso, né? Permite tudo isso. Tipo, eu pude trazer a minha esposa para trabalhar comigo, cara. Viver esse tudo isso daqui que a gente passa, que é tão legal, é tão da hora, ela pode passar com a gente também. Ela tá nos eventos, ela frequenta, ela troca ideia, conversa para caramba com todo mundo. Eu tenho uma família nos negócios. Que loucura, né? Que senso de comunidade, né? Kaicão é DNA nosso brabo assim. esteve com a gente desde o primeiro in houseous.
Você considera que aquele iner house foi um turn around assim na carreira? Foi ali uma mudança de chave? Largou o aniversário da patroa? Briga comigo até hoje. Joga na cara. Mas foi uma virada de chave pra vida e pro negócio. Pra caramba, cara. Acho que se eu não tivesse ido no iner houseous e eu acho que eu não tava nichadado. Talvez tava batendo cabeça sozinho ainda. Não que tipo também era ruim, mas é que eu também queria alcançar coisas maiores, né?
Eu tenho Ah, não, a palavra ambição é ambição que é errada, né? Ou é isso? Não, não meja. Não é, acho que é ambicioso, acho que ambição não é errada. É um outro lá que eu esqueci o nome que é errado, não é ganância que eran ganância errado. Eu tenho, eu tenho a ambição de, pô, eu vou até falar a meta aqui. Você lembra que eu falei com você lá no evento do ano passado, um dos eventos do ano passado que a gente tava, que eu falei que até metade desse ano eu ia virar um iFood Creator.
Talvez não aconteça, não sei, tem tempo ainda, mas quem sabe chega ali na galera do iFood, né? Ó, tá aqui, ó. Aí a fita já pensou sem te chama? Então assim, eu quero muito, quero muito que isso aconteça, né? Pra gente estar mais imerso nisso, pra gente conseguir ter mais conteúdo, levar mais conteúdo pra galera, aumentar a nossa voz e até final, e eu vou já vou bater aqui também, até final de 2027, a minha meta é me tornar uma da Agora nesse take ali, ó.
É na take ali. Dá um sorrisinho ali, cara. Dá um sorrisinho ali, ali, ali, ali, ali, ali, ó, ó. Ah, aí, ó. Aí, ó. É food. Lembra? me vê aí, ó. Me nota, me nota, por favor. e assim, até final de 2027, a nossa meta, a minha meta pessoal é o Kaique se tornar uma das vai, talvez não as 20, mas é uma das 20 maiores influências do mercado de food, cara, de tipo agregando conhecimento, levando a galera tipo a prosperar cada vez mais.
É uma meta que a gente tem, eu sei que é usada para caramba porque tem muita gente boa no mercado, mas cara, se eu se eu não conseguir bater as 20, for uma das 50 também tá bom, né? Porque pô, a gente tá num um uma parada muito seleta. Aí eu te provoco, sonhar é pequeno ou grande, né? E eu te provoco e falo para você o que você falou pro seu cliente. Que sonho pequeno, cara. Que meta pequena. Você pode muito mais que isso, bicho.
Só vai. Com certeza. Muito mais. Com certeza. Vamos. Vamos todos, vamos juntos. Vamos juntos. Inclusive, eu falo isso daí pra caramba por causa de você, cara. Tu direto fala: "Vamos juntos". Eu toda hora eu mando pro Não, beleza, vamos juntos. E é isso. E vai ser isso. A gente vai estar juntos, pô. muito bom, Kaicão. A gente vai encaminhando pro final desse papo. Eu sempre fico triste nesse momento. Eu falo: "Poxa, a gente tá encaminhando pro final desse papo". É, por mim não podia conversar três, 4, 5 horas, fazer igual o Flow fez lá uma vez com o acho que com o Geovani lá do ah do cara da oratória lá, os caras gravaram 6 horas de podcast, velho.
Consegue falar tanto tempo. Ô Sidney, coloca a gasolina na máquina aí que nós vai longe aqui. Então, bora, Cicão. Bom demais, mano. Papo muito bom. Eu fico muito feliz também por esse seu crescimento, até por esse seu sonho aí. Sonho é grande, cara. É isso. Você fala muito bem, tem clareza no que faz, tem clareza no que transmite, no que comunica também. Acho que esse já é um grande passo. Você já tá à frente. não é uma corrida contra ninguém, né?
Mas com certeza você já tá à frente de muita gente que que busca estar onde você tá hoje, né? Com as oportunidades que você tem hoje, com o network que você tem hoje. Então, que você tá construindo já tem muito valor e tenho certeza que é só o começo, como a gente sempre fala. É sempre, sem, sempre é só o começo, né? Cada, cada é só o começo da nova etapa da jornada, né? Nova etapa. Isso tem etapas infinitas para seguir.
Então vamos. É, não dá para parar não. Eu tava, eu tava falando com os meninos lá que eh o esqueci o nome dele agora, o do cabelinho que tava o acho que um dos primeiros. É o Danilo. Danilo, verdade. ele falou, cara, que tipo ele cresce um pouquinho, ele se acomoda. Aí eu falei: "Cara, não faz isso". Zona de conforto. A zona de conforto é o pior inimigo do empresário. Ela é boa demais. pensando que é você só que você só lembra dela quando o negócio cala aperta, cara.
Todo mundo passa por isso. Hora que você dá um step para trás assim, né? Eu fiz eu passei por isso de certa forma ali no final do ano passado, quando eu trouxe pela primeira vez o CS, a gente tava com um pouco de dificuldade de implantar alguns processos, né? Aí eu parei a prospecção que tava indo super bem, né? Tanto que eu falei, pô, na no evento a plaquinha que eu vou pegar não existe ainda, né? Ah, eu dou valor. Então, só que a gente, eu até comentei, depois fiz um alinhamento de expectativa no começou, não falei: "Cara, a gente vamos dar um passinho para trás, vamos voltar, vamos bater primeiro a plaquinha, a segunda plaquinha, depois a gente pensa na próxima, mas vamos crescer com porque assim até daria para fazer, só que que ia crescer tudo lascado, perdido, turnne ali, chne aqui, ia dar muito mais trabalho." Então a gente resolveu organizar, trouxe um cara, trouxe um cara muito bom que é o Periclis.
É, pô, já trabalhou no comercial da V4. pude com pude trocar com ele pra parte de CS. É. E aí ele cara muito inteligente, tá me ajudando muito. Ele na mesma época que você gravou lá o a aula lá de OKR no final do ano, a última aula do ano, a gente já tava trocando ideia para ele começar em janeiro com a gente e ele trouxe o conceito de OKR antes mesmo de você é de você falar lá. E aí eu, para mim era tudo novo, falei: "Que que o K, velho?" Aí ele falou, eu falei, ele falou, é, aí a gente começou a mapear lá, a gente traçou as metas e cara, a meta da agência era bater aos 50k até e metade do ano, né, até o primeiro semestre.
E a gente criou lá tudo que teria que fazer para alcançar. As metas mês a mês estão sendo batidas e a meta do final do ano, cara, é bater o 100k. Então, só que assim, eu só vou bater o 100k se eu conseguir bater o 100k com qualidade, porque se for só para escalar, não quero. Não adianta, quero. Porque vai, você cai tudo de novo. É, não, não vale a pena. Pior é que o reconhecimento negativo fica, viu? É, mais construir credibilidade demora uma vida para perder.
É dois palitos, cara. Dois palitos. É um cliente comentando errado no anúncio que a gente sabe que tem umas agências que passa por isso. Reclame aqui. Foi legal o Igor Gomes falar. Não tem reclame aqui. Aí eu até Será que a gente tem? Caramba, eu não tenho. Eu monitoro, né? Tanto o meu quanto a do clube a gente monitora. Eu tenho os perfis criados lá. Eu monitoro no cativ. Tem que criar alguma coisa lá. Não, é bom criar com o seu CNPJ.
A pessoa pode criar, né? Quem reclama pode criar. É, mas aí é difícil dele te encontrar lá. Mas você pode criar você mesmo e é bom você mesmo criar para você ter sua reputação. Kaicão, infelizmente a gente tem que encerrar o nosso episódio, mas eu quero deixar aqui uma última pergunta, né? para que você feche com chave de ouro e uma mensagem. É, na verdade,
01:18:40 · Conselho de ouro para quem está começando na área
eu queria um conselho para quem tá começando. Dá um conselho para quem tá começando nesse mercado como profissional de marketing, como agência de performance para delivery, como gestor que sai gestor de iFood, né, que você tá nessa aí também, mas gestor de performance para delivery no contexto geral. O gestor de performance é o que a gente faz. O iFood ele é só uma um dos mecanismos que a gente usa, né? É o meio. Exatamente. bom, para você que tá começando, cara, a primeira coisa é: "Não desista".
Eu tinha tudo para desistir no primeiro ano e eu bati ali cabeça. Claro, tive um privilégio, morava com a minha mãe, minha mãe ajudou a segurar as contas, nem todo mundo passa por isso, mas cara, depois de um ano, as coisas foram mudando, melhorando. Então, a parada é não desistir. E a segunda parada é meu, não não existe curso, mentoria, treinamento milagroso aqui. É, eu sou suspeito para caramba para falar, mas se você tá começando, cara, vai em quem você acredita, vai em quem fala a mesma linguagem que você e tem os mesmos objetivos que você, porque a gente sabe, existe muitas mentorias no mercado, existe muitos cursos no mercado, mas eh se você quer escalar, cara, tá tudo bem.
Modelo de negócio que a gente tá falando, né? Só que se você quer uma parada saudável, uma coisa mais eh pé no chão, qualidade, não dor de cabeça e loucura, né? O clube é a é a coisa certa se fazer. Sem dúvidas, cara. Sem dúvidas. Obrigado, Kaicão. Tamo junto. Valeu, mano. Foi combinado, tá? Não é combinado esse pit aqui não. É a gente, você postou uma vez, logo em sequência também postei um negócio. O melhor cliente, ô, o melhor marketing é um cliente satisfeito.
Nós somos clientes, alunos, mentorados, parceiros, amigos. E é isso, cara. Família é isso e vamos se ajudar, cara. Isso. Censo de comunidade. Censo de comunidade. Muito legal. Vamos juntos. Vamos juntos, irmão. Obrigado, galera. Kaicão, estamos junto demais. Sucesso nessa sua jornada. Conta com a gente aí porque deve é, tenho certeza que é só o começo, certeza dessa jornada e a gente vai continuar eh construindo juntos. Conta comig. Um futuro brilhante, cara. Até anotei aqui, ó. Para construir muito brilho no olho do cliente.
Gostei disso daí. Frase de impacto. Olha, não, Perguntei algo que a galera ignora, que você acha decisivo, o cara veio com brilho no olho, no cliente. Velho, cara, não tem preço, mano. É loucura isso, velho. É muito legal. É muito legal quando isso acontece. Vocês sabem também porque vocês têm o brilho do olho do cliente também. Parabéns por pensar assim, bicho. E contem comigo também, viu, pessoal? Assim, vocês sabem, pô, eu tô eu visto a camisa para caramba e eu quero ajudar a galera.
Quem quiser também trocar uma ideia aí que tá acompanhando, tá assistindo, vai seguir o Kaique Mendes lá no canal no Instagram. K, ó, escreve assim, tá, ó, Kaique Mendes MKT, né, lá no Instagram. Segue a gente lá. Te convido a acompanhar nossos conteúdos. A gente tem, tá postando bastante conteúdo legal voltada para essa parte do food. e claro, né, o Clube DeliveryAds aí nem precisa pedir, né? Já estamos aqui, já curte, compartilha, se inscreve no canal, clica nos links dos nossos parceiros, né?
Novamente Cardápio Web, obrigado, Repediu, obrigado Reportei, obrigado por apoiar essa segunda temporada de podcast do Clube DeliveryAds. E é isso, é só o começo. Esse é mais um episódio dessa temporada. E eu te vejo no próximo episódio.
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EP 4
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De motoboy aos R$ 700 mil no delivery japonês
Com Gabriel Nascimento

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EP 3
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1h38
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Por que 80% do resultado vem da operação
Com Euller Borba

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EP 2
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1h20
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A especialização que faz uma agência decolar
Com Danilo Possidônio

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EP 1
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1h46
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O cliente não é do iFood, é da conveniência
Com Fernando Mello

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EP 9
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1h26
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Faça seu negócio vender mais todos os dias
Com Hugo Doretto

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EP 8
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1h54
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Os segredos do marketing para restaurantes
Com João Paulo Biato

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EP 7
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Como bater recorde de lucro no delivery
Com Cadu Sepulveda

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EP 6
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Mantenha sua base de clientes sempre ativa
Com Diego Schisler

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EP 5
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1h23
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Como entender completamente o seu cliente
Com Bernardo Netto

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EP 4
·
1h11
·
Processos essenciais para atender mais clientes
Com Flávio Nozella

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EP 3
·
1h39
·
Como a Repediu mudou o mercado de delivery
Com Fernando Nogarini

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EP 2
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Impulsione a performance do seu delivery
Com Ítalo Desante

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EP 1
·
1h23
·
Como gerar vendas frequentes para delivery
Com Rafael Soares